Era uma manhã de sábado comum. Eu tinha acabado de acordar, pelado como sempre, pau duríssimo por causa do tesão de mijo. Levantei e fui em direção à porta do quarto, que estava entreaberta. Foi quando ouvi a campainha. Desci rapidamente, enrolando só uma toalha na cintura (mal dava pra esconder o volume latejando). Abri a porta e lá estava ela: Tia Sandra, a amiga casada da minha mãe, 40 anos, corpo cheio de curvas, vestido leve de alcinha e um sorriso simpático. — Oi, querido! Sua mãe tá em casa? Vim pedir uma caixa de leite, vou fazer um bolo rapidinho pro almoço. — Ela saiu faz uns 20 minutos, foi ao mercado — respondi, ainda sonolento. Sandra olhou para a toalha, depois para o volume evidente, e mordeu o lábio. — Ah... tudo bem. Posso esperar um pouco? Ou você pode me emprestar o leite mesmo? Eu a deixei entrar. Ela foi até a cozinha enquanto eu subi rápido para colocar uma bermuda. Quando desci, a toalha tinha sido esquecida no quarto e o pau ainda estava semi-duro marcando a bermuda fina. Sandra estava encostada na bancada, olhando para mim com aquele mesmo olhar faminto de antes. — Você acordou assim hoje? — perguntou, apontando discretamente para o volume. Não deu tempo de responder. Ela se aproximou, colocou a mão por cima da bermuda e apertou meu pau. — Desde que vi você pelado aquele dia, não consigo parar de pensar nisso... — confessou, voz rouca. Em poucos segundos ela estava de joelhos na cozinha, puxando minha bermuda para baixo. Meu pau saltou duro na frente do rosto dela. — Que delícia... — murmurou Sandra, antes de enfiar tudo na boca. Ela chupava com vontade, fome acumulada, gemendo baixo enquanto mamava fundo. Uma mão massageava minhas bolas, a outra segurava a base. Babava bastante, fazendo barulho molhado, olhando pra cima com olhos pidões. — Vou te dar uma caixa de leite especial... — falei, segurando os cabelos dela. Sandra acelerou, chupando mais forte, enfiando o pau até a garganta. Eu fodi a boca dela com estocadas curtas e rápidas. Não demorou muito. Segurei a cabeça dela firme e gozei forte, enchendo a boca da Tia Sandra com jatos grossos e quentes de porra. Ela gemeu, olhos lacrimejando, mas não derrubou nada — engoliu tudo, limpando o pau com a língua depois. Quando se levantou, passou o dedo no canto da boca, recolheu uma gota que escapou e lambeu. — Hum... leite fresquinho — disse ela, sorrindo safada. — Melhor que qualquer caixa do mercado. Pegou a caixa de leite da geladeira como se nada tivesse acontecido, me deu um beijo rápido na boca (ainda com gosto de porra) e foi em direção à porta. — Obrigada pelo leite... dos dois tipos. Da próxima vez que sua mãe não estiver, eu volto pra pedir mais. Piscou e saiu, rebolando no vestido leve. Eu fiquei na cozinha, pau ainda latejando, pensando que Tia Sandra tinha virado uma vadia bem safada.
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