Experiências - Finalmente o Paulo me fez - completamente - sua fêmea (parte 1)

Depois que o Paulo voltou de São Paulo, a gente se trombou na academia algumas vezes. Mas os horários não batiam. Ou ele chegava quando eu já estava saindo, ou eu estava entrando quando ele ia embora. A gente trocava olhares, sorrisos de canto, aquele "e aí, firmeza?" que não dizia nada, mas dizia tudo. E eu percebia a inquietude dele. Era quase palpável (até por que o pau dele sempre reagia quando me via). Ele me olhava como um cachorro pidão, daqueles que ficam esperando o dono jogar a bolinha de novo. Só que a bolinha era o meu corpo, e o jogo era outro.

E eu? Eu desconversava. Não por falta de vontade — meu pau ficava duro só de ver ele suado, o shorts marcando o volume. Mas confesso: eu tinha medo. Medo do que estava por vir, do passo definitivo que a gente estava adiando. Porque eu sabia que, quando acontecesse, não teria volta. Eu deixaria de ser o cara que só chupava e batia punheta. Eu seria a fêmea. Seria penetrado. Seria marcado. E, por mais que eu quisesse — e eu queria, com cada fibra do meu corpo —, o medo do desconhecido ainda me segurava.

Até aquela quarta-feira.

Minha namorada estava viajando a trabalho, coisa rara, e eu estava sozinho em casa. O apartamento silencioso, a luz amarela do abajur, uma cerveja pela metade em cima da mesa de centro. Eu tentava ver um filme, mas minha cabeça estava longe. Foi quando o celular vibrou.

**Paulo:** *"Tá em casa?"*

Meu coração disparou. Respondi que sim.

**Paulo:** *"Sozinho?"*

**Eu:** *"Sim."*

**Paulo:** *"Me manda o endereço. Tô a caminho. 10 minutos."*

Pronto. A fronteira que eu vinha mapeando há semanas estava ali, a poucos toques de distância. Mandei a localização e completei:

**Eu:** *"Demora um pouco mais. Tô terminando umas coisas aqui... enrola um pouco aí antes de vir."*

**Paulo:** *"Quanto tempo?"*

**Eu:** *"Uns 40 minutos."*

**Paulo:** *"Tá. Vou dar umas voltas."*

Fechei os olhos e respirei fundo. Quarenta minutos. Era o que eu tinha para me preparar — em todos os sentidos.

Fui direto para o banho. Mas não era um banho qualquer. Eu tinha pesquisado. Li artigos, blogs, fóruns anônimos onde homens ensinavam outros homens a se prepararem para a primeira vez. A limpeza era essencial — não só por higiene, mas por confiança. O ideal seria ter um bulbo, uma daquelas peras de irrigação que vendem em farmácia. Mas eu não tinha. Comprei só o gel e a camisinha — que, aliás, acabou nem sendo usada, mas isso é mais para frente.

O jeito foi improvisar. Tirei a duchinha do suporte e desenrosquei o chuveirinho, deixando só a mangueira. Regulei a água para morna, bem fraquinha, e fui fazendo o que dava. Encaixava a ponta da mangueira, deixava entrar um pouquinho de água e soltava. De novo. E de novo. Não era o método mais adequado — eu sabia que existiam formas melhores, mais eficientes —, mas era o que tinha no momento. Intercalava com o dedo e um pouco de sabão, limpando por fora e por dentro como dava. Paciência. Respiração. Concentração. Repeti até a água sair razoavelmente limpa. Não estava perfeito, mas estava feito.

Depois, peguei o barbeador elétrico. Era daqueles moderninhos, com lâminas de cerâmica que não cortam a pele — feito para aparar a barba, os pelos do peito, do saco. Se servia para tudo isso, por que não serviria para os pelos mais abaixo também? Passei o aparelho com cuidado, deixando a pele lisa, sem pelos. A sensação era nova — uma lisura que eu nunca tinha experimentado ali. Passei a mão depois, sentindo a textura diferente, e confesso: me excitou. Saber que aquilo era para ele, para o meu macho, me deixou de pau duro no meio do banho.

Saí do banho, me sequei, e fui para o quarto. Abri a gaveta de cuecas. Ao lado, a gaveta de lingeries e calcinhas da minha namorada. Por um instante, meus olhos foram para lá. Imaginei. Umas rendas, umas peças pequenas, delicadas. Pensei em como seria estar usando uma daquelas para o Paulo. Mas não. Ainda não. Voltei a me concentrar e procurei na minha gaveta a cueca certa: uma preta, justa, com a lateral mais fina, que dava para "atolar" e deixar o bumbum mais evidente. Vista, me olhei no espelho. O efeito era sutil, mas estava lá. Ele ia perceber.

Dei uma olhada pelo quarto. Arrumei mais ou menos os lençóis, tirei o excesso de bagunça. Peguei o gel lubrificante e a camisinha que eu tinha comprado, coloquei na gaveta do criado-mudo. Só para ter ali, caso precisasse. Nada de deixar à mostra — isso seria romântico demais, e a gente não era um casal. Era outra coisa. Era tesão puro, era provocação, era um jogo que finalmente ia se consumar.

A campainha tocou. Meu corpo inteiro arrepiou.

Abri a porta. Ele estava ali, de bermuda jeans e camiseta escura. Nas costas, uma mochila. Não perguntei o que era — ainda. Nos olhamos por um segundo.

— Tá sozinho mesmo?

— Até agora há pouco era só eu... rs

— Tô falando sério, Fred. Tá tranquilo eu estar aqui? É seguro?

— Paulo, se eu te passei o endereço, é porque é seguro. Pode entrar.

Ele entrou. Fechei a porta. E, assim que a tranca girou, ele me puxou pela cintura. O beijo veio forte, dominante, como sempre. Senti o gosto dele, a língua invadindo, as mãos descendo pelas minhas costas, apertando minha bunda com força. Eu gemi na boca dele. Minha mão foi para o pau dele por cima da bermuda — já duro, já quente, já pulsando.

Fomos para o quarto. Ainda nos pegando, as mãos explorando tudo. Ele tirou a camiseta. Eu passei a mão no peito dele, descendo pela barriga definida, até encontrar o elástico da bermuda. Mas antes de continuar, me afastei um passo. Queria provocar. Queria que ele visse.

Virei de costas lentamente, olhando para ele por cima do ombro. Minhas mãos foram para a bermuda e a baixei devagar, deixando o tecido deslizar pelas pernas. A cueca preta apareceu, justa, com a lateral mais fina que eu tinha escolhido de propósito. O elástico estava atolado entre as polpas, desenhando cada curva. Me inclinei para frente, apoiando as mãos na cama, empinando o bumbum. O tecido esticou, cavou ainda mais, e eu sabia exatamente o que ele estava vendo.

Ouvi a respiração dele mudar. Um silêncio carregado, daqueles que dizem tudo. Aí veio a voz, rouca, baixa:

— Caralho, Fred... pessoalmente é muito melhor do que na foto.

Sorri, ainda de costas. A provocação tinha funcionado.

— Gostou, né, safado? — falei, rebolando de leve, só para ver ele perder o resto do controle.

Ele não respondeu com palavras. Se aproximou, segurou minha cintura com as duas mãos, apertou, sentiu o volume. Puxou o elástico da cueca de leve, como se admirasse o que estava por baixo. Depois me virou de frente e me puxou para a cama.

— Safado... já veio prontinho, né? — provoquei, passando a ponta dos dedos na pele lisa do pau dele, que já estava para fora.

— Você também, olha só... — ele respondeu, me puxando para mais perto e apertando minha bunda.

Caímos na cama. Eu não queria perder tempo. Empurrei ele de costas e fui direto pro pau. Com calma, com vontade, com tesão. Passei a língua na glande, sentindo o gosto salgado, depois desci pelo tronco, chupei as bolas, lambi tudo. Ele gemia, me olhando. Eu olhava de volta, de baixo, com aquela cara de safado que eu sabia que o enlouquecia. Babava bastante, fazia questão de deixar o pau dele molhado, brilhando.

— Quanto tempo você tem? — ele perguntou, a voz entrecortada.

— Mais do que você imagina — eu respondi, com um sorriso.

Ele pareceu relaxar. A pergunta era sobre logística, mas também sobre entrega. Saber que não havia pressa fez com que ele desacelerasse. E foi aí que eu me ajeitei por cima dele. Me virei, fiquei de quatro sobre o corpo dele, meu rosto voltado para aquele pau que apontava para cima, duro como uma rocha. Meu bumbum ficou completamente exposto, bem na altura do rosto dele. Me senti entregue. Vulnerável. E absolutamente excitado.

Continuei chupando, agora com ele deitado e eu por cima. A posição era melhor: eu conseguia controlar a profundidade, babar bastante, ver cada veia, cada pulsação. Enquanto isso, senti as mãos dele na minha cintura, depois descendo, abrindo, até que a língua dele encostou ali — no meu ânus. Soltei um gemido abafado, o pau dele ainda na minha boca. Ele continuou, lambendo, babando, molhando. Arrepios enormes percorreram meu corpo a cada toque da língua. Era desajeitado, os dois tentando dar prazer ao mesmo tempo, mas era real. Era quente. Era a gente.

— Tá gostoso, putinho? — ele murmurou contra minha pele.

— Hummm... continua... — eu pedi, antes de engolir o pau dele de novo.

Ficamos ali um tempo, eu chupando e ele me preparando com a boca. A sensação de estar exposto, de quatro, com a língua de um homem me explorando enquanto eu o chupava, era nova e viciante. Quando ele finalmente me puxou para cima, me virando de barriga para cima, eu já estava pronto. Totalmente pronto.

Ele se ajeitou sobre mim. Barriga com barriga. Minhas pernas abertas, ele se encaixando. Olhei para ele, para o rosto suado, para os olhos fixos nos meus. Senti a glande encostar. A pressão. A cabeça do pau forçando a entrada.

— Relaxa — ele sussurrou.

Fechei os olhos. Respirei fundo. Tentei relaxar, mas não estava fácil. Ele pressionou mais. Eu sentia que não ia ceder.

— Espera, espera... — pedi, e apontei para o criado-mudo. — Abre a gaveta aí. Pega o gel que eu deixei.

Ele esticou o braço sem sair de cima de mim, abriu a gaveta e pegou o frasco. Ficou olhando para o gel, depois para a camisinha ali do lado, e um sorriso safado se abriu no rosto dele.

— Caralho, você comprou isso? — ele perguntou, a voz misturando surpresa e tesão.

— Comprei. Para esse momento. — devolvi o sorriso, mordendo os lábios.

Ele riu baixinho, balançando a cabeça como quem diz "você é foda". Abriu o frasco, pingou uma quantidade generosa nos dedos e lambuzou o próprio pau, bem devagar, olhando nos meus olhos. Depois passou um pouco em mim também, com os dedos frios e firmes. A cena era mais do que preparação — era parte do jogo. E nós dois sabíamos.

— Assim você me quebra, Fred — ele murmurou, ainda sorrindo.

— Quebro nada. Só quero que você me coma direito.

Ele tentou de novo. A pressão aumentou. Doía um pouco, mas era uma dor gostosa, misturada com uma expectativa absurda. Eu mordia os lábios, apertava o lençol, gemia baixinho.

— Está entrando... tá sentindo? — ele sussurrou, a voz grossa.

— Tô... — eu mal conseguia falar.

Abri os olhos por um instante. A visão era hipnotizante. Nossos corpos depilados, o pau dele liso, brilhando da minha baba e agora do gel, veiudo, apontando para dentro de mim. E aos poucos, sumindo. Cada centímetro entrando, e eu sentindo tudo. O tamanho — devia ter uns 17, 18 centímetros, quase igual ao meu, mas a sensação era completamente diferente. Não era meu. Era dele. E estava me invadindo.

Quando a cabeça passou, algo mudou. Meu corpo reagiu sozinho. Senti meu cu "abraçar" o pau dele, e a entrada ficou mais fácil. Mas ainda tinha uma sensação estranha, como se meu corpo quisesse empurrar para fora. E a cada tentativa de expulsar, ele conseguia entrar mais. Era exatamente o que eu tinha lido: tentar empurrar para fora ajuda a relaxar. Mas eu não esperava que fosse algo instintivo. Como meu corpo sabia?

E então, ele parou. O corpo dele encostou no meu. Ele estava todo dentro.

— Entrou tudo. Tô todo dentro de você.

— Hummm... tô sentindo tudo. Que pau gostoso, puta que pariu... fica assim...

Ele começou a se mover, mas eu pedi:

— Não, não... espera... tô acostumando ainda, Paulo... calma... hummm...

Meu corpo ainda pressionava o pau dele, como se testasse os limites. Ele gemeu:

— Tá muito apertado... delícia...

Levei as mãos para a cintura dele, controlando o ritmo. Puxava um pouco, empurrava de volta. Olhei para baixo e vi: o pau dele aparecendo, saindo um pouco, e depois sumindo de novo. Pulsava. E eu sentia cada pulsação dentro de mim.

— Hummm... vai devagar... tá doendo um pouquinho, mas tá gostoso...

Ele obedeceu. Por uns minutos, fiquei ali, admirando a sensação, de olhos fechados, concentrado no que estava acontecendo. Até que algo em mim mudou. Uma versão mais safada, mais solta, mais entregue. Puxei ele para cima de mim, beijei com força, e falei gemendo:

— Filho da puta, você tá me comendo, desgraça... me fazendo de fêmea... agora fode sua putinha... fode...

Ele sorriu. Aquele sorriso de macho.

— Hummm... putinha, você quer dar pra mim, né? Agora vai ser minha putinha... que delícia de cuzinho...

E começou a meter mais sequenciado. Não eram estocadas violentas, mas já dava para sentir o pau saindo e entrando, sem deixar a cabeça escapar. Até que ele parou de repente.

— Fred, estamos sem camisinha, cara...

Por um segundo, o mundo real invadiu o quarto. Eu não pensava mais com a cabeça de cima. Quem me dera ter colocado uma camisinha nele antes — teria sido até gostoso, preparar meu macho, desenrolar a borracha no pau dele. Mas não foi o que aconteceu. E se você está lendo isso, não sou exemplo para ninguém. Use camisinha. Sempre.

— Paulo, continua, filho da puta... não para... me fode... eu não tenho nada... se você tiver dúvida de você... é só parar...

— Que delícia de cuzinho... hummm...

— Vai continuar?

— Vou. Não comi ninguém diferente da minha noiva tem anos... só você agora!

A menção à noiva me atingiu de um jeito inesperado. Em vez de culpa ou ciúme, o que me subiu foi uma vontade estranha de ser melhor que ela. Olhei para ele por baixo, com uma expressão entre a timidez e a mais pura safadeza, e soltei, a voz baixinha:

— E ela dá o cuzinho assim?

— Não... assim não...

— Assim não como? — insisti, ainda mais manhosa, quase um sussurro.

— O seu é muito mais gostoso... você dá com vontade... chupa com vontade... puta que pariu...

— Sou sua putinha preferida, então? — provoquei, rebolando de leve embaixo dele, a voz continuando baixinha, tímida, mas carregada de intenção.

— Minha putinha preferida... — ele repetiu, quase babando. — A mais gostosa... o cuzinho mais gostoso...

Aquilo me acendeu de um jeito absurdo. Eu não era só a fêmea dele — eu era a preferida. E ele acabava de admitir, com todas as letras, que meu cuzinho era mais gostoso que o da noiva.

Puxei ele para perto de novo, arranhando as costas.

— Come sua putinha, vai... come sua amante sem camisinha, sentindo seu pau todo... pode me chamar de putinha, fêmea, safadinha... vai, meu macho!

Ele me beijou. E voltou a meter, mais forte. Por causa do susto da camisinha, o pau tinha amolecido um pouco, mas agora estava mais duro do que nunca. Talvez pelas palavras. Talvez pela situação. Continuei falando, porque percebi que ajudava:

— Isso, seu puto, me fode... me faz de putinha, amante, fêmea... fode...

As estocadas ficaram mais firmes. Ainda não eram violentas, mas já tinham ritmo. Meu pau estralava de duro, espremido entre nossos corpos, babando sozinho. Eu sentia um prazer enorme, uma sensação que ia além do físico.

Até que ele tirou tudo. Senti um vazio imediato, meu corpo piscando, tentando entender o que tinha acontecido. Ele ficou me olhando, o pau brilhando e um pouquinho sujo do que você já imagina (normal, né? Eu jurava que estaria pior, mas um dia eu aprendo a me preparar melhor, mas acho que a preparação foi boa). Nós dois suados, respirando pesado.

— Que foi? Que foi? — eu perguntei, quase implorando.

— Sente como é ficar sem meu pau dentro...

— Não para, Paulo... estava gostoso...

— Pede para continuar. Pede.

— Me fode, Paulo... me come...

— Pede mais, vai...

Não aguentei. Ergui o corpo como pude, peguei o pau dele e senti o peso, o calor e a dureza que ele estava, e com a mão coloquei de volta na entrada do meu cuzinho. Puxei a cintura dele para baixo. Entrou mais fácil, mas foi até o fundo. Senti encostar em algo, acho que era o limite.

— Hummm... filho da puta, me fode sem parar... goza dentro de mim...

— Putinha, vou te encher de porra... quer? Hmmm... aperta esse cuzinho... sente meu pau...

Eu ainda não sabia como fazer direito, mas tentava. Forçava, contraía, e isso me dava um tesão absurdo. Olhei fixamente para ele, fazendo cara de puta mesmo, e continuei provocando:

— Vai, Paulo, goza dentro de mim... me faz de putinha, de fêmea... vai, cara, goza gostoso...

— Vou gozar, filho da puta... vou gozar...

Ele fez menção de tirar o pau para gozar fora. Não deixei.

— Não, goza dentro, vai... pode gozar... quero sentir... goza...

Ele gemeu alto, a respiração descompassada, e gozou. Senti o pau pulsando dentro de mim, cada jato quente me preenchendo, me marcando. Usei as mãos para forçar ele a dar mais umas quatro metidas fortes, e então eu também gozei. Sem por a mão no pau. Sem ninguém tocar. Gozei com ele dentro de mim, e foi diferente. Muito diferente. Não saiu porra, mas o orgasmo foi mais intenso, mais profundo, como se meu corpo inteiro tivesse explodido.

Ficamos assim, ofegantes, suados. Eu ria, feliz, extasiado. Naqueles minutos, não passava nada pela cabeça. Nada mesmo. Até que a realidade começou a voltar.

Ele ainda estava dentro de mim. Senti o pau amolecer, e ele foi saindo aos poucos. O vazio que ficou era enorme — como se o pau dele agora fizesse falta ali. Meu corpo começou a contrair instintivamente, e então aconteceu: um som constrangedor, um "pum molhado", e era a porra do meu macho saindo. Ele tinha gozado muito. Coloquei a mão e fui para o banheiro, com a timidez de quem acabou de fazer a coisa mais safada e impura do mundo e agora precisa lidar com as consequências.

No banheiro, consegui expelir um pouco do que ele deixou. Ele ainda estava deitado na cama.

— Está tudo bem, Fred?

A putaria do calor do tesão tinha passado. O respeito voltava, junto com a consciência.

— Está tudo bem, tranquilo... vou só tomar uma ducha aqui... fica à vontade.

Entrei no chuveiro. A água quente caiu sobre mim, e eu revivi cada segundo. A imagem dele por cima, as estocadas, o pau sumindo em mim, o gozo quente me preenchendo. Meu corpo ainda sentia o vazio, mas aos poucos a sensação foi passando. A água levava os resquícios do que ele deixou, mas não levava a memória.

O banho estava demorando mais do que eu percebia. Até que a porta do banheiro se abriu. Era o Paulo, ainda pelado, o corpo suado, o pau ainda marcando presença mesmo que mole.

— Posso entrar também? — ele perguntou, a voz calma.

Sorri. E dei espaço para ele.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico fred28divi

Nome do conto:
Experiências - Finalmente o Paulo me fez - completamente - sua fêmea (parte 1)

Codigo do conto:
267433

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/07/2026

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