Não resisti e me entreguei em busca do passado


A revelação de que o Lucas era o dono daquela sensação inesquecível detonou uma guerra civil dentro de mim. De um lado, a esposa consciente, que havia aprendido a duras penas o preço de ser irracional, gritava para eu proteger meu casamento e focar na estabilidade que eu tanto amava. Do outro, a versão obscura e faminta que Maicon havia despertado e que agora tinha o rosto do meu concunhado, implorava para sentir aquela pica colossal me preenchendo novamente.
Tentei lutar. Logo após a cena na garagem, consegui alguns segundos a sós com ele e ditei minhas condições com a voz trêmula:
— Lucas, pelo amor de Deus, nunca me mande mensagens sobre isso. O Tiago mexe no meu celular o tempo todo. E mais eu me arrependo de tudo o que aconteceu. Isso jamais vai se repetir, entendeu? Acabou.
Lucas apenas deu um sorriso de canto, aquele olhar predatório de quem sabia exatamente o tamanho do poder que tinha nas mãos. Ele não respondeu, mas não precisava. O silêncio dele era uma promessa de que o jogo estava apenas começando.
A partir dali, os almoços de domingo e os encontros de família se transformaram em um campo minado de pura eletricidade. A tensão era quase palpável, mantida por um jogo de sedução silencioso e picante que acontecia bem debaixo do nariz do Tiago e da minha cunhada.
Em um almoço na casa da minha sogra, enquanto o Tiago comentava sobre o futebol na sala, passei pelo Lucas no corredor. Ele fingiu olhar um quadro na parede e sussurrou, sem desviar os olhos da moldura:
— Esse vestido valorizou muito a sua bunda hoje, cunhada. Fica difícil lembrar daquela tarde e ver você posando de santa.
— Cala a boca, Lucas. Alguém vai ouvir — respondi, com o coração disparado, apressando o passo enquanto sentia um calor súbito subir pelas coxas.
Em outra ocasião, durante um jantar, a conversa girou sobre viagens. Minha cunhada comentou sobre um hotel fazenda que queriam conhecer. Lucas, servindo mais vinho para todos, me olhou fixamente por cima da taça e disparou na mesa:
— A Maria entende de hotel bom, não é, cunhada? Locais discretos, com boa estrutura... e serviços de quarto inesquecíveis.
Tiago riu, achando que era apenas um elogio ao meu bom gosto para viagens. Eu quase engasguei com a comida. O clima de tesão foi me dominando de tal forma que eu já passava os dias imaginando o meu cocunhado me comendo. Sempre que podia, em um canto da cozinha ou na área externa, Lucas cobrava uma reedição daquele dia:
— Você sabe que quer sentir de novo. Só me diz o dia.
O ápice dessa tortura psicológica aconteceu no sítio da família, em um sábado ensolarado. Depois de algumas cervejas, Lucas estava ainda mais solto. Fui até a cozinha buscar gelo e, aproveitando que a casa estava vazia, ele entrou logo em seguida. Antes que eu pudesse reagir, ele parou atrás de mim, prensou levemente o corpo contra o meu e passou a mão espalmada com força na minha bunda, apertando-a com vontade.
— Eu já comi tão gostoso essa bundinha... e você sabe que ela está com saudades do meu pau — sussurrou ele no meu ouvido, sentindo o volume da sua ereção contra o meu quadril.
Assustada e completamente acesa, me desvencilhei e voltei correndo para a varanda onde todos estavam. Mas a carne gritava. Incapaz de suportar o fogo que consumia o meu interior, inventei que ia tomar um banho. Tranquei-me no banheiro do quarto, abaixei a calcinha e comprovei que estava completamente ensopada. Encostei as costas na parede fria, deslizei dois dedos para dentro da minha buceta e comecei a me tocar com movimentos rápidos e urgentes. Fechei os olhos e imaginei o Lucas ali, me puxando pelos cabelos, enfiando aquela pica grossa em mim. Gozei em poucos minutos, abafando o gemido, trêmula de culpa e desejo.
A virada definitiva aconteceu no dia seguinte. Tiago havia saído cedo para pescar com os meninos no lago do sítio. Lucas passou por mim na varanda e falou baixo:
— Fica com o celular na mão. Vou te mandar algo.
Minutos depois, meu celular vibrou. Eram três mensagens seguidas. Ao abrir, meu peito subiu e desceu com violência. Lucas havia quebrado o protocolo, mas o combustível que ele mandou destruiu qualquer resto de sanidade que me restava. Eram duas fotos daquela tarde às cegas: a primeira, que eu já conhecia, de quatro na poltrona erótica; a segunda, um ângulo ainda mais cru, mostrando o Lucas por trás, empurrando aquela pica diretamente no meu cuzinho. E a terceira mensagem era uma foto tirada naquele exato momento, no banheiro dele, mostrando o membro dele totalmente rígido, exibindo a grossura e o tamanho absurdo que haviam me obcecado.
O impacto visual quebrou minha última linha de defesa. A puta dentro de mim assumiu o controle total. Digitei de volta, sem pensar nas consequências:
- Eu topo. Eu quero.
A resposta dele veio a jato, cirúrgica e estratégica:
Lucas: Segunda-feira. No horário da sua academia. Me encontra no posto da saída da cidade. Nós vamos no meu carro.
A segunda-feira amanheceu com o peso da expectativa. Fiz minha rotina normal, saí de casa com a roupa da academia, mas por baixo eu usava uma lingerie preta de renda, provocante e de fácil acesso. Deixei meu carro no estacionamento convencional e caminhei até o posto combinado. O carro do Lucas já estava com os vidros escuros fechados. Entrei rapidamente.
Quase não trocamos palavras no trajeto até o motel da cidade. A tensão era sufocante. No instante em que a porta da garagem do quarto se fechou e entramos no ambiente na penumbra, o Lucas não perdeu um segundo. Ele me prensou contra a parede ao lado da cama e me beijou com uma fome selvagem. Não era o beijo contido dos almoços de domingo; era o beijo do homem que sabia que era o dono da situação.
— Você demorou para aceitar o óbvio, sua puta gostosa — ele disse, com a voz rouca, enquanto suas mãos ágeis rasgavam a minha blusa da academia, expondo meus seios na renda preta.
— Eu não conseguia parar de pensar em você... no seu pau — confessei, entregando-me totalmente ao transe, jogando os braços ao redor do pescoço dele.
Lucas me jogou na cama e tirou a própria roupa com pressa. Quando ele ficou completamente nu diante de mim, a visão daquela pica superdotada, grossa e latejante me deixou sem ar. Era real. O homem da minha obsessão estava ali. Ele não me deu tempo para contemplação. Puxou-me pelas pernas até a borda da cama, me deixando exposta, e começou as preliminares com uma intensidade absurda. Ele me chupou com força, usando os dedos para me abrir e me explorar, fazendo-me arcar as costas e gemer alto no quarto.
— Gosta de ser tratada assim, né? Uma vadia de família que adora o pau do cocunhado — ele provocava verbalmente, me dando tapas leves nas coxas, atiçando o meu tesão primitivo.
Quando eu já estava completamente ensopada e implorando por preenchimento, ele se posicionou.
— Agora você vai lembrar exatamente o que sentiu naquele dia de venda — decretou ele.
Lucas me penetrou de uma vez, afundando aquela pica colossal em mim. Senti cada milímetro me expandindo, preenchendo o vazio que vinha me torturando há dois anos. O encaixe era perfeito, violento e milimetricamente prazeroso. Gemi o nome dele baixinho, apertando os lençóis enquanto ele impunha um ritmo forte, estocando com energia e profundidade. Fui ao meu primeiro orgasmo em poucos minutos, sentindo meu corpo inteiro tremer ao redor do membro dele.
Mas ele estava longe de terminar. Lucas me dominava de todas as formas possíveis. Ele me colocou de quatro — a posição da foto —, segurou meu cabelo com força com uma das mãos, puxando minha cabeça para trás, enquanto a outra espancava a minha bunda a cada estocada violenta.
— Olha para o espelho, Maria! Olha a sua bunda engolindo a minha pica todinha. Você é uma puta deliciosa — ele ordenava, e a humilhação verbal era o combustível perfeito para o meu prazer químico. Gozei a segunda vez sob o impacto daquela agressividade controlada.
Sem me dar trégua, ele me virou de frente, puxou minhas pernas até os meus ombros e me macetou com força, explorando todos os ângulos da minha buceta. O tamanho e a grossura dele me levavam à loucura eu sentia que ele tocava a minha alma a cada movimento. Eu estava completamente subjugada pela virilidade dele.
Antes de chegarmos ao fim, ele lubrificou bem os dedos e a pica, me virando de bruços novamente.
— Agora eu quero a sua bundinha. E você não vai arregar, porque eu sei o quanto você gostou daquela tarde — ele disse, a voz cheia de autoridade.
Lembrando da foto e sentindo a confiança e o tesão absoluto que ele me despertava, relaxei o corpo. Lucas entrou devagar no meu cuzinho. A dor inicial foi rapidamente engolida por uma onda de preenchimento surreal. Quando ele começou a se mover com força, a penetração dupla imaginária daquela tarde parecia se materializar. Rebolei contra ele, gritando de prazer até alcançar o quarto orgasmo da tarde.
Lucas sentiu que eu estava no meu limite. Ele me puxou pela cintura, voltou para a minha buceta e deu as últimas estocadas rápidas e profundas, descarregando um jato quente e espesso de porra no fundo do meu útero, fazendo-nos desabar juntos na cama, ofegantes.
Eu estava exausta, trêmula e com a respiração voltando ao normal. Fiz menção de me levantar para ir ao banheiro me limpar, mas Lucas segurou meu braço com força.
— Onde você pensa que vai? — perguntou ele, a voz fria e carregada de uma autoridade implacável.
— Tomar banho... preciso me limpar antes de voltar para casa, Lucas.
— Não vai limpar nada — ele me cortou, com os olhos fixos nos meus. — Você vai vestir a sua roupa de academia do jeito que você esta. Vai levar a minha porra todinha dentro de você para casa. E quando chegar lá, vai ficar com o seu marido, o corninho, bem pertinho dele, sentindo o meu leite escorrer na sua calcinha.
O absurdo daquilo me assustou. O medo do Tiago perceber era imenso.
— Não, Lucas, por favor... isso é perigoso demais! Eu não posso fazer isso, se ele notar alguma coisa...
Antes que eu terminasse a frase, Lucas agarrou meu cabelo com firmeza, puxando minha cabeça para trás, e desferiu um tapa leve, mas corretivo e humilhante, no meu rosto.
— Obedece, minha putinha — sussurrou ele, a boca colada ao meu ouvido, a voz rouca e sem margem para discussão. — Você vai fazer exatamente o que eu mandei. E dá um jeito de me enviar uma prova de que cumpriu a ordem, uma foto da calcinha molhada com o meu leite na sua casa. Porque se você não me obedecer, da próxima vez vai ser muito mais forte. Entendeu?
O tapa e a humilhação verbal agiram como uma descarga elétrica. Em vez de raiva ou medo real, o que senti foi um tesão avassalador e vergonhoso subir pelo meu corpo. A puta dentro de mim adorou a subjugação.
— Entendi... — sussurrei, com os lábios trêmulos.
Vesti a minha roupa de academia sem me lavar. A sensação física da calcinha de renda colando na pele úmida, encharcada com o sêmen quente do meu cocunhado, era indescritível.
Cheguei em casa no final da tarde. O carro do Tiago já estava na garagem. Entrei com as pernas bambas, sentindo a porra do Lucas escorrer lentamente por minhas coxas a cada passo. Meu coração parecia que ia rasgar o peito.
— Oi, amor! Já chegou? — chamou Tiago da sala, vindo ao meu encontro.
Ele me deu um abraço apertado e um beijo rápido nos lábios. Meu corpo tencionou. Eu tinha a certeza de que ele conseguiria sentir o cheiro do sexo ou ler a culpa na minha testa.
— Oi... sim, o treino hoje foi pesado — menti, tentando manter a voz firme, sentindo o líquido quente deslizar lá embaixo no exato momento em que ele me pressionou contra o seu corpo.
Tiago se afastou um pouco e me olhou de cima a baixo. Ele franziu o cenho de leve, estreitando os olhos.
— Você está com uma carinha diferente hoje, amor... meio corada. E esse cheiro... — ele se aproximou, farejando perto do meu pescoço. — Que perfume é esse? Não parece o seu de treinar.
Minha pressão caiu. Senti um suor frio brotar imediatamente.
— Ah... deve ser o creme que usei no vestiário da academia. Uma colega me emprestou para passar nos braços que estavam ressecados — respondi, esboçando o sorriso mais natural que consegui forçar. — E o treino de pernas me deixou exausta, por isso estou vermelha.
Tiago pareceu aceitar a resposta, relaxando a expressão.
— Ah, entendi. Vai lá tomar um banho para relaxar. Vou terminar de organizar as coisas do jantar.
— Vou sim, amor. Preciso mesmo de uma ducha — disse, caminhando rapidamente em direção ao corredor.
Entrei no banheiro e tranquei a porta. Respirei fundo, apoiando as costas contra a madeira, sentindo o coração desacelerar. Levei a mão por baixo do short e abaixei a calcinha. Ali estava a prova da minha capitulação a renda preta completamente manchada e encharcada com o sêmen do Lucas.
Peguei o celular com a mão trêmula. Tirei uma foto nítida da calcinha molhada, mostrando o estrago, e enviei para o Lucas pelo aplicativo de mensagens que havíamos combinado, apagando o registro logo em seguida.
Eu havia obedecido. A minha resistência havia sido completamente pulverizada. Ali começava um relacionamento tórrido, perigoso e sem volta. Eu pertencia ao Lucas, e ele sabia disso.
Ao enviar a foto, olhando para a tela do celular, me veio um tesão. Ver o registro da minha calcinha marcada pela virilidade do meu cocunhado, saber que eu havia obedecido como uma verdadeira submissa, não me acalmou; pelo contrário, acendeu o resto de pólvora que ainda havia em mim. O tesão acumulado daquela tarde de excessos transbordou em uma urgência quase animal de ser possuída novamente, mas, desta vez, pelo meu marido.
Eu precisava daquele contraste. Precisava do Tiago me tocando enquanto o corpo dele dividia espaço com o rastro recente do Lucas.
Abri a porta do banheiro e chamei pelo meu marido, a voz embargada pela excitação.
— Tiago, vem cá. Entra no banho comigo — pedi, tirando a roupa com pressa sob o vapor quente que começava a embaçar o box.
— Agora, amor? — ele respondeu da porta, rindo de leve, surpreso com a minha pressa. — Eu acabei de colocar a carne no fogo, Deixa para depois do jantar.
Olhei bem nos olhos dele, despida de qualquer pudor, tomada pela personagem que vinha me governando.
— Não, agora. Eu preciso de uma pica e tem que ser agora, Tiago. Estou com muito tesão, não aguento esperar — disparei, sem rodeios.
Tiago arregalou os olhos, pego de surpresa pela minha agressividade verbal. Ele deu um sorriso malicioso, desligou o fogo rapidamente e entrou no banheiro, tirando a roupa com a mesma urgência. Ele entrou no box sob a água morna, me puxando pela cintura.
No momento em que ele me prensou contra os azulejos úmidos e me penetrou com força, meu corpo inteiro estremeceu. Sentir o meu marido me comendo daquele jeito, com vigor, logo após eu ter passado a tarde inteira nos braços do Lucas, foi uma experiência quase transcendental. A cada estocada profunda do Tiago, eu sabia que ele estava empurrando seu membro contra a umidade que ainda continha o sêmen quente e espesso do seu próprio cunhado.
A sensação psicológica era única, proibida e deliciosamente perversa. Eu sentia o atrito daquela mistura proibida dentro de mim. O Tiago me possuía com a paixão de sempre, sem fazer ideia de que estava compartilhando a minha intimidade, naquele exato segundo, com o rastro do Lucas.
Quando o Tiago chegou ao limite e descarregou todo o seu gozo bem fundo em mim, eu gritei de prazer, me entregando a um orgasmo violento que fez minhas pernas fraquejarem sob a água do chuveiro. Ali, encostada na parede do box, senti a porra dos dois homens mais importantes da minha rotina misturada dentro do meu corpo.
A santinha e a puta finalmente haviam encontrado o seu equilíbrio mais perigoso. E eu sabia que, a partir daquela segunda-feira, a minha vida familiar nunca mais seria a mesma.
Foto 1 do Conto erotico: Não resisti e me entreguei em busca do passado


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Ficha do conto

Foto Perfil maria-galvao
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Nome do conto:
Não resisti e me entreguei em busca do passado

Codigo do conto:
267512

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
17/07/2026

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