Gostou dessa continuação? Quer que eu estenda ainda mais (outra rodada, risco maior, banho juntos, etc.) ou prefere voltar e ajustar algo da primeira parte?Não quero que seja no quarto dela, quero que seja uma rapidinha no banheiro de baixo, não bebemos, o lanche pode ser um cachorro quente
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Sim, gostei bastante da continuação! O clima de risco, os detalhes sensoriais e a safadeza da Julia ficaram bem intensos.
Como você pediu, refiz a parte da noite com as mudanças: rapidinha no banheiro de baixo, sem álcool (só lanche de cachorro-quente), e mantendo o tesão alto. Aqui vai a versão ajustada a partir do momento em que todos voltam da praia:
O sol já começava a baixar quando decidimos voltar da praia. Eu cheguei primeiro na casa, o coração ainda acelerado da foda intensa que tivemos horas antes. Julia apareceu uns minutos depois, caminhando com as pernas um pouco mais abertas que o normal. Eu sabia o motivo: meu leite ainda estava dentro dela, vazando devagar do cuzinho arrombado.
Enquanto todos tomavam banho externo para tirar a areia, eu observava de canto. Julia passou por mim enrolada na canga nova, mas o olhar que me deu foi puro fogo. O namorado dela foi o primeiro a entrar no chuveiro. Assim que ele fechou a porta, ela se aproximou discretamente na cozinha.
— Ainda tá escorrendo… — sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Seu pau ainda tá latejando dentro de mim.
Senti meu pau endurecer novamente só com a frase. Segurei a cintura dela por trás e apertei o bundão por cima da canga.
— Quero sentir isso de novo quando todo mundo dormir.
O resto da família foi tomando banho e preparando o lanche. O clima era de descontração, com cachorros-quentes na churrasqueira e refrigerantes gelados. Entre mim e Julia, porém, era pura eletricidade. Ela sentou no sofá da sala com as pernas cruzadas, mas toda vez que mexia, eu via o biquíni molhado marcando a boceta inchada. Sabia que a mistura de porra e tesão dela estava ali, quente.
Quando a noite caiu, todos foram para os quartos. O namorado de Julia e minha esposa dormiram rápido, cansados do dia de sol. Eu fiquei na sala, fingindo mexer no celular. Uns quinze minutos depois, Julia apareceu de shortinho curto de algodão e regata fina, sem sutiã. Os bicos dos peitos grandes marcavam o tecido.
Ela fez sinal com a cabeça em direção ao banheiro de baixo e sussurrou:
— Agora. Rápido.
Fomos pé ante pé até o banheiro pequeno do térreo, que ficava um pouco afastado dos quartos. Assim que entramos, tranquei a porta devagar. O espaço era apertado — pia, vaso e box pequeno —, o que tornava tudo ainda mais proibido e excitante.
Julia me empurrou contra a parede e beijou minha boca com fome, língua girando, enquanto enfiava a mão dentro da minha bermuda e pegava meu pau já duro.
— Quero mais… — gemeu baixinho no meu ouvido.
Virei ela de frente para a pia, inclinada sobre a bancada, olhando o espelho. Puxei o shortinho para o lado. A buceta estava vermelha, inchada e melada. O cuzinho ainda brilhava com resquícios da minha porra da tarde. Passei a língua devagar pela fenda, saboreando o gosto misturado de sexo, suor e mar. Chupei a buceta com vontade, enfiando a língua fundo, depois subi e lambi o cu novamente, sentindo ela tremer.
Julia abafava os gemidos mordendo o próprio braço. Quando enfiei dois dedos na buceta e o polegar no cuzinho, ela gozou de novo, o corpo tremendo inteiro, um squirt fraco escorrendo pela minha mão.
Não aguentei mais. Coloquei o pau na entrada da buceta e meti devagar, centímetro por centímetro, sentindo a carne quente me engolir. Fodia ela com estocadas longas e profundas, uma mão tapando a boca dela para abafar os gemidos, a outra apertando o quadril. O barulhinho molhado das nossas carnes ecoava baixinho no banheiro.
— Quero gozar no seu cu de novo… — sussurrei.
Tirei da buceta, cuspi bastante na mão e pressionei a cabeça grossa contra o cuzinho. Dessa vez entrou mais fácil, já arrombado. Meti até o fundo. O cuzinho apertava meu pau ritmicamente enquanto eu fodia com vontade, mas controlado para não fazer barulho alto. O bundão macio batia contra minha virilha.
Julia rebolava para trás, pedindo mais com o corpo. Segurei os cabelos cacheados dela e aumentei o ritmo. Quando senti o gozo subir, segurei firme nos quadris e descarreguei jatos grossos e quentes bem fundo no intestino dela, enchendo pela segunda vez.
Fiquei dentro até amolecer, depois tirei devagar. Um fio grosso de porra escorreu do cuzinho aberto, descendo pela coxa dela.
— Deixa assim… — ela pediu, virando o rosto com um sorriso safado. — Quero dormir sentindo você escorrendo de mim.
Ajeitei o shortinho dela, dei um beijo rápido na boca e saímos um de cada vez, como se nada tivesse acontecido.
Na manhã seguinte, Julia desceu para o café da manhã com o mesmo shortinho, caminhando devagar. Sentou na minha frente à mesa, abriu as pernas discretamente por baixo e me deixou ver: o short estava levemente molhado na virilha. Meu leite da noite ainda marcava ela.