O marido não dá conta sozinho. Cap. 6: O Acostamento e a Rapidinha na Mata

A sexta-feira à tarde chegou com o céu cinzento e um trânsito caótico de saída da cidade para o litoral. Dentro do carro, a atmosfera era sufocante de tanta eletricidade. Eu ia ao volante, fingindo total concentração na rodovia, enquanto meu pai, Diniz, ocupava o banco do carona e Tainá ia logo atrás, no banco traseiro. A disposição dos lugares foi friamente calculada por nós no quarto: dali, ela tinha o ângulo perfeito para iniciar o jogo de submissão verbal e provocação física direta, sem que o meu pai suspeitasse de nada.
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Tainá vestia um short jeans curto desfiado e uma blusa preta de alças totalmente aberta nas laterais, revelando que não usava sutiã. O formato dos seus seios fartos balançava a cada solavanco do carro na pista. Meu pai tentava manter os olhos fixos na estrada, mas o espelho retrovisor central o traía a cada cinco minutos. Ele engolia em seco, observando a nora rebolar de leve no banco de trás para ajeitar a postura, consumido por uma culpa esmagadora por achar que estava cobiçando a mulher do próprio filho.
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Decidi usar o congestionamento pesado na entrada da serra para criar a oportunidade perfeita, seguindo o plano que havíamos traçado. Tainá começou a respirar mais alto, fingindo um leve mal-estar por conta do abafamento do veículo.
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— João, para o carro ali na frente naquele recuo perto da entrada da mata. Estou me sentindo sufocada aqui dentro. Preciso descer um pouco e tomar um ar fresco antes de pegarmos a serra — ela pediu, a voz manhosa e calculada.
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— Tudo bem, amor. Vou encostar no acostamento ali na frente. Acho que uns 15 minutos de brisa já são o suficiente para você se recuperar — respondi com falsa preocupação, parando o veículo em uma clareira isolada.
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— Vamos entrar um pouco ali naquela trilha da mata, João? O ar perto das árvores parece bem mais fresco e longe dessa fumaça de caminhão. Vem comigo e com o seu pai — ela convidou, abrindo a porta e saindo.
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— Não, Tai, eu prefiro ficar aqui cuidando do carro e olhando o mapa no celular. Vai lá você, mas o pai vai junto. Pai, vai com ela e cuida bem da minha mulher lá dentro — comentei com falsa ingenuidade, assumindo a minha total posição de submissão.
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— É melhor o seu pai ir mesmo, João. Ele é um homem forte, rústico, sabe como cuidar de uma mulher em qualquer lugar. Você prefere ficar aí mofando com esse celular na mão feito um frouxo — ela humilhou o marido em voz alta, olhando nos olhos de Diniz.
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— O seu pai tem a pegada firme que falta em você, João. Ele me passa uma segurança de macho alfa que você nunca vai ter na vida — ela disparou, desdenhando da minha masculinidade para atiçar o velho.
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— Eu sei disso, Tai. O meu pai sempre comandou tudo na família, eu sou bem mais calmo e fraco. Podem ir, pai, garanta que nada aconteça com ela nesses 15 minutos — emendei, mantendo a minha máscara de marido submisso com perfeição.
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Diniz e Tainá desceram do veículo e caminharam para a trilha deserta. Fingi continuar focado na tela do celular, mas assim que as silhuetas deles sumiram na primeira curva da vegetação, saí do carro sem fazer barulho com a porta e deslizei de manso por trás de uma árvore de tronco largo. Dali, oculto pelas folhas e pela neblina da serra, eu tinha a visão limpa e perfeita do que se desdobraria naquela rapidinha. Minha mão direita desceu imediatamente para a minha bermuda, iniciando o movimento lento da masturbação.
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Meu pai achava que eu estava totalmente distraído no volante. Consumido pelo tesão acumulado da semana e pelo perigo do tempo curto, ele não resistiu à oportunidade. Assim que entraram na mata, longe dos olhos da rodovia, Tainá se encostou em uma árvore de tronco largo, arqueando o corpo de forma provocante. Diniz a encurralou ali mesmo com uma bruteza impiedosa. Ele abriu o zíper do short jeans dela com pressa e o afastou, expondo a brancura daquela bunda empinada e segura. O mastro volumoso dele já estava totalmente rígido.
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Achando que cometia o maior pecado da sua vida escondido de mim, o velho a segurou firme pelos quadris e a invadiu de forma direta, penetrando profundamente nas entranhas de Tainá. Um gemido agudo e abafado ecoou pela vegetação. Tainá jogava a cabeça para trás, cavalgando e rebolando o quadril largo contra o homem mais velho em total submissão.
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O calor da mata fechada criava o cenário perfeito para a nossa luxúria cronometrada. Iniciou-se uma sequência pesada de diálogos sussurrados e carregados de fetiche e humilhação entre os dois, enquanto eu controlava o teatro invisível escondido atrás dos arbustos:
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— Você enlouqueceu de vez, Tainá… o seu marido frouxo está bem ali no carro, se ele resolve descer… — Diniz rosnou bem baixinho, o ritmo já avassalador.
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— O João é um frouxo, Diniz… ele está lá com o celular, não tem a sua coragem de homem de verdade… me esfolará por dentro logo — ela sussurrou de volta, entregando-se ao fetiche.
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— Se o meu filho descobre que eu estou arrombando a esposa dele no meio do mato… isso é uma loucura — meu pai instigou, aplicando estocadas fundas.
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— Ele nunca vai descobrir porque ele é lerdo… o seu cacetão é enorme, me domina inteira, me rasga onde ele nem chega perto — ela humilhou o marido, com os olhos verdes revirando.
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— Você é a nora mais vagabunda que existe… me fazendo pecar desse jeito enquanto ele finge cuidar do carro — ele decretou, apertando as coxas grossas dela.
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— Sou sua… vai… me enche com a sua porra quente nesses 15 minutos, mostra quem é o macho da casa! — ela clamou, aumentando a velocidade dos movimentos na surdina.
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A violência consensual daquele ato proibido no acostamento, com o meu pai achando que era o predador escondido e a minha esposa me humilhando verbalmente para ele na hora H, levou o meu fetiche ao limite absoluto. Eu limpava o suor da testa com a mão esquerda enquanto a direita trabalhava sem parar no meu membro rígido, assistindo a cada detalhe. O barulho rítmico dos corpos se chocando contra o tronco era abafado pelo som distante dos caminhões na estrada.
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Diniz manteve o controle bruto até o fim, aplicando uma sequência final e profunda que fez o corpo de Tainá tremer por inteiro. Com um rosnado abafado, o meu pai atingiu o limite e descarregou toda a sua carga de leite no fundo das entranhas da nora, permanecendo imóvel enquanto o ápice os consumia em segredo naquela rapidinha na mata. Tainá enterrou o rosto no pescoço dele, gozando intensamente.
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Em perfeita sincronia, eu também cheguei ao meu ápice atrás da árvore, despejando tudo escondido em um lenço que levava no bolso. Voltei correndo para o banco do motorista antes deles. O silêncio voltou ao veículo quando eles entraram exatamente no tempo combinado. Meu pai, trêmulo de adrenalina e medo de ser pego, sentou-se no carona tentando disfarçar a respiração pesada. Tainá deitou no banco de trás, exausta e dolorida, me olhando pelo espelho com um sorriso de completa vitória. O velho achava que tinha nos traído, mas estava preso na nossa engrenagem. E a praia ainda nos aguardava.
Foto 1 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 6: O Acostamento e a Rapidinha na Mata

Foto 2 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 6: O Acostamento e a Rapidinha na Mata

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido não dá conta sozinho. Cap. 6: O Acostamento e a Rapidinha na Mata

Codigo do conto:
267335

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/07/2026

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