Eu tinha 22 anos e morava com minha mãe. Tinha o costume de dormir completamente pelado, sem cueca, sem nada. Naquela manhã de sábado, acordei com aquele tesão brabo de quem segurou o mijo a noite toda. Meu pau estava duríssimo, latejando, apontando pra cima, a cabeça vermelha e brilhando. Dei uma espreguiçada na cama, ainda de olhos semi-fechados, e decidi levantar pra ir mijar. A porta do meu quarto estava entreaberta — eu não tinha fechado direito na noite anterior. O banheiro ficava logo em frente, já que era uma suíte. Levantei da cama, pau balançando duro, e dei os primeiros passos. Foi quando eu vi. Tia Sandra, a amiga casada da minha mãe, de 40 anos, estava parada bem ali, na entrada do quarto. Corpo maduro, curvas generosas, cabelos castanhos na altura dos ombros e um vestido leve de verão. Ela congelou no lugar, mas seus olhos não estavam no meu rosto. Estavam cravados no meu pau. Percebi que ela já devia estar olhando há um tempo. Enquanto eu ainda estava deitado, ela tinha entrado silenciosamente no quarto, talvez pensando que eu ainda dormia. Agora, com a porta entreaberta, ela tinha a visão completa: eu pelado, pau duro latejando, veias marcadas, completamente exposto. — Tia Sandra...? — murmurei, surpreso, mas sem cobrir nada. Ela ficou vermelha, mas não desviou o olhar. Engoliu em seco, mordendo o lábio inferior. — Desculpa... eu... vim chamar você pro café. Sua mãe me pediu pra te acordar. A porta estava aberta e eu... — A voz dela falhou, os olhos ainda presos no meu pau. — Meu Deus, garoto... Eu estava ali, parado, pau latejando ainda mais forte sob o olhar dela. O tesão da manhã misturado com a adrenalina de ser pego pelado por uma amiga da minha mãe casada. Sandra deu um passo para dentro do quarto e fechou a porta devagar atrás de si. O clique da fechadura fez meu coração acelerar. — Você sempre dorme assim? — perguntou baixinho, aproximando-se. A voz dela estava rouca. — Sempre — respondi, sem desviar o olhar. Ela parou a menos de um metro de mim. Podia ver o volume dos seios subindo e descendo rápido dentro do vestido. Sem dizer mais nada, Sandra esticou a mão trêmula e segurou meu pau. Os dedos quentes envolveram a grossura, apertando de leve. — Que pau lindo... — sussurrou, quase para si mesma. — Tão duro e jovem... Começou a me masturbar devagar, olhando fascinada. Eu gemia baixo, empurrando o quadril contra a mão dela. Sandra se ajoelhou na minha frente, ainda com o vestido, e aproximou o rosto. Sentiu o cheiro, depois deu uma lambida lenta na cabeça inchada. — Sua mãe tá na cozinha... — murmurou ela, antes de abrir a boca e engolir metade do meu pau. A safada chupava com fome, gemendo abafado, uma mão na base e a outra apertando minha bunda. Babava tudo, descendo cada vez mais fundo, os olhos marejados olhando pra cima. Eu segurei os cabelos dela e comecei a foder sua boca devagar. Sandra aguentava, engasgando de leve, mas não parava. Depois de uns minutos, ela se levantou, levantou o vestido, tirou a calcinha e se virou, empinando a bunda madura e gostosa. — Me fode rápido... antes que sua mãe venha procurar a gente — pediu, voz desesperada. Segurei a cintura dela e meti tudo na buceta molhada de uma vez. Sandra gemeu alto, mas abafou com a mão. Comecei a socar com força, o som molhado ecoando baixo no quarto. A buceta dela era quente, apertada e escorregadia. — Isso... me usa... — pedia ela, rebolando contra mim. Troquei pro cuzinho. Cuspi, pressionei e entrei devagar. Sandra soltou um gemido rouco de prazer. Fodi o cu dela com estocadas firmes, cada vez mais rápido. Não aguentei muito. Segurei firme nos quadris e gozei forte, enchendo o cuzinho dela de porra quente e grossa. Sandra tremeu, gozando junto, apertando meu pau dentro dela. Quando tirei, ela rapidamente vestiu a calcinha, sentindo meu leitinho escorrendo. Virou-se, me deu um beijo molhado e sussurrou: — Isso fica entre nós. Da próxima vez que eu vier aqui... quero de novo. Ajustou o vestido e saiu do quarto como se nada tivesse acontecido, enquanto eu ainda recuperava o fôlego, pau brilhando.
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