O Prêmio da Sorte



Era uma quarta-feira de começo de janeiro. Meu gestor me ligou avisando sobre uma reunião de alinhamento comercial na fábrica. Tudo normal até aí: apenas mais uma daquelas reuniões que não servem para absolutamente nada.
Os dias se passaram e a Camila me procurou no trabalho. Disse que estava vendendo uma rifa para ajudar no chá de cozinha de uma colega que ia se casar. Comprei um número, é claro. Uns dias depois, ela me chamou dizendo que eu tinha sido o grande ganhador.
Conversamos um pouco e ela soltou, sorrindo:
— Nossa, Carlos... Que sorte a sua, hein?
Não perdi a chance:
— Sorte nada. Sorte de verdade eu teria se tivesse a oportunidade de ter você nos meus braços por um único dia.
Ela me mandou uma figurinha provocante e respondeu:
— Nossa, Carlos, você é terrível! Bem que o Felipe falava para eu ficar esperta com você...
Para quem não conhece, a Camila é um espetáculo: 1,70 m, pele branquinha, olhos escuros profundos e um cabelo ondulado que vai até a cintura. É aquela típica falsa magra: cintura fina, quadril largo e delineado, toda malhada de academia. Um verdadeiro tesão de mulher.
Agradeci pelo prêmio e segui a rotina. No dia seguinte, logo cedo, recebi uma figurinha de bom-dia dela. Achei estranho, pois ela nunca fazia isso, mas adorei a surpresa. Percebi que aquele gesto era uma clara abaixada de guarda e decidi começar a investir de vez. Passamos a nos falar diariamente — afinal, ela me dava todo o suporte comercial de que eu precisava.
Alguns dias antes da tal reunião na fábrica, veio o aviso: o compromisso havia sido cancelado.
Essa é a oportunidade perfeita para passar o dia nos braços dela, pensei.
Chamei a Camila para tirar uma "dúvida" e dei o bote:
— Poxa, cancelaram a reunião, né?
— Pois é, Carlos... Que pena, né?
— Pena mesmo. Achei que ia poder passar o dia todinho ao seu lado, sentindo o seu cheiro de perto...
Ela riu e ficou um tempo sem responder. Cheguei a ficar preocupado, achando que tinha passado do ponto. Mas, minutos depois, ela me chamou pedindo desculpas, dizendo que estava numa reunião.
— Carlos, posso te fazer uma pergunta? Quero que seja bem sincero, tá?
— Sim, claro!
— A gente vive brincando e se provocando... Às vezes acho que é só brincadeira, mas às vezes sinto que é sério. Se eu aceitasse ficar com você... O que você faria?
Sem pensar duas vezes, mandei:
— Ficaria feliz demais! — e enchi a tela de corações.
Aproveitei a brecha e ataquei:
— A reunião foi cancelada, mas se você quiser e tiver coragem, eu vou até aí só para passar o dia inteirinho com você.
O silêncio reinou por alguns segundos agonizantes.
— Você está falando sério?
— Totalmente. Por quê?
— Você faria duas horas de viagem e perderia um dia inteiro de vendas só para me ver?
— Com toda a certeza do mundo.
— Vou pedir folga e te aviso amanhã!
Senti um frio intenso na barriga só de imaginar a chance real de ter aquele corpo espetacular inteiro para mim.
Na manhã seguinte, veio o bom-dia e, em seguida, a provocação:
— Está falando sério mesmo?
— Claro que estou!
— Então quero ver se tem coragem. Pedi folga hoje, tenho bastante banco de horas e o Benhur me liberou.
Meu coração disparou.
— Sério?!
— Sim! Vai pular para trás agora?
— Jamais.
A partir daquele momento, a conversa pegou fogo. Ela começou a me perguntar que cor de calcinha eu preferia, contou que iria se depilar e quis saber se eu gostava de tudo lisinho ou com um detalhe sexy. Pediu para eu não tirar a barba, dizendo que era o meu maior charme, e me perguntou sobre minhas fantasias mais secretas. Nos provocamos o dia todo, atiçando o desejo até a chegada do grande momento.
A tensão era enorme. Havia o medo do risco, a ansiedade e aquele frio na espinha, pois minha esposa é extremamente esperta — qualquer deslize destruiria tudo.
Saí de casa de madrugada: camisa social branca bem passada, calça azul-marinho, barba e cabelo recém-alinhados, extremamente perfumado e com o carro impecável. Minha esposa não desconfiou de nada. No caminho, mandei mensagem avisando que chegaria em cinco minutos. Ela respondeu que já me esperava no posto combinado.
Quando entrei na loja de conveniência e a vi, meu queixo quase caiu. Que mulher linda. Cabelo impecável, maquiagem perfeita e um perfume hipnotizante que tomava conta do ar. Ao dar um beijo em seu rosto, notei suas mãos geladas.
— Está nervosa? — perguntei, sorrindo.
— Bastante... — confessou.
Pedi para ela relaxar. Tomamos um café juntos e seguimos direto para um motel na cidade vizinha, onde teríamos total privacidade.
Ao cruzarmos a porta do quarto, o clima pesou de desejo. Abracei sua cintura para acalmá-la. Ela me olhou nos olhos, passou a mão pelo meu peito e sussurrou:
— Nossa, Carlos... Como você está lindo. Fica um gato nessa camisa branca...
Agradeci o elogio puxando sua nuca e colando nossas bocas num beijo molhado, profundo e sem pressa. Ficamos ali nos devorando, trocando olhares e carícias intensas. O tempo era todo nosso.
A temperatura subiu rápido. Passei a dar beijos quentes em seu pescoço e nuca, fazendo seu corpo inteiro se arrepender de tesão. Minha mão desceu deslizando pelas suas curvas até alcançar sua calcinha, que já estava completamente molhada. Senti o contorno delicado da sua pele quente, o caminho perfeito para o paraíso.
Fui descendo a boca devagar pelo seu corpo, saboreando cada centímetro. Seus peitos pequenos, durinhos e com bicos eretos clamavam por atenção. Mamei seus seios com vontade, enquanto meus dedos brincavam com seu clitóris já inchado e pulsante. Eu queria sugar cada segundo daquele momento, ciente de que oportunidade como aquela era única.
Quando cheguei onde mais queria, deparei-me com aquela bucetinha perfeita, cheirosa e totalmente lambuzada. Não resisti e caí de boca. Ela se contorceu na cama, gemendo alto, sem filtro:
— Ai, Carlos... Isso é golpe baixo! Que boca maravilhosa... Que delícia que você é! Para, pelo amor de Deus, se não eu vou gozar agora!
Parei no auge, subindo e voltando a devorar sua boca.
Tomada pelo desejo, ela me empurrou para trás, fazendo-me deitar na cama. Começou a arranhar meu peito e passar as mãos firmes pelo meu corpo:
— Ai, como você é gostoso... Homem de verdade, de peito peludo, barbudo, pegada forte...
Ela foi descendo os beijos pelo meu abdômen, atiçando-me até engolir meu pau todinho em sua boca quente. Fiquei louco vendo aquela mulher perfeita me mamando com vontade, deixando meu pau lambuzado com o seu batom vermelho. A sucção era tão intensa que parecia fazer tudo latejar.
— Que pau maravilhoso, Carlos... Grosso, perfeito, do jeitinho que eu amo.
Ela se levantou devagar, colocou os cabelos para trás e me olhou com cumplicidade:
— Posso quicar nele bem gostoso agora?
— Vem... — respondi, louco para sentir aquele aperto.
Ela foi sentando milimetricamente, e eu acompanhei com os olhos a sua buceta engolindo meu pau inteiro, bem devagar. Quando estava toda preenchida, começou a cavalgar num ritmo acelerado, fazendo tudo balançar.
— Para, Camila... Se não eu vou gozar rápido!
Ela interrompeu na hora, deu um sorriso safado e falou:
— Agora não!
Deu-me um beijo ardente, virou-se de quatro e me olhou por cima do ombro com aquele olhar inconfundível de pura devassidão:
— Quero que você faça tudo o que me prometeu por mensagem. Hoje eu quero ser a sua putinha. Usa e me abusa.
Segurei-a firme pelo cabelo, puxando sua cabeça para trás, e sussurrei no seu ouvido:
— Então se prepara, porque hoje você vai ver como um homem de verdade fode.
Pus meu pau de uma vez só na sua buceta e comecei a macetar sem dó. Puxava seu cabelo enquanto via sua cara de puro tesão, e meti um tapa estalado naquela bunda branca e gostosa, que ficou vermelha na hora com a marca da minha mão.
— Ai, Carlos! Que tesão! Fode, seu filho da puta, fode gostoso! Nunca fui fodida assim na minha vida!
Eu metia fundo, alternando com tapas na bunda e puxões. O quarto do motel era tomado pelos gritos escandalosos dela, o que só me deixava mais louco e dominador.
— Eu vou gozar! Mete forte, mete tudo! — ela gritava, descontrolada.
Dava socadas profundas até sentir o corpo dela amolecer e espasmar ao redor do meu pau num orgasmo violento. Acelerei o ritmo e gozei fundo dentro dela, descarregando tudo.
Ficamos ali deitados por um tempo, arfando, fazendo carinho um no outro. Eu admirava aquele rosto lindo e corado, totalmente entregue.
Fomos para o chuveiro e a sacanagem recomeçou embaixo da água morna. Sem pressa alguma, atiçamos um ao outro novamente. Voltamos para a cama pegando fogo. Coloquei-a de papai e mamãe, metendo bem fundo e devagar, apreciando a vista perfeita das suas pernas abertas para mim.
Logo aumentei o ritmo e a virei de quatro novamente. Passei o dedinho com calma pelo seu cuzinho rosado e perfeito. Ao perceber que ela se arrepiou sem reclamar, desci a língua e comecei a lamber sua entrandinha com vontade.
— Meu Deus, Carlos... Você é muito safado. Que homem gostoso!
Peguei um lubrificante no frigobar e besuntei bem a região. Enquanto metia macio na buceta dela por trás, ia massageando seu cuzinho com o dedo, preparando-a aos poucos. Quando vi que ela estava relaxada, coloquei-a de lado, encostando a cabeça do meu pau na portinha proibida.
Ela me olhou, beijou minha boca e pediu manhosa:
— Coloca bem devagarzinho? Faz com carinho, Carlos... Eu só dei o cu três vezes para o meu ex e nenhuma foi boa...
Brinquei ali na entrada, encaixando apenas a cabeça para ela se acostumar. Fui empurrando milímetro a milímetro, enquanto beijava sua nuca e acariciava seus seios. Quando ela se deu conta, eu já tinha entrado tudinho. Comecei a deslizar suavemente até ela se acostumar com o meu tamanho.
Virando-a de quatro mais uma vez, enfiei tudo sem dó. A essa altura, meu pau grosso já tinha laceado o canal dela. Comecei a meter com força e ritmo, e o quarto virou um caos de gemidos:
— Isso, seu safado! Come meu cuzinho gostoso, vai! Ninguém nunca comeu o meu cu assim!
O cuzinho dela apertava meu pau com tanta força a cada estocada que não aguentei: gozei fundo ali mesmo e caí por cima dela, exausto e triunfante.
Tomamos outro banho demorado e continuamos no mesmo clima ardente até a hora de ir embora. Durante os intervalos, claro, eu mantinha contato com a minha esposa para não levantar qualquer suspeita. E a Camila, que é extremamente esperta, usou inteligência artificial para criar uma foto perfeita minha ao lado de um suposto cliente na fábrica. A montagem ficou tão impecável que minha esposa nem sonhou com o que realmente estava acontecendo.
Deixei a Camila no posto, abasteci o carro e peguei a estrada de volta. Voltei ouvindo uma boa música, com o sorriso no rosto e a mente fixa em cada detalhe inesquecível daquele dia em que me sirvi completamente daquela mulher deliciosa.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ladylilyy

Nome do conto:
O Prêmio da Sorte

Codigo do conto:
268072

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/07/2026

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