O bebê estava com 3 meses. Era impossível saber de quem era só olhando — a carinha era idêntica à da Julia. Decidimos fazer o exame de DNA. Marquei folga no trabalho sem contar nada pra minha esposa e saí de casa como se fosse um dia normal. O noivo dela estava trabalhando. Encontrei Julia e o bebê na rua de trás. Fomos os três ao laboratório. Enquanto Julia preenchia os formulários, eu segurava o carrinho. Tiraram o swab da boquinha do bebê, o meu e o dela. Ninguém ali fazia a menor ideia do que estava acontecendo. Assim que saímos do laboratório, olhei pra Julia e falei direto: — Motel. Agora. Ela sorriu como a vadia que era e mandou mensagem pra mãe: Julia: "Mãe, pode ficar com o bebê mais um pouco? Vou fazer uma depilação completa, deve demorar um pouco." A mãe respondeu que sim. Julia já estava toda lisinha, mas usou a desculpa pra sumir comigo. No motel, assim que entramos no quarto, tranquei a porta. Julia estava perfeita — corpo de ninfeta, cintura fina, bunda redonda e empinada, peitos grandes e firmes cheios de leite, bucetinha completamente depilada e brilhando. Não meti de cara. Empurrei ela na cama, abri bem as pernas e me ajoelhei. Comecei a chupar a bucetinha dela com vontade: língua no clitóris, sugando os lábios, enfiando fundo. Julia gemia alto, rebolando na minha cara: — Isso… chupa minha buceta… faz tempo que não sinto isso… Fiquei um bom tempo com a boca nela, dois dedos fodendo ela enquanto sugava o clitóris. De repente Julia apertou minha cabeça entre as coxas e esguichou forte na minha cara. Um jato quente e abundante molhou minha boca, queixo e peito. Ela tremia, gemendo alto, soltando mais esguicho enquanto eu continuava chupando. Quando ela parou de tremer, levantei com o rosto molhado e falei: — Agora sim, sua puta. Virei ela de quatro, bati forte na bunda várias vezes até deixar a pele vermelha e meti o pau fundo na buceta encharcada. Fodi com força, estocadas pesadas. Depois peguei o pau e bati várias vezes na cara dela, esfregando na boca e na língua. Desci e comecei a dar tapas fortes com a cabeça grossa na bucetinha — a cada tapa a buceta ficava mais vermelha e inchada. Virei ela de lado, meti no cuzinho e fodi com vontade, batendo na bunda marcada. No final, tirei o pau e gozei só no cu dela. Jatos grossos encheram o intestino. Quando saí, o cuzinho ficou aberto, piscando, com porra escorrendo pela buceta inchada e vermelha. Julia estava destruída e linda: bunda vermelha, buceta inchada e vermelha dos tapas, corpo suado e perfeito de ninfeta. Sorriu pra mim, ainda ofegante: — Tô viciada em ser usada assim por você… mesmo depois de ter o bebê. Antes de ir embora, ela mandou outra mensagem pra mãe dizendo que a “depilação” tinha demorado mais que o esperado.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.