O olhar de Tainá sempre me passou uma imagem de timidez e recato, e a nossa rotina no apartamento sempre foi tranquila, dentro das normas que a sociedade espera de um jovem casal. No entanto, a calmaria esconde correntes profundas que eu jamais imaginei que pudessem vir à tona. O terceiro elemento dessa história é o meu próprio pai, Diniz, de 54 anos. Ele é um homem imponente, divorciado há quase uma década, que mantém o porte físico robusto de quem trabalhou a vida inteira na construção civil. Alto, com mais de um metro e oitenta, braços fortes, ombros largos e uma postura que comanda o ambiente sem precisar pedir licença, ele sempre foi a figura de autoridade máxima na família. Quando o contrato de aluguel dele venceu, sugeri que ele passasse algumas semanas no nosso apartamento até encontrar um novo lugar. A Tainá aceitou sem problemas. Eu achava que estava apenas estendendo a mão para o meu pai.
Tudo mudou em uma terça-feira de sol forte. O expediente na oficina onde trabalho terminou mais cedo por conta de uma pane elétrica e eu acabei voltando para casa por volta das três da tarde. Lembro-me do silêncio do corredor do prédio. Quando inseri a chave na fechadura e empurrei a porta de madeira devagar, não fiz barulho. Meu plano era apenas deixar a mochila no quarto e descansar, mas um som diferente me fez travar os passos logo no hall de entrada. Eram sussurros baixos, misturados a uma respiração cortada, ofegante. Caminhei descalço pelo corredor até a quina que dava visão para a sala.
O choque que levei me fez perder o fôlego por alguns segundos. O sofá cinza da sala estava arrastado. Tainá estava ali, apoiada firmemente no braço do sofá, mantendo as pernas bem abertas e elevadas in uma posição de total entrega. No meio dela, comandando a situação com uma brutalidade viril, estava o meu pai. Diniz estava sem camisa, exibindo o peito largo e peludo, as mãos grandes cravadas nos quadris da minha esposa, controlando cada centímetro daquele movimento. No calor daquela ação, a sala estava impregnada de palavras carregadas de fetiche e desejo mútuo:
— Você gosta quando eu te pego assim de surpresa na sala, não gosta, Tainá? — meu pai sussurrou, a voz grossa e pausada.
— Sim, Diniz… eu adoro ser arrombada com sua bruteza… me segura firme — ela arfou, cravando as unhas no estofado.
— O seu marido não faz ideia de como você fica safada nas minhas mãos — ele provocou, aplicando uma estocada mais forte.
— Ele não sabe o homem que tem em casa… vai, continua, me rasga com tudo — ela implorou, jogando a cabeça para trás.
— O meu filho corno não tem um pirocão desses pra lhe dar? — Diniz rosnou bem perto do ouvido dela.
— Ele não tem, o seu é enorme… me preenche inteira, me esfola por dentro… me toma sem piedade — ela urrou baixinho, entregando-se por completo.
Eu sabia que o dote físico do meu pai era grande, mas o seu mastro volumoso estava completamente exposto e estufava a intimidade da minha acesso a cada investida, esticando a pele alva dela de um jeito que parecia quase irreal para mim. O contraste entre a pele clara dela e a compleição rústica do meu pai tornava a cena de uma crueza magnética. A dinâmica deles era hipnótica. Os movimentos de vai e vem começavam de forma leve, quase calculada, alternando com estocadas fortes e profundas, enterrando-se por completo nas entranhas dela. A cada golpe mais bruto, Tainá jogava a cabeça para trás, os olhos fechados e a boca aberta, emitindo urros contidos de puro prazer e êxtase. Minha mente entrou em curto-circuito, mas o meu corpo reagiu com uma onda de adrenaline violenta e um tesão proibido. Ver o meu próprio pai possuindo a minha acesso com aquela autoridade me deixou completamente rígido dentro da calça. Fiquei paralisado atrás da pilastra do corredor, com a respiração suspensa, assistindo àquela cena de carne com carne.
Escondido atrás da pilastra do corredor, eu sentia o meu coração martelar contra o peito com tanta força que parecia ecoar pelas paredes do apartamento. Minha mão direita desceu pelo tecido da calça, segurando o meu membro que pulsava, totalmente rígido, em perfeita sincronia com o impacto dos corpos que eu assistia a poucos metros de mim. Eu estava imerso em um transe de puro fetiche e choque, incapaz de desviar os olhos daquela cena proibida. O ritmo do meu pai na sala tornou-se ainda mais agressivo. Diniz parecia ignorar qualquer barreira de cansaço ou idade, usando toda a sua estrutura forte para dominar Tainá. Ele segurou os longos cabelos escuros dela por trás, forçando a cabeça da minha esposa para trás, enquanto mantinha as estocadas fundas, rápidas e ritmadas. Cada golpe fazia o corpo dela se chocar contra o braço estofado do sofá cinza, arrancando rangeres baixos da estrutura do móvel.
Tainá estava completamente entregue. Ela cravava as unhas no tecido do sofá, soltando gemidos agudos que morriam em sua própria boca sempre que tentava conter o volume do som, com medo de que os vizinhos ouvissem. O mastro volumoso do meu pai sumia por inteiro dentro dela a cada investida, esticando a pele alva da minha esposa de uma forma que me causava um arrepio violento na espinha. Era uma imagem de submissão e desejo absoluto que eu nunca havia sido capaz de arrancar dela. Foi quando comecei a ouvir nitidamente os diálogos adicionais que eles trotavam no ápice daquela ação:
— Diniz… meu Deus, Diniz… vai… me arromba toda — ela sussurrou de forma sôfrega, a voz quase falhando pelo cansaço físico.
— Eu te avisei para não cruzar o meu caminho na cozinha, Tainá. Agora tome rola — meu pai respondeu, o peito peludo colado nas costas dela.
— Eu não consigo resistir ao seu cacetão… você me preenche inteira, me rasga por dentro — ela arfou, rebolando o quadril com fúria contra ele.
— Você é a mulher do meu filho, mas quando eu te pego desse jeito, você esquece tudo, não esquece? — Diniz rosnou perto do ouvido dela, apertando suas coxas grossas.
— Esqueço… eu sou a sua nora vagabunda… continua, entra com tudo no meu fundo! — ela exclamou de forma contida.
— Então sinta a força de um pau de verdade — meu pai finalizou, aplicando três estocadas brutas que fizeram a estrutura do sofá balançar.
Os olhos verdes da minha esposa estavam se revirando de puro êxtase enquanto um urro agudo escapava da sua ocorrência marcando o momento exato em que ela desabava em um orgasmo violento. Meu pai, emitindo um som rouco e abafado, segurou-a com força total e descarregou toda a sua carga de leite no fundo das entranhas da nora, permanecendo imóvel por alguns segundos enquanto o ápice os consumia no centro da nossa sala. O silêncio voltou a reinar no apartamento, quebrado apenas pelo som das respirações pesadas e cortadas dos dois. Eu sabia que aquele era o momento exato em que o transe daria lugar à realidade e ao medo de serem pegos. Se eles notassem a minha presença ali, o teatro invisível que eu havia construído na minha mente desmoronaria de forma trágica. Com toda a cautela do mundo, deslizei os pés descalços para trás, voltando pelo corredor do hall de entrada sem fazer o menor ruído. Segurei a maçaneta da porta principal com os dedos trêmulos, abri-a com cuidado milimétrico, saí para o corredor do prédio e fechei a fechadura com suavidade. Desci dois lances de escadas correndo, com o membro ainda rígido sob a roupa, pronto para dar a eles o tempo necessário de se limparem antes do meu retorno legítimo.


