Dois dias depois do aniversário, Julia me chamou pra casa dela. A mãe tinha saído pra um culto longo e o pai estava viajando. Assim que entrei, ela já estava de camisola fina, sem calcinha, bucetinha brilhando de tesão. Não teve conversa. Joguei ela de quatro na cama dela mesma, empinei aquela bundinha redonda e meti o pau fundo na buceta quente. Julia abafou o gemido no travesseiro enquanto eu estocava forte, batendo fundo, fazendo as bolas estalar na pele molhada. — Me fode… me enche toda antes dele chegar… — implorava ela. Fodi a bucetinha com vontade até gozar grosso, enchendo ela de jatos quentes e abundantes. A porra era tanta que escorreu imediatamente pela coxa. Sem tirar o pau, cuspi no cuzinho e forcei devagar até enterrar tudo. Julia gemeu alto, o cu apertando meu pau. Meti no cuzinho com força, esticando bem, enquanto enfiava os dedos na buceta melada. Gozei pela segunda vez, enchendo o intestino dela de porra grossa. Quando saí, os dois buracos estavam abertos, vermelhos, piscando e escorrendo sêmen branco abundante. Julia estava destruída, deitada de lado, pernas tremendo, porra escorrendo dos dois buracos pro lençol. — Caralho… tô toda cheia de você… — murmurou ela, passando os dedos e lambendo. Foi nesse momento que o celular dela tocou. Era o namorado: — Amor, tô aqui na porta. Pode abrir? Julia arregalou os olhos, mas o tesão falou mais alto. Ela me deu um beijo rápido e sussurrou: — Esconde no banheiro. Quero que ele me coma agora, toda melada de você. Eu me escondi no banheiro da suíte, porta entreaberta. Julia vestiu a camisola por cima do corpo suado e foi abrir a porta, andando devagar pra não vazar tanto. O namorado entrou animado, abraçou ela e já começou a beijar. Em menos de dois minutos ele tinha tirado a camisola e colocado Julia de quatro na mesma cama que eu tinha acabado de arrombar. — Nossa, você tá molhada pra caralho hoje… — disse ele, metendo o pau na bucetinha escorregadia. Julia gemeu alto. Ele sentia a porra que eu tinha deixado facilitando tudo, mas achava que era só tesão dela. Metia forte, o barulho molhado e obsceno ecoando no quarto. A cada estocada, mais da minha porra misturada saía, escorrendo pelas bolas dele. — Me fode… me usa… — gemia Julia, olhando na direção do banheiro onde eu estava escondido. O namorado virou ela de lado e continuou metendo. Julia gozou tremendo, apertando a buceta e fazendo mais porra minha vazar. Pouco depois ele gozou também, adicionando a terceira carga dentro dela. Quando ele foi tomar banho, Julia me mandou uma mensagem: Julia: "Tô aqui deitada, com porra de dois homens escorrendo da buceta e do cu… nunca me senti tão vadia. Vem me comer de novo amanhã?" Saí escondido pela porta dos fundos enquanto o namorado ainda estava no banho, com o pau duro só de imaginar o estado dela.
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