Naquela mesma noite, depois do jantar, a mãe de Julia não aguentou mais segurar. O silêncio na casa estava pesado. Julia estava no sofá mexendo no celular quando a mãe apareceu na sala com a calcinha preta na mão, segurando-a como se fosse uma prova de crime. — Julia, vem cá. Agora. O tom não deixava espaço pra fuga. Julia sentiu o estômago revirar, mas levantou e foi até a mãe. Quando viu a calcinha estendida, o rosto dela queimou. — Mãe… isso é… — Isso aqui é o quê, Julia? — A mãe balançou a peça devagar. A luz da sala deixava bem visível as manchas brancas endurecidas, os fios ainda brilhantes de porra seca misturada com a lubrificação dela. — Eu ia lavar roupa e encontrei isso. Tá parecendo que você sentou numa poça de sêmen, filha. Olha o fundo… tá até com crosta. E o cheiro… Meu Deus, ainda tá forte. Isso não é de uma rapidinha qualquer. Isso é porra demais pra um homem normal. Julia ficou muda por uns segundos, as pernas tremendo. A mãe continuou, voz baixa mas firme, quase sussurrando pra não acordar o resto da casa: — Você tá transando com quem? Porque isso aqui não é de namorado de adolescente não. Olha a quantidade… tá escorrendo até pro cuzinho, pelo jeito. Ele gozou tanto que vazou tudo. E foi recente, né? Hoje mesmo. Eu senti o cheiro assim que peguei. Julia baixou o olhar, mas não conseguiu disfarçar o rubor e o jeito como apertou as coxas uma contra a outra. A mãe percebeu. — Tá ficando molhada agora só de eu falar isso? — A voz da mãe tinha um misto de choque e algo mais difícil de definir. — Julia, eu sou sua mãe. Fala a verdade. Quem é esse homem que tá enchendo você desse jeito? Julia respirou fundo, a buceta latejando forte com a humilhação e o tesão misturados. Ela decidiu falar uma meia-verdade pra ganhar tempo: — É… um cara mais velho, mãe. Casado. A gente se encontra escondido. Hoje foi no carro, rapidinho… mas ele goza muito mesmo. Eu não consegui limpar tudo antes de chegar em casa. A mãe ficou olhando pra ela por longos segundos, processando. Depois dobrou a calcinha devagar e colocou na mesa de centro. — Casado… — murmurou, balançando a cabeça. — Você tá brincando com fogo, menina. Se sua tia descobrir… ou pior, se for alguém da família… Isso aqui não é brincadeira. Amanhã você lava essa calcinha na mão e me traz. E toma mais cuidado. Eu não vou falar nada por enquanto… mas não quero mais encontrar evidência assim. Julia só assentiu, o coração disparado. A mãe subiu pro quarto dela sem dizer mais nada, mas o olhar que deixou pra trás era de quem ainda tinha muitas perguntas. Assim que a mãe desapareceu, Julia correu pro quarto, trancou a porta e já te mandou áudio e depois várias mensagens, a voz rouca e excitada: Julia (áudio): "Amor… caralho… ela me confrontou agora há pouco. Pegou a calcinha, mostrou pra mim, ficou olhando as manchas de porra e falando que tinha até crosta, que escorreu pro meu cuzinho… Ela disse que nunca viu tanto sêmen assim numa calcinha. Eu fiquei morrendo de vergonha mas molhada pra caralho. Contei que é um cara casado que goza muito… Ela ficou chocada mas não brigou feio. Só mandou eu tomar cuidado." Julia: "Ela ficou virando a calcinha do avesso, passando o dedo nas partes duras de porra seca… Eu quase gozei ali na frente dela só de imaginar você me enchendo toda de novo ??" Julia: "Agora tô aqui no quarto, deitada, com a mão na buceta pensando nisso. Ela suspeita que é alguém próximo… mas não falou seu nome. Ainda. O risco tá me deixando louca. Quando a gente vai se ver de novo? Quero que você goze ainda mais dessa vez, pra eu trazer outra calcinha pra ela encontrar…"
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