Era o aniversário de 42 anos do marido da Letícia. Eu resolvi agitar um churrasco especial na casa. Chamei cinco amigos nossos de infância — os mesmos que sempre babavam pela Letícia desde a adolescência. Eles viviam comentando comigo: “Porra, Rodrigo, a Letícia é foda demais”, “Se um dia ela der mole…”, coisas de amigo tarado. Eles não faziam a menor ideia do que acontecia dentro daquela casa. Letícia fez toda a comida: saladas, farofas, pães de alho, maionese caseira. Estava linda o dia todo, de short jeans e blusa decotada, sendo elogiada o tempo inteiro pelos caras. Eu tinha comprado uma lingerie nova pra ela: um conjunto vermelho escandaloso, transparente, com cinta-liga, calcinha fio-dental e sutiã meia-taça que mal segurava os seios. No fim da tarde, quando o churrasco já estava acabando e todo mundo estava bem bebido e relaxado, eu chamei ela discretamente na cozinha: — Vai lá pro quarto, toma um banho e coloca a lingerie que eu te dei. Depois desce pra área gourmet dos fundos. Só de lingerie. Entendeu? Letícia mordeu o lábio, excitada, e respondeu baixinho: — Entendi, namorado. Uns vinte minutos depois, enquanto os caras ainda estavam na área da churrasqueira bebendo, eu falei: — Vamos descer pra área gourmet? Tem uma surpresa pro aniversariante. Todos desceram. A luz estava baixa, só com as luzes indiretas. Letícia apareceu no topo da escada, descendo devagar. A lingerie vermelha contrastava perfeitamente com a pele clara e os cabelos ruivos. Os caras ficaram em choque total. Silêncio absoluto. — Caralho… — murmurou um deles. O marido, que já sabia de tudo, apenas sorriu sentado na cadeira, com uma cerveja na mão. — Hoje é meu aniversário… e a Letícia vai realizar uma fantasia dela — anunciei. — Ela quer um gang bang. E vocês foram escolhidos. Letícia desceu o último degrau, caminhou até o meio da área gourmet e falou com a voz safada: — Vocês sempre quiseram me comer, né? Hoje podem me usar à vontade. Foi o suficiente. Os cinco amigos não acreditaram no começo, mas logo avançaram. Eu e o marido assistimos por alguns minutos enquanto eles tiravam a lingerie dela. Dois começaram a chupar os seios, outro já enfiava a mão na buceta dela. Letícia gemia, segurando os paus que apareciam. Eu me aproximei e mandei ela ficar de quatro no grande sofá da área gourmet. Meti primeiro na buceta dela, depois no cu, enquanto ela mamava dois paus ao mesmo tempo. Os outros se revezavam, tocando, dando tapas, xingando de leve. — Porra, finalmente comendo a Letícia… — dizia um deles, fodendo a boca dela. O marido assistia tudo de perto, pau na mão, extremamente excitado. Durante quase uma hora, Letícia foi comida sem piedade: buceta, cu, boca, dois paus na buceta, dupla penetração no cu. Ela gozava sem parar, squirting no chão, completamente destruída e feliz. No final, colocamos ela de joelhos no meio da área gourmet, cercada pelos seis (eu, o marido e os cinco amigos). Todos batendo punheta em volta dela. — Abre a boca e os olhos, vadia — mandei. Um por um, começamos a gozar. Jatos grossos acertando o rosto, os cabelos ruivos, os seios, a boca aberta e a língua dela. Letícia recebia tudo, engolindo o que conseguia, gemendo enquanto era literalmente leitada por seis paus ao mesmo tempo. Quando terminamos, o rosto, cabelo e peito dela estavam completamente cobertos de porra. Ela sorriu, exausta, passou os dedos no rosto recolhendo porra e lambendo, olhando para todos nós. O marido, ofegante, falou: — Parabéns pra mim… melhor aniversário da minha vida. Letícia, ainda de joelhos e melada, olhou pra mim e disse: — Obrigada, namorado… realizei minha fantasia. Os amigos ainda estavam em choque, processando o que tinha acontecido. Eu apenas sorri e respondi: — Ela é nossa agora.
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