Alguns meses depois daquela primeira vez no quarto do casal, o tio Paulo me ligou novamente:
— Vem aqui em casa hoje à tarde, garoto. Tô fazendo um churrasquinho com dois amigos do trabalho. A Sandra vai fazer uns petiscos. Chega cedo que a carne tá boa.
Cheguei por volta das 16h. No quintal, tinha dois homens mais ou menos da idade do tio Paulo (uns 45~48 anos), já com cerveja na mão, cuidando da churrasqueira. Tio Paulo me apresentou com naturalidade:
— Esse é o filho da minha comadre, praticamente um sobrinho pra gente. Rapaz direito e muito prestativo.
Papo vai, papo vem, falamos de futebol, trabalho e carro. Tudo muito normal. Eu ainda não tinha entendido o real motivo do convite.
Depois de uns 40 minutos, o tio Paulo falou:
— Vamos entrar um pouco pra refrescar? A Sandra tá na sala.
Entramos. E o clima mudou completamente.
Tia Sandra estava no meio da sala, usando apenas uma lingerie preta extremamente sexy: sutiã meia-taça que mal segurava os seios grandes, calcinha fio-dental e cinta-liga. Cabelos soltos, maquiagem forte e um sorriso safado no rosto.
Os dois amigos do tio Paulo pararam, sorriram e olharam pra ela com fome.
Tio Paulo fechou a porta da sala e falou com naturalidade:
— Vamos começar?
Foi aí que eu saquei: eles já faziam isso há um tempo. Aquilo não era novidade pra eles.
Sandra se aproximou de mim primeiro, me deu um beijo molhado na boca e sussurrou:
— Hoje você vai me ver sendo bem usada, querido.
O que aconteceu em seguida foi intenso.
Sandra ficou de joelhos no tapete da sala e chupou os quatro paus um atrás do outro, revezando com vontade. Eu e o tio Paulo já conhecíamos a safadeza dela, mas os amigos estavam impressionados com a fome da mulher.
Colocaram ela no sofá de quatro. Enquanto um dos amigos fodia a buceta dela, o outro enfiava na boca. Tio Paulo e eu assistíamos um pouco, depois entramos na rotação. Eu meti no cu dela enquanto ela mamava o pau de um dos amigos. Sandra gemia como uma puta, completamente entregue:
— Me fode... me usa toda... sou a vadia de vocês hoje.
Eles me viram arrombando o cu da Sandra com força, dando pirocadas na cara dela, enchendo a boca e a buceta. Em certo momento os dois amigos gozaram quase juntos: um na boca, outro na cara dela. Tio Paulo gozou na buceta e eu, por último, enchi o cu dela de porra quente.
Sandra ficou destruída no sofá, lingerie rasgada, cara melada de porra, buceta e cu vazando leitinho.
Depois daquele dia, tudo mudou.
Eu, Tia Sandra e Tio Paulo não éramos mais os mesmos. O que começou como um segredo virou um vício. Durante anos, sempre que o tio Paulo viajava ou tinha “churrasco com os amigos”, eu ia pra casa deles. Às vezes era só nós três — eu fodendo a Sandra na cama do casal enquanto ele assistia ou participava. Outras vezes os amigos dele apareciam e virava uma putaria geral.
Sandra virou minha puta particular dentro daquela casa. Eu comia ela na cozinha, na sala, no quintal, no carro... muitas vezes com o marido olhando ou participando. Ela adorava ser usada por mim, dizendo sempre que meu pau era o que mais a satisfazia.
O tio Paulo, por sua vez, descobriu que adorava ver a esposa sendo bem comida, especialmente por mim.
Foram anos de muito sexo, sem culpa e sem limites. Uma relação secreta que durou até eu sair de casa e seguir minha vida.
Tia Sandra até hoje, quando nos encontramos sozinhos, ainda sussurra no meu ouvido:
— Ainda sinto saudade daquela piroca...