Depois daquela primeira gozada no cu dela, achei que a noite tinha acabado. Estava errado. Ela ainda estava de quatro, cu piscando e vazando minha porra, quando olhou pro marido e disse com a voz bem safada: — Amor... hoje eu quero tudo. Quero ser destruída. O marido sorriu, pegou uma garrafa de lubrificante na gaveta e falou: — Então vamos foder essa puta direitinho. Ela me puxou pra cama, me deitou e sentou no meu pau, enfiando tudo na buceta de uma vez. Começou a cavalgar forte, quicando, os seios balançando. O marido se posicionou atrás dela, cuspiu no cu ainda melado e enfiou o pau junto com o meu — mas no mesmo buraco. Dupla penetração na buceta. — Aaaahhh caralho! Tá me rasgando! — gritou ela, quase chorando de tesão. Os dois paus esticando a buceta dela ao limite. Eu e o marido metendo juntos, sincronizados, socando fundo. Ela babava, olhos revirados, gemendo feito uma cadela no cio. — Mais forte! Me arrombem essa buceta! — implorava. Depois de uns minutos assim, o marido tirou e mandou ela virar de quatro. Ele meteu no cu dela primeiro, depois eu forcei o meu também. Os dois paus no cuzinho dela ao mesmo tempo. Sandra (vou chamá-la assim) soltou um grito rouco, o corpo inteiro tremendo. O cu dela estava completamente arrombado, esticado ao máximo, enquanto eu e o marido fodíamos o mesmo buraco com força bruta. — Vocês vão me rasgar... ai que delícia... me usam como uma puta barata! Eu segurava os cabelos ruivos dela como rédea, dando tapas fortes na bunda enquanto metia. O marido segurava o pescoço dela de leve, apertando enquanto socava. Ela squirted de novo, jorrando na cama, o corpo convulsionando sem parar. Trocamos de posição várias vezes: eu na boca enquanto ele fodia o cu, depois eu no cu enquanto ele fodia a boca, depois os dois na buceta de novo. A cara dela estava uma bagunça — baba, lágrimas, rímel escorrido. No final, colocamos ela de joelhos no chão, encostada na cama. Eu e o marido ficamos em pé na frente dela, batendo punheta. — Abre a boca, vadia — mandei. Nós dois gozamos quase ao mesmo tempo. Jatos grossos e fortes acertando o rosto, a língua, os olhos, os cabelos ruivos e os seios dela. Sandra engolia o que conseguia, o resto escorrendo todo por cima dela, deixando ela completamente melada e destruída. Ela ficou ali, de joelhos, rindo fraco, cara coberta de porra, cu e buceta vermelhos e arrombados. — Essa foi a melhor foda da minha vida... — murmurou ela, voz falhada. O marido, ainda ofegante, olhou pra mim e disse: — Agora você faz parte da nossa vida, Rodrigo. Sempre que quiser usar ela, é só avisar. Ela é nossa puta agora. Daquela noite em diante, as coisas ficaram bem mais pesadas. Muitas vezes eu ia na casa deles só pra destruir a Sandra enquanto o marido assistia ou participava. Ela virava uma completa vadia comigo — pedia pra ser humilhada, cuspida, estapeada e enchida de porra em todos os buracos. E eu adorava cada segundo.
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