Depois de um ano intenso em Espírito Santo, finalmente chegou o dia da minha formatura como Marinheiro. A cerimônia era em Vitória, e minha família inteira veio do Rio: pais, irmãos, tios. Mas a pessoa que mais me importava também estava lá. Letícia. Ela veio sozinha dessa vez. O marido não pôde (ou não quis) vir. Ela estava deslumbrante: vestido longo vermelho que valorizava seu corpo, cabelos ruivos soltos e brilhantes, maquiagem perfeita e, no dedo anelar da mão direita, a aliança de ouro idêntica à minha. Minha família já a conhecia como “uma amiga próxima da família do meu amigo de infância”. Mas naquele dia, eu decidi mudar isso. Durante a cerimônia, ela sentou junto com meus pais, sorrindo orgulhosa enquanto eu recebia o diploma e fazia o juramento. De longe, nossos olhares se cruzavam o tempo todo. Ela mordia o lábio discretamente, sabendo o que viria depois. Depois da solenidade, no coquetel ao ar livre, eu segurei a mão dela publicamente e fui até minha família. — Pai, mãe… quero apresentar pra vocês direito. Todos olharam. Letícia ficou um pouco nervosa, mas apertou minha mão com força. — Essa é a Letícia. Minha namorada. Houve um segundo de silêncio. Minha mãe piscou, surpresa. Meu pai ergueu a sobrancelha, mas logo abriu um sorriso. — Namorada? — perguntou minha mãe, olhando para a aliança de ouro no dedo dela. — Não sabíamos disso… Letícia sorriu, corando levemente, e respondeu com naturalidade: — É recente, mas é sério. Eu gosto muito do Rodrigo. Eu passei o braço pela cintura dela e completei: — Muito sério. Ela tem sido incrível esse ano todo. Minha família, depois do choque inicial, aceitou bem. Afinal, Letícia era linda, educada, charmosa e parecia realmente apaixonada por mim. Eles não faziam ideia de que ela era casada, nem do tipo de relação que tínhamos. Durante o resto da tarde, Letícia ficou ao meu lado o tempo todo, como uma namorada dedicada: me dava beijos no rosto, ajustava meu uniforme, tirava fotos comigo. Cada vez que ela me tocava, eu sentia o tesão subir. À noite, depois de me despedir da minha família no hotel deles, voltamos para meu apartamento. Assim que fechei a porta, Letícia me empurrou contra a parede, tirou meu uniforme com pressa e caiu de boca no meu pau. — Caralho, Rodrigo… eu fiquei molhada a tarde inteira ouvindo você me apresentar como sua namorada na frente da sua família — gemeu ela, chupando com fome. Eu a levantei, rasguei o vestido vermelho e a fodi contra a parede mesmo. Meti fundo na buceta, depois no cu, enquanto ela gemia alto: — Sou sua namorada… sua puta… sua tudo! Me fode, amor! Gozei forte dentro do cu dela, enchendo tudo enquanto ela tremia gozando, a aliança de ouro brilhando no dedo enquanto cravava as unhas nas minhas costas. Depois, deitados na cama, suados e abraçados, ela passou o dedo na minha aliança e sussurrou: — Foi o dia mais louco e mais feliz da minha vida. Ver você me apresentar como sua namorada na frente de todo mundo… eu quase gozei só com isso. Beijei sua testa e respondi: — E isso é só o começo, Letícia. Você é minha namorada agora. Pra valer.
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