Tio Paulo estava sentado na poltrona, pau na mão, olhando hipnotizado enquanto eu fodia o cu da esposa dele com força. Sandra gemia como uma puta, cara roxa, baba e porra escorrendo. De repente, ele se levantou. A voz saiu rouca, quase envergonhada: — Deixa eu participar também... Sandra virou o rosto, surpresa, mas com um sorriso safado: — Vem, amor... vem participar da sua mulher. Tio Paulo tirou a roupa rapidamente e subiu na cama. Eu tirei o pau do cu dela por um momento. Sandra se posicionou de quatro, empinando a bunda bem alto. — Me fode você primeiro, Paulo — pediu ela. O marido encostou o pau na buceta dela e meteu. Enquanto ele fodia a esposa, eu me posicionei na frente dela e enfiei meu pau na boca. Sandra agora estava sendo usada pelos dois lados, gemendo abafada com minha rola na garganta. Depois de alguns minutos, Tio Paulo olhou pra mim, respirando pesado: — Quero ver você no cu dela de novo... Tirei o pau da boca de Sandra. Ele puxou a esposa para cima dele, deitando de costas na cama. Sandra sentou no pau do marido, enfiando na buceta, e se inclinou pra frente, empinando o cu na minha direção. Cuspi no cuzinho já arrombado e meti devagar. Logo os dois paus estavam dentro dela ao mesmo tempo — buceta e cu completamente cheios. — Ai meu Deus... tô sendo fodida pelos dois... — gemeu Sandra, quase gritando de prazer. Começamos a meter juntos. Eu socando o cu dela com força, Tio Paulo metendo na buceta por baixo. O quarto encheu de sons molhados e obscenos. Sandra tremia inteira, gozando sem parar, o corpo convulsionando entre os dois. — Mais forte... me arrombem! — implorava ela. Tio Paulo segurava os seios da esposa enquanto eu dava tapas na bunda dela e metia fundo no cu. Em certo momento ele puxou o pau da buceta e me pediu: — Agora os dois no cu dela. Sandra arregalou os olhos, mas não reclamou. Eu tirei primeiro, depois Tio Paulo posicionou o pau na entrada do cuzinho já arrombado. Ele entrou, depois eu forcei o meu também. Os dois paus esticando o cu dela ao limite. Sandra soltou um gemido longo e profundo, quase um grito, enquanto era duplamente penetrada no cu. — Tá me rasgando... ai que delícia... Fodemos o cu dela juntos por alguns minutos, alternando estocadas. Sandra estava destruída de prazer. No final, não aguentamos mais. Eu gozei primeiro, enchendo o cu dela de porra grossa. Logo depois Tio Paulo gozou também, misturando o leite dele com o meu bem fundo no cu da esposa. Quando tiramos os paus, um rio grosso de porra escorreu do cuzinho arrombado de Sandra, pingando na cama do casal. Ela caiu de lado, ofegante, corpo todo tremendo, cara destruída e cu piscando, vazando porra dos dois. Tio Paulo, ainda recuperando o fôlego, olhou pra mim e disse: — Nunca imaginei que ia ver isso na minha vida... mas porra... foi bom demais. Sandra, com um sorriso fraco e safado, passou os dedos no cu, recolheu um pouco da mistura e lambeu, olhando para nós dois: — Vocês dois me destruíram hoje... Quero repetir isso sempre que possível.
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