O final de semana em Petrópolis foi especial desde o começo. Chegamos na sexta à tarde. O hotel era lindo, um casarão antigo com vista para as montanhas e uma suíte aconchegante com lareira. Assim que entramos no quarto, Letícia me abraçou por trás, encostando o rosto nas minhas costas. — Não acredito que estamos aqui só nós dois... — sussurrou ela. Passamos a tarde passeando pela Avenida Koeler, de mãos dadas como um casal normal. Paramos para tomar sorvete, tiramos fotos juntos, rimos de bobagens. Ela estava radiante: cabelos ruivos soltos balançando com o vento, um vestido leve florido que marcava suas curvas. Em certo momento, num banco mais reservado do parque, ela sentou no meu colo, me beijou devagar e disse baixinho: — Sabe... com você eu me sinto menina de novo. Livre. Voltamos para o hotel quando o sol começou a se pôr. Tomamos um banho juntos, mas sem pressa — só ensaboando um ao outro, beijos lentos, carinhos. Jantamos no restaurante do hotel, à luz de velas. Conversamos sobre tudo: sonhos, memórias da adolescência, como ela sempre teve uma quedinha por mim. O olhar dela estava diferente... mais intenso, mais carinhoso. Depois do jantar, voltamos para o quarto. Acendemos a lareira. Letícia tirou o vestido devagar, ficando só de lingerie preta, e me puxou para a cama. Deitamos de lado, nos beijando por um longo tempo. Beijos profundos, apaixonados. Minhas mãos percorriam o corpo dela com calma — cintura, seios, coxas. Ela tremia levemente ao meu toque. — Rodrigo... — murmurou ela entre os beijos, voz emocionada. — Eu estou apaixonada por você. Olhei nos olhos dela. Estavam brilhando. — De verdade. Não é só tesão. Eu gosto de você de um jeito que não deveria... mas não consigo evitar. Eu a beijei com mais força, subindo em cima dela. Entrei devagar na buceta dela, que estava quente e molhada. Começamos a fazer amor lentamente, olhando nos olhos um do outro. Cada estocada era profunda, ritmada. Ela envolvia minhas costas com as pernas, cravando as unhas de leve. — Eu te amo pra caralho... — gemeu ela, voz falhando de prazer e emoção. — Sou sua namorada... sou sua puta... sou tudo que você quiser. Aumentei o ritmo aos poucos. Metia mais fundo, mais forte, mas ainda com carinho. Letícia gemia no meu ouvido, mordendo meu ombro: — Goza dentro de mim... enche sua namorada... quero sentir você enquanto te digo que tô apaixonada. Não aguentei. Meti até o fundo e gozei forte dentro dela, enchendo a buceta de porra quente. Letícia gozou junto, tremendo inteira, apertando meu pau com a buceta, gemendo meu nome. Ficamos abraçados por muito tempo depois, suados, conectados. Ela passou os dedos no meu cabelo e sussurrou: — Esse final de semana está sendo o mais romântico da minha vida. Quero mais momentos assim... só você e eu. Mesmo que a gente continue com ele... meu coração já é seu, Rodrigo. Naquela noite, dormimos agarradinhos, o fogo da lareira iluminando nossos corpos. E pela primeira vez, o swing tinha ganhado um sabor diferente
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