Cheguei do trabalho no sábado e o clima estava perfeito: crianças com a avó, esposa trabalhando, churrasco rolando com meus dois amigos de infância, Rafael e Bruno. Cerveja gelada, carne na brasa. Julia começou a me bombardear de mensagens, dizendo que estava sozinha e morrendo de tesão. Quando eu joguei a ideia dela dar pra nós três, ela topou na hora. Vinte minutos depois ela chegou, vestidinho soltinho, sem sutiã e sem calcinha. O olhar dela já entregava: estava louca pra ser usada. Não enrolamos muito. Levei ela pra parte mais reservada do quintal, atrás da garagem. Levantei o vestidinho e meti direto na buceta quente e encharcada. Julia gemeu alto, empinando a bunda: — Isso… me fode… Rafael e Bruno se aproximaram. Ela se ajoelhou rapidinho, pegou o pau do Rafael na boca e começou a chupar com fome enquanto eu metia por trás. Bruno se masturbava vendo a cena. Depois colocamos ela de quatro no sofá da área externa. Eu me posicionei na frente, enfiando o pau fundo na garganta dela. Rafael meteu na buceta dela com força, estocadas pesadas que faziam o corpo dela balançar. Bruno, mais safado, cuspiu no cuzinho dela e começou a forçar a cabeça grossa devagar. — Vai devagar primeiro… — gemeu Julia, a boca cheia do meu pau. Bruno não teve misericórdia. Empurrou e enterrou o pau no cu dela até o talo. Julia soltou um gemido abafado, o corpo tremendo. Agora estava completamente cheia: buceta, cu e boca sendo arrombados ao mesmo tempo pelos três. — Porra, que putinha gulosa… — grunhiu Rafael, metendo forte na bucetinha dela. Eu segurava o cabelo dela e fodia a garganta fundo, saliva escorrendo no queixo. Bruno metia no cuzinho com força, as bolas batendo. Julia estava sendo destruída, olhos lacrimejando, o corpo suado e vermelho, gemendo como uma vadia desesperada ao redor do meu pau. Trocamos de buraco várias vezes. Colocamos ela de lado, um na buceta, outro no cu, e ela chupando o terceiro. Depois no meio do quintal, de quatro de novo, os três se revezando rápido, batendo fundo, esticando todos os buracos dela. — Quero gozar dentro… — avisei. Gozei primeiro, enchendo a buceta dela de porra grossa. Rafael veio logo depois, jorrando no fundo do cuzinho. Bruno tirou e gozou na cara e na boca dela, que engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo no queixo e pingando nos peitos. Julia ficou caída no sofá, pernas abertas, buceta e cu piscando vermelhos e escorrendo porra dos três. O vestidinho amassado, cabelo bagunçado, maquiagem borrada. Parecia que tinha sido usada até o limite. Ela ainda tremia quando sorriu fraco: — Me acabaram… tô destruída… Depois, já no fim da tarde, ela me mandou mensagem: Julia: "Ainda tô vazando porra de vocês três. Buceta e cu ardendo. Nunca fui fodida assim na vida. Quero repetir logo…"
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