O marido não dá conta sozinho. Cap. 4: Jogo de Olhares no Jantar

A noite finalmente caiu, trazendo um silêncio pesado e carregado para o apartamento. A sala, que horas antes havia sido o cenário daquela entrega absoluta entre o meu pai e a minha esposa, agora parecia o palco de um teatro invisível. Tainá estava na cozinha terminando de preparar o jantar, enquanto o meu pai, Diniz, assistia ao telejornal na TV, com os braços fortes cruzados e uma expressão severa, tentando digerir a culpa do que havia feito. Eu circulava pelo ambiente com uma calma calculada, saboreando o controle que aquele segredo me dava.
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Quando nos sentamos à mesa de jantar, a eletricidade estática entre os três era quase palpável. Tainá serviu o arroz e a carne com as mãos levemente trêmulas. Ela havia trocado o short cinza de malha por um vestido preto de alças, mas o tecido leve ainda deixava o contorno dos seus seios fartos bem evidente. Diniz evitava olhar diretamente para ela, mantendo os olhos fixos no prato, mas o pomo de adão do seu pescoço peludo subia e descia sempre que ela passava por perto.
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Decidi que era a hora de quebrar o silêncio e iniciar as provocações, jogando com as palavras que eu havia escutado do closet para testar o limite psicológico deles.
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— O jantar cheira muito bem, Tai. Você se esforçou na cozinha hoje, ou passou a tarde gastando as suas energias em outra coisa? — perguntei, dando um gole lento no meu suco.
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— Eu limpei a casa inteira, João. O mormaço de hoje me deixou exausta, precisei até de uma ajuda do seu pai com uns móveis pesados — ela respondeu, sustentando o meu olhar com um brilho de pura malícia nos olhos verdes.
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— É verdade, pai? A Tainá deu muito trabalho para você aqui na sala hoje à tarde? — indaguei, virando-me diretamente para Diniz.
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Meu pai travou os talheres na mesma hora, os músculos dos seus braços robustos se contraindo por baixo da camisa. Ele pigarreou, tentando manter a voz grossa e firme.
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— A sua esposa só precisou de uma força para arrastar o sofá, João. Coisa rápida, o serviço bruto é comigo mesmo — ele respondeu, sem me encarar diretamente.
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— O seu pai é muito bom com o serviço bruto, João. Ele tem uma força e uma pegada que fazem as coisas irem até o fundo, bem diferente do seu jeito mais calmo — Tainá disparou, com uma audácia que me fez sentir um soco de tesão no estômago.
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— Imagino. O meu pai sempre foi o homem da casa, o macho alfa da família. Eu sou mais moderno, mas sei reconhecer quando um homem mais velho tem um dote de autoridade maior — comentei, humilhando a mim mesmo na mesa para inflar o ego do velho e atiçar o fetiche.
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Diniz engoliu em seco, olhando de relance para o decote de Tainá por cima do prato. A respiração dele começou a acelerar, o peito largo subindo e descendo de forma pesada. Ele percebeu o duplo sentido, mas a culpa e o desejo o mantinham encurralado.
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Assim que o jantar terminou, meu pai se despediu de forma breve e se trancou no quarto dele no andar de baixo. Eu e Tainá recolhemos os pratos em silêncio e subimos para o nosso quarto. No segundo em que bati a chave na fechadura, o clima de simulação acabou. Puxei Tainá pela cintura fina com bruteza, colando o meu corpo ao dela, sentindo que ela já estava completamente entregue àquela atmosfera proibida.
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— Você foi muito abusada na mesa, Tainá. Falar da força e do jeito do meu pai na minha frente… você realmente queria me ver no limite — sussurrou, apertando suas coxas grossas.
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— Eu só falei a verdade, João. O seu pai me dominou como se eu fosse um bicho hoje cedo. Comparado a ele, você parece um menino brincando de casinha — ela desdenhou, usando a humilhação verbal para me deixar ainda mais rígido.
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— E você gosta de se sentir a nora vagabunda dele, não gosta? De saber que o pirocão do velho entra rasgando tudo em você? — provoquei, jogando a baixa na cama de costas.
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— Adoro… o cacetão do Diniz me deixa em carne viva, doendo e querendo mais. O seu mastro nem chega perto do fundo onde o dele alcança — ela humilhou de volta, abrindo as pernas de forma provocante sobre o lençol.
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— Pois é exatamente essa humilhação que me dá tesão. Eu sou o corno manso que comanda esse jogo, e amanhã eu quero ver você implorando pelo leite dele na sala de novo — ordenei, subindo por cima dela com uma urgência selvagem.
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— Eu vou implorar, João. Vou berrar para o seu pai que o pau dele é o meu dono e que você só serve para assistir de longe — ela exclamou, caçando a minha boca com fúria.
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Iniciamos o nosso próprio ato na cama, com o quarto tomado por diálogos pesados e carregados de fetiche, onde cada estocada minha era alimentada pela imagem mental do meu pai possuindo as entranhas da minha esposa horas antes:
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— Fala para mim, Tai… o meu pai te segurou pelo cabelo desse jeito enquanto te esfolava? — perguntei, puxando as mechas pretas dela para trás.
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— Foi pior, João… ele me puxou com tanta força que achei que ia arrancar. Ele me quebrou no meio — ela gemeu alto.
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— Você prefere o mastro dele sumindo dentro de você ou o meu? Responde, safada! — comandei, acelerando o ritmo.
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— O dele é muito maior, João… o pau do seu pai me arromba inteira, me enche até a boca do estômago — ela confessou, com os olhos verdes virando.
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— É isso que eu quero ouvir. Você é a putinha do velho Diniz e a minha mulher de fachada — disparei, sentindo o ápice se aproximar.
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— Sim… eu sou a nora vagabunda dele… mistura o seu leite com o dele aqui dentro de mim! — ela berrou, desabando em um orgasmo violento.
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Ficamos deitados ali, suados e ofegantes na penumbra, sentindo o peso e o prazer daquele pacto de luxúria que havíamos selado. O jogo de mentes estava apenas começando, e nós dois sabíamos que, na manhã seguinte, o velho Diniz seria testado em seu autocontrole mais uma vez, sob a nossa total orquestração.
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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido não dá conta sozinho. Cap. 4: Jogo de Olhares no Jantar

Codigo do conto:
267331

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/07/2026

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