Tia Sandra sempre foi praticamente da família. Ela me viu nascer, me carregou no colo, e eu conhecia o tio Paulo desde criança. A intimidade era grande — eu ia na casa deles desde moleque para brincar, comer, até dormir algumas vezes. Por isso, quando o tio Paulo me ligou à tarde, pedindo ajuda, não pensei duas vezes: — Filho, o chuveiro do banheiro principal quase pegou fogo hoje. A Sandra tá sozinha em casa e eu vou demorar umas duas horas pra chegar. Você pode dar uma olhada pra mim? Confio em você. — Pode deixar, tio. Vou agora. Cheguei na casa deles. Tia Sandra abriu a porta com um sorriso diferente, quase culpado. Vestia um shortinho de algodão e uma blusa fina sem sutiã. Os mamilos marcavam o tecido. — Obrigada por vir, querido... o Paulo tá desesperado com esse chuveiro. Fui direto pro banheiro, abri o chuveiro e comecei a trabalhar. Era só um problema na resistência mesmo. Em uns 25 minutos resolvi tudo. Quando terminei, lavei as mãos e saí do banheiro. Tia Sandra estava me esperando no corredor, encostada na parede. — Já terminou? — perguntou, voz baixa. — Já. Tá tudo certo. Ela mordeu o lábio, olhou pro volume na minha bermuda e disse: — Vem aqui... quero te mostrar uma coisa. Segurou minha mão e me levou direto pro quarto dela e do tio Paulo. O quarto do casal. Fechou a porta, trancou e me empurrou contra a cama. — Faz tempo que não sinto uma piroca como a sua... — confessou, já tirando minha bermuda. — Depois daquela vez na sua cozinha, eu fico molhada só de lembrar. Meu pau já estava duro. Sandra se ajoelhou no tapete do quarto deles e engoliu tudo de uma vez, mamando com fome. Chupava fundo, babando, engasgando, olhando pra cima com olhos de puta. — Isso... mame essa rola, tia — falei, segurando os cabelos dela. Fodi a boca dela com força. Sandra gemia, baba escorrendo no queixo, olhos lacrimejando. Tirei o pau e comecei a dar pirocadas fortes no rosto dela — tapa, tapa, tapa — até a cara dela ficar vermelha, quase roxa, babada e marcada. — Levanta — ordenei. Tirei a roupa dela rapidinho. Joguei ela na cama do casal, abri as pernas e meti tudo na buceta molhada. Fodia com força, socando fundo, fazendo os seios balançarem. Sandra gemia alto, sem medo: — Me fode... me usa na cama do meu marido... ai que delícia! Virei ela de quatro, cuspi no cuzinho e arrombei sem piedade. Metia com tudo, dando tapas na bunda madura enquanto ela rebolava desesperada. — Isso... rasga meu cu! Faz tempo que ninguém me fode assim! Troquei de buraco várias vezes: buceta, cu, boca. Fodia a cara dela de novo, pirocadas fortes, segurando a cabeça e enfiando até o fundo da garganta. A cara de Sandra estava uma bagunça — vermelha, roxa, cheia de baba e lágrimas de tesão. No final, coloquei ela de quatro de novo, segurei os cabelos e arrombei o cu com força bruta. Quando estava quase gozando, tirei e mandei ela virar. — Abre a boca. Gozei forte, enchendo a boca e a cara dela de porra grossa. Sandra engoliu o que pôde, o resto escorrendo no queixo e pingando nos seios. Ofegante, ela olhou pra mim com um sorriso destruído e safado: — Você acabou comigo... nunca mais vou olhar pra essa cama do mesmo jeito. Limpei o pau na cara dela, me vesti e falei antes de sair: — Quando o tio Paulo chegar, fala que o chuveiro tá resolvido. Sandra, ainda nua e melada no meio da cama do casal, só riu baixinho: — Pode deixar... e volta sempre
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