Agora ela usava lingerie sexy por baixo da roupa do trabalho todos os dias: sutiã de renda, calcinha fio-dental ou até sem calcinha, plug anal com frequência. Mandava fotos pra mim durante o expediente e provocava o marido o dia inteiro.
Uma tarde ela me ligou do carro, saindo do trabalho:
— tô indo pra sua casa agora. Vou dormir aí hoje. Já avisei o Marcos. Ele sabe que vou passar a noite sendo sua putinha. Ele tá em casa nervoso, andando de um lado pro outro.
Cheguei em casa e ela já estava na porta, de tailleur social, mas por baixo uma lingerie preta extremamente safada — sutiã transparente e uma calcinha que mal cobria a bucetinha.
Assim que entramos, ela me beijou com fome e falou:
— Hoje eu quero que você me marque bastante. Quero chegar amanhã em casa com o corpo todo marcado e cheia de porra pra ele ver.
Tirei a roupa dela devagar, deixando só a lingerie. Joguei ela na cama e chupei aquela bucetinha molhada até ela esguichar na minha cara. Depois meti com força, primeiro na buceta, depois no cu, batendo na bunda dela e deixando marcas vermelhas.
Letícia gemia alto, sem se importar com nada:
— Isso… me fode bem gostoso… quero que meu marido sinta seu cheiro em mim amanhã.
Gravei um vídeo curto dela cavalgando meu pau, peitos
balançando, e mandei pro Marcos com a legenda:
“Sua mulher vai dormir aqui hoje. Tá sentando gostoso na minha piroca.”
Marcos visualizou na hora, mas não respondeu. Letícia riu:
— Ele deve tá duro em casa, sozinho, imaginando tudo.
Passamos a noite toda transando. Gozei na boca, na buceta e no cu dela. No dia seguinte, Letícia acordou, vestiu a roupa do trabalho por cima da lingerie melada e saiu com minha porra ainda escorrendo.
Quando chegou em casa, o Marcos estava esperando. Ela tirou a roupa na frente dele, mostrou a buceta e o cu vermelhos e cheios, e falou:
— Limpa tudo, corno. Ele me fodeu a noite inteira. Agora você vai lamber a porra dele da sua mulher.
Letícia tinha virado a dominante da relação. Gostava de contar os detalhes enquanto o marido limpava, de mandar fotos e vídeos pra ele durante as nossas fodas, e de dormir na minha casa sempre que queria.
Ela me disse uma vez, toda molhada:
— Nunca imaginei que ia gostar tanto de fazer meu marido de corno.