Laura já não era mais minha professora oficial — o semestre tinha acabado —, mas continuava sendo minha putinha particular. A loira casada, com aquele corpo de academia e a buceta rosa mais safada da faculdade, me mandou mensagem à tarde: “Te espero no motel da estrada depois da última aula. Quarto 17. Chego com surpresa.” Cheguei primeiro. Quando ela entrou, já estava com o olhar de puta no cio. Vestido curto preto, salto alto, maquiagem perfeita. Me deu um beijo molhado e logo virou de costas, levantando o vestido. Não tinha calcinha. O que brilhava entre as nádegas era um plug anal rosa, médio, bem enfiado no cuzinho apertado. — Hoje só quero no cu — disse ela, voz rouca, rebolando devagar pra mim. — Meu marido chega em casa daqui a duas horas. Ele vai querer comer a buceta... e eu quero chegar com o seu leite quente escorrendo no meu cu. Meu pau ficou instantaneamente duro como pedra. — Sua vadia casada... então tira esse plug e senta. Laura sorriu safada, tirou o plug devagar, gemendo baixinho enquanto o cuzinho rosado piscava, aberto e brilhando de lubrificante. Ela cuspiu na mão, passou no meu pau e subiu na cama de quatro, empinando aquela bunda perfeita. — Come meu cu gostoso. Bem fundo, bem bruto. Quero sentir você gozar lá dentro. Segurei os quadris dela e pressionei a cabeça grossa contra o anel rosado. Entrei devagar no começo, sentindo o cuzinho apertar forte em volta da rola. Quando estava todo enterrado, comecei a meter com força. O barulho de pele contra pele enchia o quarto do motel. Laura gemia alto, sem vergonha: — Isso! Mete no cu da sua putinha casada! Mais forte... rasga esse cuzinho! Eu socava sem piedade, puxando o cabelo loiro dela, dando tapas na bunda enquanto alternava entre estocadas profundas e rápidas. O cuzinho dela estava quente, molhado, engolindo meu pau inteiro. De vez em quando eu tirava tudo e enfiava de novo, vendo o buraco piscar vermelho e aberto. — Você vai levar minha porra pra casa pro corno, né? — rosnei, metendo mais fundo. — Vou... quero sentir seu leite escorrendo enquanto ele me fode a buceta. Por favor, goza no meu cu! Não aguentei mais. Segurei firme e descarreguei jatos grossos e quentes bem fundo no intestino dela. Laura gozou junto, tremendo, apertando o cuzinho em volta do meu pau como se quisesse sugar até a última gota. Quando puxei, um fio de porra branca escorreu do cuzinho rosado bem dilatado. Ela rapidamente colocou o plug de volta, gemendo de prazer ao sentir meu leite preso lá dentro. Virou pra mim, me beijou com língua e sussurrou: — Agora sou só sua putinha. Professora acabou, mas toda vez que o corno quiser buceta, meu cu vai estar cheio de você. Saiu do motel andando devagar, com meu sêmen guardadinho no cu, pronta pra chegar em casa e dar pra o marido enquanto carregava a marca do aluno que virava ela de puta.
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