Depois de gozar forte dentro do cuzinho dela, eu tirei o pau devagar. Um fio grosso de porra branca escorreu do cu arrombado dela, descendo pela coxa clara. Ela ainda estava de quatro, tremendo, cabelo ruivo bagunçado, gemendo baixinho. O marido dela (meu amigo de infância) se levantou da cadeira, pau duro na mão, e se aproximou da cama. — Caralho, Rodrigo... você comeu ela gostoso pra porra — disse ele, com a voz rouca de tesão. — Olha o estado dela... Ela virou o rosto, ainda de quatro, olhou pra mim com um sorriso safado e falou: — Vem cá, Rodrigo. Deita na cama. Eu me deitei. Ela subiu em mim, ainda com meu gozo escorrendo do cu, e começou a me beijar enquanto esfregava a buceta molhada no meu pau semi-duro. O marido sentou na beira da cama, assistindo de perto. — Quero mais — sussurrou ela no meu ouvido. — Quero você de novo. Ela desceu beijando meu peito, minha barriga, até chegar no pau. Começou a me mamar com vontade, limpando o próprio cuzinho e a buceta que ainda estavam melados. Chupava fundo, babando, olhando pra mim e pro marido ao mesmo tempo. Depois de me deixar duro de novo, ela sentou no meu pau, enfiando tudo na buceta. Começou a cavalgar devagar, rebolando gostoso, os seios balançando. O marido se aproximou e enfiou o pau na boca dela enquanto ela me cavalgava. Eu segurava aquela bunda empinada e metia de baixo, forte. Ela gemia abafada com o pau do marido na boca. — Quero os dois agora — pediu ela, tirando o pau da boca. O marido sorriu. Ela ficou de quatro em cima de mim, buceta no meu pau. Ele cuspiu no cu dela (que ainda estava melado com minha porra) e enfiou devagar. Agora ela estava sendo comida pelos dois ao mesmo tempo: buceta e cu cheios. — Ai meu Deus... tô tão cheia... — gemeu ela, quase gritando. Começamos a meter sincronizados. Eu socando a buceta por baixo, ele arrombando o cu por trás. O quarto ficou cheio de gemidos, tapa de pele e som molhado. Ela gozou mais duas vezes, tremendo inteira, squirting de novo e molhando minha barriga. No final, o marido gozou primeiro, enchendo o cu dela. Eu segurei firme na cintura dela e gozei logo depois, enchendo a buceta de porra quente. Nós três caímos na cama, suados, melados e ofegantes. Ela no meio, uma perna por cima de mim, a mão no pau do marido. — Essa foi a primeira vez que um amigo nosso participou — disse ela, sorrindo. — E com certeza não vai ser a última. O marido olhou pra mim e completou: — Sempre que quiser voltar, a casa é sua, Rodrigo. Ela é louca por você. Daquela noite em diante, comecei a frequentar a casa deles com mais frequência. Às vezes era só nós três. Outras vezes eles chamavam mais casais. Foi assim que entrei de vez no mundo do swing. E tudo começou com uma ruiva de lingerie vermelha e um amigo de infância que curtia assistir.
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