O marido não dá conta sozinho. Cap. 5: O sogro fica cada vez mais a vontade
Na manhã de quinta-feira, enquanto o meu pai ainda dormia no andar de baixo, eu e Tainá acordamos mais cedo para desenhar o próximo cenário do nosso jogo familiar. O apartamento estava ficando pequeno para a intensidade do nosso fetiche, e a proximidade do fim de semana trouxe a oportunidade perfeita. Decidimos que levaríamos Diniz para passar três dias na nossa chácara de praia isolada. ? — Você acha que o seu pai vai aceitar viajar com a gente depois do que aconteceu na sala, João? — Tainá sussurrou, sentada no meu colo, com os cabelos pretos caindo sobre os ombros. ? — Ele vai aceitar porque a culpa o consome, mas o desejo por você é muito maior, Tai. Ele não vai conseguir recusar um fim de semana perto de você — respondi, acariciando sua cintura fina. ? — Eu quero usar aquele biquíni cortininha preto minúsculo na frente dele. Quero ver o velho Diniz perder o juízo sob o sol da praia — ela provocou, rindo baixinho. ? — É exatamente isso que você vai fazer. Quero você desfilando bem perto dele na areia, exibindo cada curva dessa sua bunda empinada — ordenei, sentindo o meu membro pulsar. ? — O seu pai fica me vigiando como se eu fosse dele, João. No jantar ele parecia um animal encurralado, com ciúmes de você — ela humilhou, olhando nos meus olhos. ? — O velho é o macho alfa agora, Tai. Ele acha que você é a submissa dele. Vamos usar esse ciúme dele para fazer o jogo subir de nível lá na praia — planejei. ? Combinado o roteiro da viagem, Tainá se levantou para preparar o café da manhã. Para a cozinha, ela escolheu um short de malha cinza ainda mais curto que o do dia anterior e uma regata branca sem sutiã, deixando o formato dos seus seios fartos completamente marcados sob o tecido leve. Eu me posicionei estrategicamente no corredor escuro, com a visão limpa para a cozinha americana, iniciando o movimento lento da masturbação. ? Não demorou muito para o meu pai aparecer. Diniz entrou no ambiente vestindo apenas uma calça de moletom azul escura, exibindo os braços fortes e o peito largo e peludo. Ele parou perto do balcão de granito, com os olhos castanhos fixando-se imediatamente no movimento dos quadris de Tainá enquanto ela passava o café. ? — Bom dia, sogrinho. Dormiu bem ou passou a noite em claro pensando no sofá? — ela disparou, com uma audácia cortante, virando-se de frente para ele. ? — Você não tem limites, Tainá… fica andando assim pela casa sabendo muito bem o que faz com a minha cabeça — meu pai rosnou, com a voz grossa e abafada. ? — Eu só estou preparando o café do meu marido, Diniz. Mas se você quiser me pegar aqui mesmo na bancada, eu sei que você tem força para isso — ela provocou, inclinando o corpo para a frente. ? — O João está no quarto, sua maluca. Você quer que o meu próprio filho pegue a gente no flagrante? — ele perguntou, dando um passo curto e tenso na direção dela. ? — O João tem o sono pesado, velho. Ele não dá conta de mim sozinho, você sabe disso. O seu pau grande é o que me bota no lugar — ela humilhou o marido, entregando-se ao fetiche. ? — Você é uma safada, Tainá… uma vagabunda que eu devia quebrar no meio aqui mesmo — Diniz disse, segurando os quadris grossos dela com as duas mãos grandes e calejadas. ? A audácia de Tainá e a pegada rústica do meu pai na bancada da cozinha, a poucos metros do meu quarto, fizeram o meu tesão explodir no corredor escuro. Minha mão direita corria frenética pelo meu membro rígido, enquanto eu assistia ao velho apertar a carne macia da bunda da minha esposa por cima do short cinza colado. ? Diniz a virou de costas contra a pia com uma bruteza impiedosa, puxando o tecido curto do short para o lado sem qualquer cerimônia. Ele expôs a brancura da pele alva dela e, com um impulso firme e direto, tomou posse das entranhas da nora ali mesmo, entre os armários da cozinha. Tainá soltou um gemido agudo, que morreu em um sussurro sôfrego de puro preenchimento. ? — Olha onde você está me metendo, Tainá… te esfolando na cozinha do meu próprio filho — meu pai rosnou perto do ouvido dela, mantendo as estocadas rápidas e profundas. ? — É aqui que eu quero, Diniz… me quebra inteira na marra, o seu mastro é o meu dono — ela urrou baixinho, agarrando as bordas de inox da pia. ? — O meu filho é um menino perto de mim. Ele nunca vai conseguir te encher do jeito que eu te encho — ele provocou, aplicando golpes pesados. ? — Não vai mesmo… o seu cacetão é enorme, me esmaga por dentro… entra com tudo, seu velho tarado! — ela clamou, rebolando o quadril com fúria contra ele. ? — Então aguenta o peso, porque hoje eu vou te deixar dolorida de verdade — meu pai decretou, puxando os cabelos pretos dela para trás com força. ? — Vai… me arromba toda… joga toda a sua porra quente no fundo da minha racha! — ela gritou de forma contida, os olhos verdes se revirando em um orgasmo violento. ? Diniz descarregou toda a sua carga de leite no fundo da intimidade dela, prendendo o corpo de Tainá contra a pia com um rosnado grosso e exausto. Eu cheguei ao meu próprio ápice no escuro do corredor em perfeita sincronia, limpando os dedos na bermuda. O velho se afastou às pressas, limpando-se com um pano e voltando para o quarto dele tomado pelo medo. Tainá ficou ali, ofegante e suada, ajeitando a roupa com um sorriso de vitória absoluta. Era mais um cômodo da casa em que ela era invadida pelo meu pai. O planos para a viagem de praia estavam se montado.
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