O marido não dá conta sozinho. Cap. 2: O Acordo de Quarto e as Confissões na Penumbra

A noite finalmente chegou, cobrindo o apartamento com uma penumbra densa e silenciosa. O jantar havia sido uma tortura deliciosa; eu observava cada movimento do meu pai e as mãos levemente trêmulas de Tainá ao servir a mesa. Eles achavam que guardavam o maior crime do mundo, sem imaginar que eu era o dono daquele segredo. Quando finalmente nos trancamos no nosso quarto, o clima mudou. O tesão que eu havia acumulado desde as três da tarde estava prestes a explodir.
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Tainá estava sentada na beira da cama, vestindo uma camisola de cetim preta curta. Ela parecia pensativa, talvez digerindo a intensidade do que havia vivido com o sogro no sofá. Aproximei-me sem fazer barulho, tirei a minha camisa e sentei-me atrás dela, colando o meu peito nas suas costas nuas. Senti o corpo dela dar um leve sobressalto.
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— Você está tão quieta hoje, meu amor… — sussurrei bem perto do ouvido dela, morder o lóbulo com uma força que a fez arfar. — Aconteceu alguma coisa enquanto eu estava fora?
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— Não, João… só estou um pouco cansada. O dia foi quente, sabe? — ela mentiu, a voz saindo um tom mais baixa, tentando manter a fachada de acesso recatada.
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— É, o dia foi extremamente quente — respondi, descendo as minhas mãos pela cintura fininha dela e pegando os seus quadris com força, exatamente no mesmo lugar onde vi as mãos brutas do meu pai cravadas horas antes. — Sabe, quando eu cheguei, achei a sala com um cheiro diferente. Um cheiro forte… de pele, de suor. E o sofá parecia um pouco fora do lugar.
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Tainá congelou por um segundo sob as minhas mãos. Pude sentir o coração dela começar a disparar contra as minhas costelas. Ela virou o rosto para me olhar por cima do ombro, os olhos verdes cheios de uma mistura de pânico e uma excitação que ela não conseguia esconder.
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— O sofá? Eu… eu devo ter esbarrado nele enquanto arrumava a casa — ela gaguejou, engolindo em seco.
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— Entendi… — sorri com malícia no escuro, segurando os cabelos longos dela por trás e puxando a cabeça dela de leve para trás, imitando perfeitamente o gesto dominador do meu pai. — Sabe o que eu acho? Acho que você passou a tarde liberando essa energia que você esconde de mim. Você está com cara de quem foi muito bem usada hoje, Tai. De quem levou uma surra de prazer.
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Ouvir aquela provocação ambígua agiu como um choque elétrico no corpo de Tainá. A menção indireta ao que havia acontecido rompeu as barreiras do seu autocontrole. Ela soltou um gemido sôfrego, virando-se de frente para min na cama e jogando-se nos meus braços com uma urgência selvagem que eu nunca tinha visto nela.
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— João… me pega logo de uma vez… me toma com força — ela implorou, a respiração totalmente descontrolada, caçando a minha boca com fúria.
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Deitei-a na cama de costas e subi por cima dela. Eu não fui o marido carinhoso de sempre. Movido pelo fetiche de saber exatamente quem havia preenchido aquele corpo horas antes, rasguei a camisola dela de lado e a dominei. Tainá agarrava os lençóis com força, exatamente como fizera no estofado da sala. Entre as estocadas firmes que eu imprimia, decidi elevar o nível do diálogo ousado, brincando com a mente dela até o limite.
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— Fala para min, Tai… é assim que você gosta? — perguntu, a voz grossa, olhando no fundo dos olhos dela. — Gosta de homem que te segura firme? Que entra com tudo e não pede licença?
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— Sim, meu amor… assim… mais forte, me joga na cama — ela urrou, jogando a cabeça para trás, os seios suculentos balançando com o impacto do nosso ritmo.
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— Você quer que eu te encha por completo, não quer? Quer sentir o mastro rasgando as suas entranhas até o fundo… exatamente como você sentiu mais cedo, né? — provoquei, sussurrando a palavra "mastro" e "entranhas", termos que meu pai usava, jogando com o subconsciente dela.
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Tainá arregalou os olhos verdes por um segundo, atingindo o ápice do choque e da luxúria ao mesmo tempo. Ela percebeu a audácia das minhas palavras, mas o tesão do proibido era tão avassalador que ela apenas se entregou ainda mais, rebolando o quadril contra o meu com uma fúria animal.
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— Me esporra, João! Vai… me enche do seu leite, me toma como se eu fosse sua putinha — ela berrou, perdendo completamente o filtro, entregando-se àquela brutalidade consensual que havíamos estabelecido no quarto.
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O ritmo tornou-se selvagem. Eu descarregava ali toda a adrenalina de ter sido o espectador invisível daquela família. Quando o ápice chegou, nós dois explodimos juntos em um orgasmo violento que fez a cama tremer. Ficamos deitados ali, ofegantes, suados. Tainá escondeu o rosto no meu peito, trêmula, sem saber que o seu maior segredo era, na verdade, a engrenagem que agora movia a nossa cama.
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O silêncio que se seguiu ao nosso ápice na cama era denso, quase palpável. Deitados lado a lado, com a respiração voltando lentamente ao normal, a atmosfera de mistério havia se desfeito por completo. Tainá estava com os olhos fixos no teto, o peito ainda subindo e descendo devagar, processando as palavras e as provocações que eu havia soltado durante o ato. Ela sabia que não havia mais como esconder. Eu sabia de tudo.
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Virei-me de lado, apoiando o peso do meu corpo em um dos cotovelos, e olhei para o rosto dela sob a luz fraca do abajur. Com a mão livre, comecei a traçar caminhos lentos e suaves pela pele da sua coxa, subindo devagar até alcançar a sua bucetinha, que ainda estava quente e úmida. Meus dedos iniciaram uma carícia suave, ritmada, mantendo o foco total na sensibilidade dela, enquanto o meu tesão recomeçava a subir apenas com a expectativa do que estava por vir.
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— Está na hora de parar de fingir, Tai — sussurrei, a voz mansa, mas firme. — Eu vi vocês na sala hoje à tarde. Eu estava no corredor. E quero que você me conte exatamente como isso tudo começou.
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Tainá deu um leve sobressalto, os olhos verdes se arregalando ao encarar os meus. Uma lágrima solitária escorreu pelo canto do seu rosto, misturando o medo da descoberta com o alívio de não precisar mais carregar aquele peso sozinha. Ao sentir os meus dedos continuando a carícia íntima e suave, sem qualquer sinal de raiva, ela percebeu que o meu desejo estava totalmente ligado àquela revelação. Ela engoliu em seco e começou a falar, a voz trêmula.
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— João… me desculpa… eu não sei o que deu na minha cabeça — ela começou, arfando de leve pelo estímulo da minha mão. — Começou... O seu pai… o Diniz tem aquela presença forte, aquele jeito de homem que comanda tudo. Teve um dia em que você estava no trabalho e ele foi me ajudar a consertar o chuveiro que tinha queimado.
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Eu ouvia cada palavra com o coração acelerado, sentindo meu membro pulsar forte contra o colchão. Desci o meu corpo pela cama lentamente, sem interromper o movimento dos meus dedos na intimidade dela, e posicionei-me na extremidade oposta, segurando os pés delicados de Tainá. Comecei a depositar beijos lentos e carinhosos no peito do pé dela, subindo pelos tornozelos, demonstrando a minha total submissão àquele fetiche que nos consumia.
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— Continua, meu amor… conta cada detalhe — incentivei, a voz rouca, subindo os beijos pelos dedos dos pés dela enquanto mantinha o ritmo da carícia lá em cima.
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— O banheiro estava muito abafado, João… ele tirou a camisa e o peito dele estava suado. Quando ele terminou, ele se virou e me pegou olhando para o corpo dele, olhando para o volume que marcava no calção — Tainá confessou, fechando os olhos e jogando a cabeça para trás, o quadril elevando-se de leve ao encontro dos meus dedos. — Ele percebeu. O Diniz não recuou. Ele deu um passo na minha direção, me encurralou contra a parede do corredor e disse que percebia o jeito que eu o olhava desde o primeiro dia em que ele se mudou para cá.
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— E o que ele fez? — perguntei, a mente totalmente submersa na imagem do meu pai dominando a minha mulher dentro da nossa própria casa.
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— Ele segurou o meu braço com aquela mão enorme e calejada e disse que, se eu quisesse descobrir como era ser tratada por um homem de verdade, era só eu não fechar a porta. Eu fiquei sem ar, João. O tamanho do mastro dele era gigante, eu nunca tinha visto um assim… me deixou completamente tonta. Um dia, logo depois que você saiu para trabalhar, ele entrou aqui. Ele me pegou sem dó, me virou de costas na nossa cama e me arrombou com aquela bruteza de peão. Doeu, João… doeu demais no começo, mas me deu um tesão que eu nunca tinha sentido. Eu virei a nora vagabunda dele ali mesmo.
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Aquelas palavras saídas da boca da minha própria esposa, misturadas ao toque dos meus dedos na sua pele úmida, me fizeram atingir um estado de excitação quase insuportável. Decidi que o jogo não pararia ali; nós usaríamos aquela situação para alimentar o nosso próprio fogo.
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— Ele é muito mais dotado do que eu, não é? — perguntei, subindo de volta pela cama e encarando-a bem de perto. — Você sentiu a diferença da rola dele te esfolando por dentro?
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— É enorme, João… o cacetão dele entra rasgando tudo e me enche até a boca do estômago — ela confessou, com os olhos verdes brilhando de luxúria, os lábios trêmulos. — Mas eu quero que você me use agora. Quero sentir você limpando o que ele deixou.
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Aproximei-me e iniciamos uma nova sequência de diálogos carregados de desejo enquanto a penetrava novamente, transformando a noite em um verdadeiro pacto de fetiche:
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— Você vai dar para ele amanhã de novo, Tai? — perguntei, desferindo estocadas firmes.
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— Vou… se você quiser, eu dou para ele na sala, na cozinha, onde você imaginar — ela gemeu alto.
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— Eu quero você usando aquele short cinza curto de malha bem colado para atiçar o velho logo cedo — comandei, com tapas sua bunda.
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— Eu vou usar… vou deixar o sogrão louco para enfiar aquele pau grande em min de novo — ela urrou, jogando a cabeça para trás.
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— E você vai gritar bem alto para eu ouvir do meu esconderijo? — provoquei, acelerando o ritmo.
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— Vou berrar que o pirocão dele é o dono da minha bucetinha, João… me chupa, me toma todinha! — ela exclamou, entregando-se ao segundo orgasmo da noite.
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Ficamos abraçados até o amanhecer, sabendo que a rotina daquela casa nunca mais seria a mesma e que o meu pai seria, dali em diante, o motor secreto do nosso casamento.
Foto 1 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 2: O Acordo de Quarto e as Confissões na Penumbra

Foto 2 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 2: O Acordo de Quarto e as Confissões na Penumbra

Foto 3 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 2: O Acordo de Quarto e as Confissões na Penumbra


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido não dá conta sozinho. Cap. 2: O Acordo de Quarto e as Confissões na Penumbra

Codigo do conto:
267327

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/07/2026

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