Julia desceu do carro ainda sentindo o gosto do meu leite na boca. Caminhou até a faculdade com o short jeans marcando o bundão e um sorrisinho safado no rosto. Sentou na sala de aula no fundo, como sempre, e tentou prestar atenção na matéria. Mas era impossível. Meu porra ainda estava fresca na garganta dela. De vez em quando Julia passava a língua nos lábios, sentindo o sabor salgado que eu tinha deixado. A buceta dela latejava dentro da calcinha, molhada desde a chupada no carro. Ela cruzava e descruzava as pernas, apertando as coxas uma contra a outra, tentando aliviar o tesão. No meio da aula, ela pegou o celular discretamente e me mandou uma mensagem: Julia: "Tô aqui na aula toda molhada… ainda sinto seu pau na minha boca. Quero mais." Respondi quase na hora: Eu: "Safada. Tá conseguindo prestar atenção?" Julia: "Quase nada. Só penso em você me arrombando de novo. Meu cuzinho ainda tá sensível da viagem…" Durante a aula toda ela ficou inquieta. A professora explicando no quadro e Julia imaginando meu pau entrando fundo nela. Em certo momento, ela foi ao banheiro da faculdade, trancou a porta da cabine e enfiou a mão dentro do short. Brincou com a boceta inchada, passando os dedos na entrada do cuzinho ainda melada das lembranças de Arraial, mas não gozou. Queria guardar o tesão pra mim. Quando a aula terminou, ela saiu rápido, mochila nas costas. Me ligou assim que chegou na calçada: — Tô saindo agora. Tá por perto? — Tô esperando você na mesma rua de antes. Voltei pro mesmo ponto. Julia entrou no carro de novo, dessa vez com o rosto corado e os olhos brilhando de tesão. Mal fechei os vidros e ela já estava em cima de mim, beijando minha boca com vontade. — Preciso de você agora… — gemeu. Não tinha tempo pra muita coisa. Estacionei numa rua mais tranquila, atrás de uns prédios comerciais. Puxei o banco do passageiro um pouco pra trás e ela subiu em mim de frente, shortinho puxado pro lado. A buceta dela estava encharcada. Desci o banco e ela sentou devagar no meu pau, engolindo tudo de uma vez. Começou a rebolar gostoso, as mãos apoiadas no meu peito, mordendo o lábio pra não gemer alto. — Caralho, Julia… você tá pingando — sussurrei, apertando aquele bundão macio. Ela cavalgava com pressa, rebolando fundo, a boceta apertando meu pau enquanto me olhava nos olhos. O carro balançava levemente. Eu enfiei um dedo no cuzinho dela enquanto ela subia e descia, fazendo ela tremer inteira. — Vou gozar… — ela avisou, acelerando o ritmo. O corpo dela convulsionou, gozando forte no meu pau. Senti a buceta apertando, pulsando. Não aguentei e enchi ela de porra, jatos quentes subindo fundo na boceta. Julia ficou sentada em mim mais uns segundos, sentindo meu leite escorrendo pra fora, misturado com o tesão dela. Depois me deu um beijo molhado e sussurrou: — Agora sim posso voltar pra casa… cheia de você. Ela desceu, ajeitou o shortinho (dava pra ver uma manchinha molhada na virilha) e saiu andando normalmente, como se não tivesse acabado de ser fodida no carro no meio da tarde.
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