Para o almoço, fomos para uma excelente churrascaria (Lago Sul, que tinha uma filial na região serrana). Mesa reservada, ambiente agradável, carnes nobres na brasa. Sentamos lado a lado, e durante o almoço ela não parava de me tocar por baixo da mesa: mão na minha coxa, apertando meu pau por cima da calça discretamente, sussurrando safadezas no meu ouvido enquanto comíamos picanha, costela e farofa.
— Depois desse almoço eu quero que você me foda bem gostoso no hotel — murmurou ela, lambendo os lábios.
O almoço foi longo e romântico. Rimos muito, falamos sobre a vida, sobre nós. Em determinado momento ela ficou séria, segurou minha mão e disse:
— Rodrigo, eu sei que é complicado... eu sou casada, mas o que eu sinto por você é real. Esse final de semana está me mostrando o quanto eu estou apaixonada por você.
Eu a beijei ali mesmo na mesa, sem me importar com quem pudesse ver.
Voltamos para o hotel já no fim da tarde. Assim que entramos no quarto, o clima explodiu. Letícia tirou o vestido em segundos e me empurrou na cama. Cavalgou meu pau com vontade, rebolando fundo, os seios balançando enquanto gemia:
— Eu te amo, Rodrigo... sou sua namorada... me fode como tal!
Virei ela de quatro e meti fundo na buceta, depois no cu, alternando com força. Ela gritava de prazer, completamente entregue:
— Isso, namorado! Arromba sua putinha ruiva! Goza dentro de mim!
Gozei forte no cuzinho dela, enchendo tudo enquanto ela gozava tremendo, apertando meu pau.
Caímos na cama, suados e abraçados. Letícia passou os dedos no meu peito e falou baixinho, ainda ofegante:
— Esse final de semana foi o mais feliz que eu tive em muito tempo. Quero mais momentos assim...