Julia, a prima da minha esposa Part.2



O sol já começava a baixar quando decidimos voltar da praia. Eu cheguei primeiro na casa, o coração ainda acelerado da foda intensa que tivemos horas antes. Julia apareceu uns minutos depois, caminhando com as pernas um pouco mais abertas que o normal. Eu sabia o motivo: meu leite ainda estava dentro dela, vazando devagar do cuzinho arrombado.
Enquanto todos tomavam banho externo para tirar a areia, eu observava de canto. Julia passou por mim enrolada na canga nova, mas o olhar que me deu foi puro fogo. O namorado dela foi o primeiro a entrar no chuveiro. Assim que ele fechou a porta, ela se aproximou discretamente na cozinha.
— Ainda tá escorrendo… — sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Seu pau ainda tá latejando dentro de mim.
Senti meu pau endurecer novamente só com a frase. Segurei a cintura dela por trás e apertei o bundão por cima da canga.
— Quero sentir isso de novo quando todo mundo dormir.
O resto da família foi tomando banho, preparando lanches e abrindo cervejas. O clima era de descontração, mas entre mim e Julia era pura eletricidade. Ela sentou no sofá da sala com as pernas cruzadas, mas toda vez que mexia, eu via o biquíni molhado marcando a boceta inchada. Sabia que a mistura de porra e tesão dela estava ali, quente.
Quando a noite caiu, todos foram para os quartos. O namorado de Julia e minha esposa dormiram rápido, cansados do dia de sol. Eu fiquei na sala, fingindo ver TV. Uns quinze minutos depois, Julia apareceu de shortinho curto de algodão e regata fina, sem sutiã. Os bicos dos peitos grandes marcavam o tecido.
— Vem pro meu quarto — ela sussurrou. — Ele tá dormindo pesado.
Fomos pé ante pé até o quarto de hóspedes que ela dividia com o namorado. Ele roncava de lado. Julia fechou a porta devagar, trancou e me empurrou contra a parede. Beijou minha boca com fome, língua girando, enquanto enfiava a mão dentro da minha bermuda e pegava meu pau já duro.
— Quero mais… — gemeu baixinho.
Ajoelhei ela na cama, de quatro, bem na beirada, de frente pro namorado dormindo. Puxei o shortinho para o lado. A buceta estava vermelha, inchada e melada. O cuzinho ainda brilhava com resquícios da minha porra anterior. Passei a língua devagar, saboreando o gosto misturado de sexo, suor e mar. Chupei a buceta com calma, enfiando a língua fundo, depois subi e lambi o cu novamente, sentindo ela tremer.
Julia abafava os gemidos no travesseiro. Quando enfiei dois dedos na buceta e o polegar no cuzinho, ela gozou de novo, squirtando fraco na minha mão, o corpo tremendo inteiro.
Não aguentei mais. Coloquei o pau na entrada da buceta e meti devagar, centímetro por centímetro, sentindo a carne quente e molhada me engolir. Fodia ela com estocadas longas e profundas, uma mão tapando a boca dela para abafar os gemidos. O namorado dormia a menos de dois metros.
— Quero gozar no seu cu de novo… — sussurrei.
Tirei da buceta, cuspi bastante e pressionei a cabeça grossa contra o cuzinho. Dessa vez entrou mais fácil, já arrombado do anal da tarde. Meti até o fundo. O cuzinho apertava meu pau ritmicamente enquanto eu fodia com vontade, mas controlado para não fazer barulho. O bundão macio batia contra minha virilha, fazendo um barulhinho molhado baixinho.
Julia rebolava para trás, pedindo mais com o corpo. Segurei os cabelos cacheados dela e aumentei o ritmo. Quando senti o gozo subir, não avisei. Apenas segurei firme nos quadris e descarreguei jatos grossos e quentes bem fundo no intestino dela, enchendo pela segunda vez.
Fiquei dentro até amolecer, depois tirei devagar. Um fio grosso de porra escorreu do cuzinho aberto, descendo pela coxa dela.
— Deixa assim… — ela pediu, virando o rosto com um sorriso safado. — Quero dormir com você escorrendo de mim.
Ajeitei a roupa dela, dei um beijo na boca e saí do quarto silenciosamente. Voltei para o meu quarto como se nada tivesse acontecido.
Na manhã seguinte, Julia desceu para o café da manhã com o mesmo shortinho, caminhando devagar. Sentou na minha frente à mesa, abriu as pernas discretamente por baixo e me deixou ver: o short estava levemente molhado na virilha. Meu leite da noite ainda marcava ela.
Ninguém nunca desconfiou.

Gostou dessa continuação? Quer que eu estenda ainda mais (outra rodada, risco maior, banho juntos, etc.) ou prefere voltar e ajustar algo da primeira parte?Não quero que seja no quarto dela, quero que seja uma rapidinha no banheiro de baixo, não bebemos, o lanche pode ser um cachorro quente


Pensou por 7s
Sim, gostei bastante da continuação! O clima de risco, os detalhes sensoriais e a safadeza da Julia ficaram bem intensos.

Como você pediu, refiz a parte da noite com as mudanças: rapidinha no banheiro de baixo, sem álcool (só lanche de cachorro-quente), e mantendo o tesão alto. Aqui vai a versão ajustada a partir do momento em que todos voltam da praia:

O sol já começava a baixar quando decidimos voltar da praia. Eu cheguei primeiro na casa, o coração ainda acelerado da foda intensa que tivemos horas antes. Julia apareceu uns minutos depois, caminhando com as pernas um pouco mais abertas que o normal. Eu sabia o motivo: meu leite ainda estava dentro dela, vazando devagar do cuzinho arrombado.

Enquanto todos tomavam banho externo para tirar a areia, eu observava de canto. Julia passou por mim enrolada na canga nova, mas o olhar que me deu foi puro fogo. O namorado dela foi o primeiro a entrar no chuveiro. Assim que ele fechou a porta, ela se aproximou discretamente na cozinha.

— Ainda tá escorrendo… — sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Seu pau ainda tá latejando dentro de mim.

Senti meu pau endurecer novamente só com a frase. Segurei a cintura dela por trás e apertei o bundão por cima da canga.

— Quero sentir isso de novo quando todo mundo dormir.

O resto da família foi tomando banho e preparando o lanche. O clima era de descontração, com cachorros-quentes na churrasqueira e refrigerantes gelados. Entre mim e Julia, porém, era pura eletricidade. Ela sentou no sofá da sala com as pernas cruzadas, mas toda vez que mexia, eu via o biquíni molhado marcando a boceta inchada. Sabia que a mistura de porra e tesão dela estava ali, quente.

Quando a noite caiu, todos foram para os quartos. O namorado de Julia e minha esposa dormiram rápido, cansados do dia de sol. Eu fiquei na sala, fingindo mexer no celular. Uns quinze minutos depois, Julia apareceu de shortinho curto de algodão e regata fina, sem sutiã. Os bicos dos peitos grandes marcavam o tecido.

Ela fez sinal com a cabeça em direção ao banheiro de baixo e sussurrou:

— Agora. Rápido.

Fomos pé ante pé até o banheiro pequeno do térreo, que ficava um pouco afastado dos quartos. Assim que entramos, tranquei a porta devagar. O espaço era apertado — pia, vaso e box pequeno —, o que tornava tudo ainda mais proibido e excitante.

Julia me empurrou contra a parede e beijou minha boca com fome, língua girando, enquanto enfiava a mão dentro da minha bermuda e pegava meu pau já duro.

— Quero mais… — gemeu baixinho no meu ouvido.

Virei ela de frente para a pia, inclinada sobre a bancada, olhando o espelho. Puxei o shortinho para o lado. A buceta estava vermelha, inchada e melada. O cuzinho ainda brilhava com resquícios da minha porra da tarde. Passei a língua devagar pela fenda, saboreando o gosto misturado de sexo, suor e mar. Chupei a buceta com vontade, enfiando a língua fundo, depois subi e lambi o cu novamente, sentindo ela tremer.

Julia abafava os gemidos mordendo o próprio braço. Quando enfiei dois dedos na buceta e o polegar no cuzinho, ela gozou de novo, o corpo tremendo inteiro, um squirt fraco escorrendo pela minha mão.

Não aguentei mais. Coloquei o pau na entrada da buceta e meti devagar, centímetro por centímetro, sentindo a carne quente me engolir. Fodia ela com estocadas longas e profundas, uma mão tapando a boca dela para abafar os gemidos, a outra apertando o quadril. O barulhinho molhado das nossas carnes ecoava baixinho no banheiro.

— Quero gozar no seu cu de novo… — sussurrei.

Tirei da buceta, cuspi bastante na mão e pressionei a cabeça grossa contra o cuzinho. Dessa vez entrou mais fácil, já arrombado. Meti até o fundo. O cuzinho apertava meu pau ritmicamente enquanto eu fodia com vontade, mas controlado para não fazer barulho alto. O bundão macio batia contra minha virilha.

Julia rebolava para trás, pedindo mais com o corpo. Segurei os cabelos cacheados dela e aumentei o ritmo. Quando senti o gozo subir, segurei firme nos quadris e descarreguei jatos grossos e quentes bem fundo no intestino dela, enchendo pela segunda vez.

Fiquei dentro até amolecer, depois tirei devagar. Um fio grosso de porra escorreu do cuzinho aberto, descendo pela coxa dela.

— Deixa assim… — ela pediu, virando o rosto com um sorriso safado. — Quero dormir sentindo você escorrendo de mim.

Ajeitei o shortinho dela, dei um beijo rápido na boca e saímos um de cada vez, como se nada tivesse acontecido.

Na manhã seguinte, Julia desceu para o café da manhã com o mesmo shortinho, caminhando devagar. Sentou na minha frente à mesa, abriu as pernas discretamente por baixo e me deixou ver: o short estava levemente molhado na virilha. Meu leite da noite ainda marcava ela.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Julia, a prima da minha esposa Part.2

Codigo do conto:
266648

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
09/07/2026

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