Dois dias depois do churrasco, Julia chegou em casa com a cabeça ainda girando. A buceta e o cuzinho ainda estavam sensíveis, levemente inchados de tanto ter sido usada. A mãe percebeu que ela estava diferente — quieta demais, caminhando com cuidado — e resolveu pressionar de novo. À noite, depois do jantar, a mãe bateu na porta do quarto dela: — Julia, vem cá. Quero conversar. As duas sentaram na cama. Julia respirou fundo, o coração acelerado, e decidiu se abrir de vez. O tesão do risco falou mais alto. — Mãe… eu preciso te contar uma coisa. Mas promete que não vai surtar. A mãe já ficou tensa: — O que foi agora? Julia olhou para o chão, voz baixa mas clara: — Aquele homem… não foi só com ele. No sábado eu fui na casa dele. A esposa dele não estava, as crianças também não. Tinha dois amigos dele lá… e eu acabei dando pra os três. A mãe ficou em silêncio por uns segundos, processando. Depois a voz saiu quase num sussurro chocado: — Três homens, Julia? Ao mesmo tempo? Julia assentiu, o rosto queimando, mas a buceta começando a latejar só de relembrar: — Sim. Os três me foderam. Um na boca, um na buceta, outro no cu… ao mesmo tempo. Eles me viraram de todos os jeitos. Me chamavam de putinha, me enchiam sem parar. Eu gozei várias vezes. No final os três gozaram dentro de mim… buceta, cu e boca. Saí de lá destruída, pingando porra dos três. A mãe levou a mão na boca, olhos arregalados, claramente em choque: — Meu Deus do céu, Julia… você deixou três homens te usarem como uma prostituta? Na casa dele? Enquanto a esposa e as crianças estavam fora? Isso não é mais só adultério… isso é depravação! Nós te criamos na igreja, com valores, e você vai e faz uma coisa dessas? Julia sentiu as lágrimas subirem, mas também uma excitação doentia por estar contando os detalhes pra própria mãe: — Eu sei que é errado, mãe… mas eu gostei. Gostei de me sentir usada, de ser o centro de tesão deles. O homem casado me domina de um jeito que ninguém faz. E ter os amigos dele junto… me senti uma vadia completa. Meu corpo ainda tá dolorido, mas só de lembrar eu fico molhada de novo. A mãe ficou em silêncio por um longo tempo, visivelmente abalada. Depois falou, voz tremendo: — Isso vai além de pecado, filha. Você tá se destruindo. Eu vou orar mais forte por você. E você vai orar também. Se isso continuar, vou ter que contar pro seu pai… ou pior, pra sua tia. Isso não pode continuar assim. Julia só assentiu, mas por dentro estava explodindo de tesão com a reação da mãe. Assim que a conversa terminou, ela me mandou um áudio longo, voz rouca: Julia: "Amor… acabei de contar pra minha mãe que dei pra vocês três no sábado. Falei dos buracos sendo fodidos ao mesmo tempo, que gozaram em mim, que saí destruída. Ela surtou, chamou de depravação, falou de igreja… Tô tremendo mas nunca fiquei tão molhada na vida. Ela tá rezando por mim agora, e eu aqui com a mão na buceta relembrando tudo. Quero mais. Quero que você me leve ainda mais longe."
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.