Alguns dias depois da viagem de Petrópolis, estávamos os três no quarto novamente. Letícia estava completamente entregue: de quatro na cama, completamente nua, com a aliança de ouro brilhando no dedo. Eu metia forte na buceta dela por trás, segurando aqueles cabelos ruivos como rédea, enquanto ela gemia alto. O marido assistia da poltrona, pau na mão, excitado como sempre. — Isso, Rodrigo… fode ela bem fundo — incentivava ele. Letícia rebolava contra mim, empinando a bunda, o cuzinho piscando a cada estocada. — Ai, namorado… me arromba… tô tão molhada hoje… Eu estava socando com força, fazendo o corpo dela balançar, quando o marido se levantou e se aproximou da cama. Parou ao lado, olhando bem para o meu pau entrando e saindo da buceta da esposa, e falou com a voz rouca: — Rodrigo… eu quero que você venha morar com a gente. Letícia arregalou os olhos na hora, surpresa, e virou o rosto para olhar para o marido, ainda gemendo com meu pau dentro dela. — Amor…? — conseguiu falar, ofegante. Ele continuou, sem tirar os olhos da cena: — Tem o quarto grande dos fundos. Você traz suas coisas, para de pagar aluguel… e fica aqui. Quero que você seja o namorado dela de verdade dentro de casa. Durma com ela, acorde com ela, foda ela todos os dias… enquanto eu assisto e participo quando quiser. Eu não parei de meter. Pelo contrário, segurei mais firme na cintura dela e comecei a socar ainda mais forte, excitado com a proposta. Letícia gemeu alto, claramente pega de surpresa, mas o tesão falou mais alto: — Caralho… você tá falando sério? — perguntou ela, voz tremendo de prazer. — Tô — respondeu o marido, batendo punheta mais rápido. — Quero acordar e ver vocês dois juntos. Quero chegar do trabalho e encontrar ela com a buceta cheia de porra dele. Quero que isso vire nossa realidade. Letícia virou o rosto para mim, olhos vidrados de tesão e emoção, e gemeu: — Aceita, Rodrigo… aceita ser meu namorado morando aqui… ai porra, continua metendo! Eu segurei os cabelos dela com mais força e respondi enquanto arrombava a buceta dela: — Eu aceito. Meti fundo algumas vezes e gozei forte dentro dela, enchendo a buceta de porra quente enquanto o marido assistia tudo. Letícia gozou junto, tremendo inteira, apertando meu pau, quase gritando. Quando tirei o pau, meu leite escorria pela coxa dela. Letícia ainda ofegante, virou de lado na cama, olhou para o marido e depois para mim, com um sorriso surpreso e safado: — Vocês dois são loucos… mas eu adorei a ideia. Quero acordar todo dia com meu namorado na cama. O marido sorriu, satisfeito, e completou: — Então tá decidido. Quando você quiser trazer suas coisas, a casa é sua também.
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