O marido não dá conta sozinho. Cap. 3: O Jogo Orquestrado

Na manhã seguinte, antes mesmo de o sol nascer por completo, a atmosfera no nosso quarto já vibrava com uma cumplicidade elétrica. Eu e Tainá estávamos sentados na beira da cama, sussurrando os detalhes finais da encenação invisível que havíamos desenhado. Cada passo precisava ser calculado para que o meu pai caísse na nossa armadilha de desejo.
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— Você tem certeza de que quer ir até o fim com isso hoje, João? — ela sussurrou, os olhos verdes brilhando na penumbra.
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— Tenho toda a certeza do mundo, meu amor. Eu quero assistir a cada segundo — respondi, segurando o rosto dela.
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— O seu pai é um homem de verdade, João. Ele me pegou com uma força que você nunca teve na vida — ela provocou, com um sorriso de canto.
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— Eu sei, Tai. E ver você se entregando a essa força dele é o que está me deixando louco — confessei, sentindo meu coração acelerar.
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— O dote do seu pai me preenche por completo. Você não fica com vergonha de saber que o cacetão dele é muito maior que o seu? — ela humilhou, olhando para o meu calção.
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— Não sinto vergonha, sinto orgulho por ter uma mulher tão gostosa sendo usada pelo meu pai. Quero ver você implorar por ele hoje — rebati, engolindo o orgulho pelo fetiche.
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— Então se prepara, porque perto do Diniz você parece um menino. Vou fazer o seu pai me usar até o fundo na sua frente — ela desdenhou, levantando-se.
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A escolha do vestuário era a peça-chave do plano para desestabilizar o autocontrole do meu pai. Tainá caminhou até o guarda-roupa e começou a revirar as gavetas sob o meu olhar atento, buscando a combinação mais provocante e audaciosa possível.
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— O que você acha deste short cinza de malha colado, João? — ela perguntou, esticando a peça curta nas mãos.
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— É perfeito. Ele abraça a sua bunda empinada de um jeito que o meu pai não vai conseguir desviar o olhar — aprovei.
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— O Diniz adora quando eu fico de quatro. Esse short vai deixar o mastro dele duro em dois segundos — ela comentou, provocando.
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— Use a de alças finas na parte de cima. E não coloque sutiã. Quero os seus seios fartos bem marcados sob o tecido a cada movimento — ordenei.
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— Você quer me ver completamente vulnerável para ele, não quer? — ela comentou, vestindo as roupas devagar.
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— Quero ver você sendo a nora mais safada e submissa que ele já imaginou ter — declarei, sentindo meu pau endurecer.
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Eu fingi sair às sete horas, batendo a porta da frente com força. Deslizei de volta para dentro com passos milimétricos e me escondi no closet de serviço, atrás do painel vazado da sala. Minha mão direita já segurava o meu membro rígido, pronto para a masturbação. Às sete e meia, meu pai apareceu na sala vestindo apenas uma calça de moletom desgastada, deixando o peito largo e peludo à mostra. Ele travou o maxilar ao ver Tainá inclinada sobre a mesa de centro, com o short cinza curto destacando as coxas grossas e a bunda empinada.
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— Menina, não me provoque já cedo desse jeito, que eu perco o controle agora mesmo e te quebro no meio — Diniz disse, a voz saindo como um trovão rouco, carregada de uma autoridade rústica.
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— Só se for agora, Diniz. Eu sei que você passou a noite pensando em mim e no que a gente fez naquele sofá — ela rebateu, com a voz mansa, encurtando a distância entre os dois.
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— Você não tem vergonha de ficar se exibindo assim para o pai do seu marido? — ele perguntou, dando um passo firme.
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— Eu te quero de novo, sogrinho. Quero sentir a força que só você tem para me dominar por completo — ela desafiou.
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— Você está pedindo para levar um castigo que nunca mais vai esquecer, Tainá — meu pai rosnou, os olhos castanhos fixos nela.
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— Engenheiro de mão cheia, me castiga logo. Faz o que você ficou com vontade de fazer a noite inteira — ela implorou, quebrando a última barreira.
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Diniz a puxou pela cintura com uma bruteza que a fez arfar, conduzindo-a de volta para o braço do sofá. Ele a posição de costas, deitando o tronco dela sobre o estofado enquanto mantinha o quadril elevado. O mastro volumoso do meu pai estava exposto e pronto. Vi o momento exato em que ele venceu a resistência e penetrou profundamente nas entranhas de Tainá. Um som sôfrego escapou da garganta dela, dando início a uma sequência intensa de diálogos no calor da cópula:
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— Olha a sua situação, Tainá… de quatro na minha sala, se humilhando desse jeito pelo meu pau — Diniz rosnou, o ritmo já pesado.
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— Eu sou sua, sogrão… me usa como se eu fosse um bicho, me esfola por dentro — ela urrou baixinho, cravando as unhas no sofá.
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— Você é a nora mais vagabunda que um homem poderia ter. O meu filho não te dá uma surra dessas, não é? — ele instigou.
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— Ele não dá, Diniz… ele é fraco perto de você. O seu cacetão me domina por completo, me destrói — ela confessou.
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— Então chora e implora por mais, porque hoje eu não vou ter nenhuma pena de você — meu pai respondeu, aplicando estocadas fortes.
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— Entra com tudo… me quebra inteira, me enche até o fundo com esse mastro grosso! — ela berrou, em total submissão.
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— Você gosta quando eu enterro essa rola grossa bem fundo na sua racha, não gosta? — Diniz perguntou, a respiração cortada.
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— Adoro… eu sou a sua cadelinha hoje, me esporra toda nesse estofado — ela clamou, balançando o quadril.
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— O João devia estar aqui para ver como a esposa dele gosta de ser tratada por um macho de verdade — ele provocou.
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— Esquece o João… o meu dono agora é você, me rasga mais forte — Tainá implorou, os olhos verdes se revirando.
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— Aguenta o tranco então, porque vou te esvaziar inteira agora — meu pai decretou, puxando os cabelos dela para trás.
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— Vai… me enche com o seu leite… bota toda a sua porra no meu fundo! — ela gritou, atingindo um orgasmo violento.
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A intensidade chegou ao limite quando Diniz desferiu uma sequência final e avassaladora, descarregando toda a sua carga no fundo da intimidade da nora. Em perfeita sincronia com o desfecho deles, eu também cheguei ao meu limite no escuro do closet, completando a realização máxima do nosso fetiche. Diniz, assustado com a própria audácia, afastou-se devagar, ajeitou a calça de moletom e caminhou a passos largos de volta para o seu quarto. Tainá ficou deitada no sofá por alguns minutos, recuperando o fôlego, sabendo que o plano havia funcionado perfeitamente.
Foto 1 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 3: O Jogo Orquestrado

Foto 2 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 3: O Jogo Orquestrado

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido não dá conta sozinho. Cap. 3: O Jogo Orquestrado

Codigo do conto:
267328

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/07/2026

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