MOMENTOS TENSOS E VARA NO RABO DE NOVO




Uma coisa eu fazia bem, além de dar o cu, que era disfarçar as coisas, pois depois do Marcos comer minha rosca tbm, eu meio que fiquei um pouco cismado, porque vi que tinha sido relaxado, e poderia ter sido alguém da família me flagrando ou sei lá quem, e acabar tudo mal pra mim. Então fiquei um pouco mais contido.
As vezes era tomar um susto para ficar mais atento. Evitar algo pior. E após aquele final semana, onde dei o cu pra dois, um no sábado e outro no domingo, onde entupiram meu rabo de porra, eu me dediquei mais a punhetas e revistas. As famigeradas revistas pornográficas da época. Claro que havia possibilidades em foder, desde André, Marcos, Sr. Nelson com sua big rola, e a BR rodando bolsinha.
Tudo era promissor, mas mesmo assim, fiquei de molho. Mas quis o destino que algum outro comesse meu cu.
Sobre minha região, como já disse antes, tinha indústrias, rodovia e tbm tinha uma ferrovia que passava cortando a cidade. Era comum andar nas margens dela. Parecia não haver risco.
Um belo dia, eu estava voltando para casa todo saltitante, na hora do almoço, passando pelos trilhos, que era um caminho mais rápido, mas tbm mais isolado. E mais à frente, eu vi que estava vindo um cara negro, de boné virado, chegando mais perto.
Eu até reconheci ele, pois mais novo, até já tinha brincado com ele em algum lugar. Mas com certeza, tinha virado vagabundo, ainda mais pra andar naquela hora por ali. Eu dei uma gelada, então passei pra um lado da ferrovia, sendo que ele foi tbm, dei um passo pra outro lado, e ele acompanhou, sendo que estava na cara a intenção dele, que provável era me roubar. E chegando perto, ele foi agressivo já falando alto.
— Foi vc neh viadinho!?
Ele me chamar disso, me fez parecer estranho, porque como saberia.
— Eu não fiz nada.
— Foi vc sim seu viadinho!!
Já afirmando algo, eu fiquei bem medroso mesmo, tendo umas moedas no bolso, que acabei dando pra ele (moedas).
— To isso aqui.
— Isso aqui não livra tua cara não seu viadinho!
— É tudo que tenho.
— Vai se foder, quero mais.
— Não tem mais nada, juro.
— Faz uma chupetinha pra mim e ta limpo!
O cara me chamar de viadinho e pedir chupeta, por incrível que parece era apenas uma coincidência ou tava escrito na minha cara que dava o cu. Não tinha como ele saber mesmo, não tinha ligação nenhuma com ninguém. Então fiquei na dúvida.
— Não faço isso não, ta louco.
— Começa agora então a fazer seu porra.
Caramba, de medo, fiquei tesudo, que merda foi, mas enfim.
— Aqui não, é muito aberto!
Eu cedi, e ele aproveitou.
— Onde então?
Aí lembrei das árvores fechadas que tinha na pedreira, seguindo os trilhos, num pátio próximo ao armazém. Mas eu não podia naquela hora, e já sabia que por ser almoço teria muito movimento de pessoas indo e vindo, e com certeza alguém poderia ver.
— Pode ser depois do almoço, lá na pedreira, sabe aonde é?
— Sei, no pátio, que horas?
— Uma e meia to lá.
— Mas já vou avisando, se vc não aparece lá, eu vo ti caça e quebra vc seu viadinho!!
Ele vazou e sai correndo pra casa, sendo que cheguei e fui direto no banheiro lava a cara, tava assustado. Minha mãe chamou pra almoçar, mas nem fome tinha.
Pra não chama atenção, comi pouco e fiquei no quarto, olhando a hora passar, pensei em alguns momentos não ir. Mas o inferno das revistas pornográficas estavam ali. Então peguei uma e já vi uma loirinha sendo socada no cu por um negão. Pronto, tava decidido.
Coloquei uma camiseta branca com um short nem apertado nem solto, mas puxando ele, dava pra estufar a bunda bem. Lubrifiquei o rabo no banheiro e aí olhei o espelho, e tava bom. Coloquei um boné na cabeça e fui. Peguei a bicicleta e fingi que ia dar uma volta apenas, inocente.
Pedalei e cheguei no local, bem atento, e ele não tinha chego ainda. O local era bem isolado, e tinha umas ferragens e uns restos de vagões de trem, mas era tudo coberto por árvores e mato, tudo na sombra mesmo. Então fiquei ali esperando, sendo que logo vi ele chegando
— Isso aí viadinho, sabia que não iria faltar.
— Não podemos demorar.
— Cala boca.
E já foi tirando pra fora o pau, estando mole mas sendo grosso.
Então me ajoelhei, botando na boca, sentindo o gosto de azedo que era forte, sendo obvio que não se preocupava com banho. A cabeça tinha bastante sebo, mas não posso negar que abocanhei tudo, e suguei gostoso o pau daquele vagabundo folgado.
Conforme eu mamava, ele foi endurecendo, não sendo comprido, mas bem grosso. Então com as duas mãos, ele pegou na cabeça, batendo uma punheta com minha boca. Parecia que minha boca servia pra isso, local de punheta, pois André e Marcos fizeram mesmo.
Eu coloquei minhas duas mãos nas pernas dele, para não me afogar devido a força que ele fazia na cabeça, comigo já engasgando, mas ele não estava nem aí.
— Que bundinha empinada, acho que vou fazer esse cu.
Eu me fiz de bobo, pois ele já tinha sacado a minha, e sem falar mais nada, me puxou com força pra cima, me virando com violência, encostando minha cara numa arvore.
Eu abaixei o shorts arrebitando, sendo que minha bunda ficou exposta. E o malandro não perdeu tempo, logo senti a cabeça do pau na porta do rabo, com ele já empurrando pra dentro.
Na hora pensei, “ainda bem que lubrifiquei”, pois ele enfiou sem nenhuma dó, e conforme socava, me apertava na árvore, comigo se escorando no tronco dela, levando no rabo.
— Toma seu porra.
E eu só gemia baixo, com ele comendo meu cu. Quem sabe se alguém estivesse assistindo, bateria punheta vendo-o me enrabar, pois era digno de um filme pornô aquilo realmente. Eu de shorts abaixado, com um cara comendo o rabo. Era muito tesão, e meu pintinho tava duro.
— Esse cu já levo ferro ne seu porra?
— Sim...
— Sabia que era viadinho.
Parecia que aquilo era mais incentivo pra ele, pois ficou mais violento, dando tapas na bunda, enquanto socava igual um cavalo. Sendo que num momento ele pegou na minha cintura e bombou tão forte e fundo que gozou, lavando minha bunda de porra. Parecia realmente um cavalo, de tanto que soltou porra, fora o grito dele, que nem sabia se alguém tinha ouvido.
Ele saiu de trás e sentou num toco ali, puxando um cigarro vagabundo pra fumar. Eu me virei, tentando me limpar um pouco daquela porra toda, com ele rindo. Ergui o shorts e cobri oque deu, com certeza ia pra casa de rabo melado.
— Seguinte, fica de boca calada.
Obvio que não precisava dizer aquilo.
— Vou ficar.
E sem dizer nada, ele foi embora, parecendo um fantasma. Digamos um fantasma comedor de cu.
Me ajeitando na bicicleta, sai pelo outro lado, pra não da na cara, acaso alguém tivesse ali. No selim da bicicleta, sentia a porra se remexer na bunda. Antes tivesse gozado dentro do cu, era menos bagunça. Cheguei em casa e fui no banheiro tomar um banho. Realmente parecia que meu caminho tava traçado nisso. Eu tinha que dar o cu mesmo.

Foto 1 do Conto erotico: MOMENTOS TENSOS E VARA NO RABO DE NOVO


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Ficha do conto

Foto Perfil tiffanycrossdresser
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Nome do conto:
MOMENTOS TENSOS E VARA NO RABO DE NOVO

Codigo do conto:
266656

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
09/07/2026

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