Larissa chegou em casa uns 45 minutos depois, com as pernas ainda tremendo um pouco e a nossa porra misturada escorrendo devagarinho pela calcinha. Ela tentou disfarçar o melhor que pôde — cabelo arrumado às pressas, perfume borrifado por cima do cheiro de sexo, mas o rosto estava corado e os olhos brilhando de quem tinha acabado de levar uma surra gostosa.
Assim que fechou a porta, Marcos estava na sala, sentado no sofá, olhando pra ela com um sorriso estranho. Não era raiva. Nem ciúme. Era algo diferente.
— Demorou, né? — ele disse, calmo.
Larissa congelou por um segundo, mas tentou manter a pose.
— É... minha mãe tava precisando de ajuda com umas coisas pro bebê e...
Marcos levantou, caminhou até ela e, sem dizer mais nada, enfiou a mão por baixo do vestido curto que ela ainda usava. Os dedos dele tocaram direto na calcinha molhada, pegajosa, cheia de porra alheia. Larissa soltou um gemido baixo de surpresa.
— Marcos... eu...
— Shhh. Eu sei — ele falou baixinho, quase ronronando, enquanto esfregava os dedos na mistura de sêmen que escorria dela. — Sei faz um tempo. Vi as mensagens. Vi as fotos que você esqueceu de apagar. E hoje... você saiu “pra casa da sua mãe” cheirando a colônia de homem e voltou com a buceta e o cu destruídos.
Larissa ficou vermelha, mas não negou. Em vez disso, mordeu o lábio, sentindo os dedos do marido invadindo ela, misturando ainda mais a nossa porra.
— E você... não tá bravo? — perguntou, voz rouca.
Marcos tirou os dedos, mostrou pra ela o brilho viscoso e lambeu devagar, olhando nos olhos dela.
— Brabo? Não. Tô excitado pra caralho. Saber que você tá sendo uma puta safada pra outros caras... me deixa louco. Quero ver. Quero participar. Quero que você goze pra mim enquanto leva rola de verdade.
Ele pegou o celular dela, abriu o meu contato e entregou na mão da mulher.
— Liga pra ele. Agora. Fala que eu sei de tudo e que quero ele aqui. Quero que ele te foda na nossa cama, na minha frente. Quero ver como você vira vadia de verdade quando eu tô olhando.
Larissa tremia inteira. Pegou o telefone com a mão instável e me ligou. Eu atendi no segundo toque.
— Oi... — a voz dela saiu manhosa, ainda cheia de tesão. — Amor... o Marcos sabe. Ele quer que você venha pra cá. Agora. Quer ver você me comendo na frente dele.
Do outro lado, eu sorri.
— Tô indo.
Quarenta minutos depois eu cheguei no apartamento deles. Marcos abriu a porta pessoalmente, apertou minha mão firme e disse, sem rodeios:
— Entra. Ela tá no quarto, já pelada esperando. Pode usar do jeito que quiser. Só quero assistir e talvez... participar um pouco.
Larissa estava de quatro na cama de casal, completamente nua, buceta inchada e brilhando, cu ainda vermelho da foda de antes. Olhou pra mim com cara de puta arrombada e sorriu.
— Vem... meu marido quer ver como vocês me destroem.
Eu não perdi tempo. Tirei a roupa, subi na cama e meti tudo de uma vez na buceta dela, socando forte enquanto Marcos sentava na poltrona ao lado da cama, pau já duro na mão, assistindo tudo de perto.
— Isso... fode ela — ele murmurou, batendo punheta devagar. — Mostra pra ela o que é rola de verdade.
Larissa gemia alto, sem precisar se segurar mais:
— Ai caralho... ele tá me olhando... me fode mais forte pra ele ver!
Eu segurei o cabelo dela, puxei pra trás e meti fundo, fazendo os peitos cheios de leite balançarem. Marcos se aproximou, passou a mão nas costas da mulher e falou no ouvido dela:
— Goza pra ele, amor. Goza enquanto eu assisto você virando puta na nossa cama.