Ela entrou direto no quarto, tirou o vestido e deitou na cama só de calcinha preta fio-dental. A calcinha estava toda melada, com manchas brancas visíveis. O cuzinho ainda vazava minha porra grossa lentamente, escorrendo pela boceta e molhando o lençol.
Marcos entrou no quarto e parou na porta, olhos arregalados.
— Caralho, Letícia… o que você fez?
Ela abriu as pernas devagar, mostrando o estrago completo. A bucetinha estava vermelha, inchada e brilhando. O cuzinho piscava aberto, com um fio grosso de porra branca escorrendo sem parar, descendo até o colchão.
— Fiz o que você sempre quis, amor — disse ela com a voz rouca de quem tinha sido bem comida. — Chamei um amigo… ele me fodeu gostoso. Chupei o pau dele, ele me comeu na buceta, no cu… e gozou tudo dentro de mim. Olha o tanto de leite que ele deixou…
Marcos ficou parado, pau duro na calça, sem conseguir tirar os olhos da cena. Letícia abriu mais as pernas, puxou a calcinha pro lado e apertou a buceta. Mais porra escorreu.
— Vem ver de perto — provocou ela. — Ele me arrombou o cu e encheu bastante. Tá tudo misturado aqui dentro.
Marcos se aproximou, ajoelhou na cama e ficou olhando o estrago. Letícia segurou a cabeça dele e puxou devagar pra perto da bucetinha melada:
— Quer limpar sua mulher, corno? Ele gozou tanto… prova o gosto dele.
Marcos, tremendo de excitação e humilhação, começou a lamber a buceta dela, chupando minha porra misturada com o tesão da Letícia. Ela gemia, segurando a cabeça dele:
— Isso… lambe tudo… ele me fodeu muito melhor que você.
Me fez esguichar na cara dele. Depois me arrombou o cu e gozou fundo. Tô toda marcada.
Marcos lambeu tudo, buceta e cu, enquanto Letícia contava os detalhes:
— Ele bateu na minha bunda, me chamou de vadia, me fez engolir porra… e ainda gozou no meu cu pra você ver quando eu chegasse.
Quando terminou de limpar, Letícia sorriu, ainda com a calcinha melada:
— Agora você é oficialmente corno.