Minha esposa Aninha e meu primo Ricardo - 35 - Final

Voltamos pro carro satisfeitos pela noite animada. Aninha, no banco da frente com Jonas na direção, falou sorrindo:

–“Gente, se aquele povo soubesse que eu já dei pros três, ficariam malucos”, ela disse, e todos nós caímos na gargalhada, concordando.

Fiquei só reparando a reação dos dois, sorrindo e concordando. Talvez Jonas estava animado com a possibilidade de possuir novamente minha esposa, mas o destino dele já estava selado desde a promessa dela pra mim. Ele, muito educado, não ousou passar a mão nas coxas dela, e ela também não deu muita abertura. Chegamos em casa e assim que Jonas se despediu e entrou na casa do meu tio, Ricardo se virou para nós, com um olhar pidão.

>>”Posso ir na casa de vocês depois?”

Já sabíamos o que ele queria. Apenas concordamos com um aceno de cabeça. Tomamos banho e fomos pra cama, ficamos nos pegando e ela me provocava, dizendo que estava com saudades da pica do meu primo e queria dar pra ele comigo ao lado dela. Eu só concordava chamando-a de puta. Não demorou muito e ele bateu de leve na porta do quarto. Eu estava sobre minha esposa, só de cueca, e ela de camisola e calcinha. Olhei pra ele e ele foi entrando, perfumado de banho tomado, com um sorriso ansioso no rosto. Sentou na beirada da cama passando a mão nas pernas da minha esposa falando:

>>”opa, já estão animados hein”

Eu como bem corno, falei:

-“essa safada, tá cheia de tesão, falando de você”

>>”espero que seja coisa boa. Posso ficar aí com vocês?”

Cheguei um pouco pro canto, dando espaço. Ele se deitou ao nosso lado, e Aninha virou seu rosto na direção dele e os dois se beijaram. Eu saí de cima da minha esposa e então ele a abraçou e o beijo ganhou mais volúpia, a língua dançava enquanto ele passava a mão na coxa dela. Ainda se beijavam quando ele passou a mão por dentro da camisola, e Aninha levantou a bunda liberando pra ele puxar a camisola pra cima. Pararam o beijo só pra camisola passar pelo rosto dela e minha esposa ficar só de calcinha pro deleite visual de nós dois.

Eu sentia um enorme tesão ao ver minha esposa entregue a ele assim, enquanto eu era mero observador. Em troca, Aninha abriu o velcro da bermuda dele, expondo a ereção sob a cueca. Enfim, pararam de se beijar, quando minha esposa olhou fixamente pro volume na cueca.

–“nossa, safado, já tá assim?”

Ela olhou pro meu primo sorrindo e foi pegando, colocando a mão por dentro da cueca, e tirou a jeba da cueca enquanto masturbava lentamente. O sorriso dela revelava o tesão que sentia em segurar aquele mastro enorme e duro, então ela baixou o rosto e começou a chupar, olhando pra mim de vez em quando, sorrindo enquanto mamava a pica do meu primo. Depois ele puxou a calcinha e ela ajudou, retirando por completo.

Enquanto ela chupava, os dedos dele exploravam o grelo da minha esposa, até que ele se deitou na posição do 69, puxou a perna dela pro lado e começou a chupar. Ela parou de chupar e esticou o pescoço pra vê-lo chupando sua buceta, enquanto o punhetava de leve, e falou:

–”que saudade, primo, eu tava sonhando com você assim”

>>”eu também, gostosa, não via a hora de sentir essa bucetinha de novo”

Aninha gemia na boca do Ricardo, enquanto ele chupava e metia dois dedos na buceta dela. Ela gozou gemendo sendo chupada pelo meu primo, e logo se recuperou, falando pra ele:

–“nossa, que vontade que eu tava, vem, me come, safado”

Ricardo se ajoelhou entre as pernas dela e foi encaixando a pica em sua buceta, e se deitou sobre ela, na posição papai-mamãe. Enquanto ele metia, eu me aproximei do rosto dela e nos beijamos com ela balançando no ritmo das estocadas que recebia.

-“tava com saudades, né safada?”

–“tava, amor, queria provar o cavalão de novo. Você gosta de saber que eu queria dar pra ele?”

-“eu já sabia, desde que você me mostrou a foto do pau dele”

–“mas você gosta, amor, de ver seu primo metendo assim na sua esposa?”

-“gosto, sua putinha, pode dar pra ele, depois sou eu”

Os dois meteram mais um tempo na posição papai e mamãe, até que ele pediu a Aninha pra deitar de bunda pra cima, e foi por cima dela, encaixando a pica e deixando o peso do seu corpo sobre a minha esposa, rebolando e metendo nela enquanto beijava sua orelha e a chamava de puta, e ela condordava, dizendo que adorava ser a puta dele.

Assim que ela gozou, Ricardo saiu de cima dela e me falou:

>>”sua vez, Alex, se eu continuar assim vou gozar muito rápido”

Aninha sorriu, não sei se foi da precocidade dele ou se queria mesmo me dar também, e se deitou novamente de costas na cama. Fui por cima dela na posição papai e mamãe e meti com facilidade, fui metendo devagar por que também estava cheio de tesão e não queria gozar logo, e ficamos nos beijando e sorrindo, um chamando o outro de safado, até que meu primo foi chegando o pau bem próximo dos nossos rostos. Afastei um pouco pra deixar minha esposa chupar enquanto eu metia.

>>”que boca deliciosa, eu tava morrendo de saudades”, ele falava enquanto mexia o quadril fudendo a boca da minha esposa.

Depois tirou o pau da boca dela e deu umas porradas com o corpo da pica na bochecha dela, enquanto eu metia cheio de tesão, vendo tudo a poucos centímetros. Aninha me puxou pra um beijo e nos beijamos com tesão, a língua dela com gosto de pica roçava na minha língua, então meu primo aproximou a pica novamente. Enquanto minha esposa colocava a cabeça na boca, fiquei beijando sua bochecha, bem onde ele tinha dado as porradas de pica, então ele empurrou a pica por dentro da boca, fazendo um volume na bochecha dela, e eu fiquei beijando e lambendo, sentindo a pressão que a cabeça fazia dentro da boca. Aninha virou o rosto pra mim e nos beijamos mais uma vez, e Ricardo foi chegando mais perto, encostando a pica em nossos rostos. Quando eu ia afastar, ela me falou:

–“me beija, amor, chupa ele comigo”

Não chupei, mas fiquei beijando minha esposa enquanto a cabeça da pica passava entre nossas bocas e línguas. Percebi o tesão que ela sentia vendo a pica do meu primo entre nossas bocas, e enquanto nos beijávamos, eu passava a língua na cabeça da pica, sentindo o mesmo tesão que ela sentia, até que ela falou que ía gozar, então eu falei, como se eu estivesse fazendo aquilo só pra satisfazê-la:

-“você gosta, né, safada?”

–“que tesão, amor, chupa ele, quero gozar vendo você chupando ele”

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Era só o que faltava pra eu colocar a boca de vez na pica do meu primo. Apenas virei um pouco meu rosto colocando parte da cabeça entre meus lábios, e fiquei lambendo como se fosse um sorvete enquanto eu bombava na buceta da minha esposa. Quando ela gozou gemendo alto, olhando a pica do Ricardo na minha boca, eu continuei bombando cheio de tesão, e meu primo falou que ia gozar também. Tirei a pica da boca e ele começou uma punheta frenética, direcionando a pica pra boca da minha esposa, que esperava os jatos de gala com a língua pra fora.

Ricardo começou a urrar de prazer, e eu bem de perto acompanhei os jatos de gala voando pra boca da minha esposa.

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Ele gozou muito, a ponto de me fazer inveja. Aninha já tinha engolido um tanto e continuava recebendo as ultimas doses de gala, passando a língua na cabeça da pica. Eu havia parado de meter pra ficar vendo a cena que me deixava um pouco humilhado, mas com o tesão a mil. Quando minha esposa engoliu as últimas gotas, voltei a meter devagar e ela me olhou sorrindo:

–“que delícia, amor, eu tava com saudade”

-“é muito puta mesmo, tô quase gozando também”

–“você gostou, amor, de ver?”

-“gostei, sua safada”

Sorrindo, ela me puxou e nos beijamos de língua enquanto eu metia.

Quando o beijno terminou, eu falei, sem demonstrar nojo:

-“tá com gosto de gala, putinha”

Aninha respondeu sorrindo:

–“sim, corninho, goza na sua putinha, tô vendo essa carinha com vontade de gozar”

Aumentei ainda mais a velocidade das estocadas e quando estava quase gozando nos beijamos de novo. Aninha fez questão de passar a língua na minha enquanto eu gozava, ela queria mesmo que eu gozasse sentindo a gala do macho dela na minha boca, e assim foi, só parei o beijo quando comecei a respirar mais rápido, urrando de prazer. Enfim, depois de gozar e ficar trocando sorrisos muito cúmplices com minha esposa, deitei ao lado dela, deixando-a entre mim e meu primo, ainda respirando fundo enquanto ele falava:

>>”caramba, que delícia gozar assim e ver vocês transando”

–“nossa, primo, foi bom demais, e você, gostou, amor?”

-“tem como eu dizer que não?”

Nós três sorrimos, satisfeitos pelas gozadas, e enquanto a gente conversava amenidades, Ricardo perguntou:

>>”e o Jonas, vocês pensaram a respeito?”

–“o Alê não quer, deixa isso pra lá”

>>”ele deve estar batendo uma punheta pra você agora”, Ricardo falou provocando, e Aninha deu um lance de poker:

–“ele deve estar ali na janela olhando, igual você já fez que eu sei”

Ricardo riu se entregando, e o sorriso dele tirou uma dúvida que eu e Aninha tínhamos desde que ele havia ido morar ali no início da pandemia (conto 2).

Depois fomos tomar banho, enquanto os dois foram pro box, eu fui no vaso mijar.

O banheiro da minha casa era muito pequeno, mal cabiam dois, então fiquei observando os dois se colocando sob a água do chuveiro, então se beijaram como namorados com saudades, enquanto Aninha segurava a pica dele e o masturbava de leve, passando a outra mão no saco dele. Logo a pica foi ganhando volume. Ricardo segurava nos seios dela e curtia o momento, até que ela parou de masturbá-lo chamando-o se safado e os dois deram um selinho. Meu pau também estava dando sinais de vida, só de observar a cena.

Ricardo terminou de tirar o sabão e saiu debaixo do chuveiro, me dando a vez. Da mesma forma que fez com meu primo, minha esposa também me masturbou enquanto em ensaboava, e eu fiquei passando os dedos na raxinha dela, chamando-a de putinha, e ela concordando enquanto sorria.

Quando terminamos o banho, Ricardo nos chamou pra irmos pra casa dele:

>>“o calor pegou hein, vamos lá pro quarto do meu pai”

–“eu quero, mas tem alguma coisa pra comer lá? Eu tô com fome”

>>”se não tiver pronto a gente faz. Você topa, Alex?”

-“sim, eu tô com fome também”

Fomos pro quarto pra colocarmos nossas roupas, e Aninha colocou um conjuntinho de algodão, colado no corpo, sem calcinha e nem sutiã. Eu logo imaginei o Jonas comendo minha esposa com os olhos, mas isso nunca me incomodou, então coloquei uma cueca e bermuda e fomos. Chegando lá não vimos o Jonas, mas bastou fazermos barulho na cozinha e ele apareceu.

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Ficamos comendo e conversando, e entramos no assunto do show que havíamos ido, então Ricardo perguntou pra Aninha se ela tinha gostado do namorado no show, e ela respondeu com um sorriso safado:

–“eu gostei, só queria que ele fosse mais pra frente”

Rindo, mas talvez com vergonha por ser tão safada, foi até pegar mais um pouco de suco na geladeira. Jonas se justificou, sem perder de vista a bunda da minha esposa que estava de costas pra ele:

++”eu não sei até onde eu posso ir, daí preferi não abusar”

Aninha olhou pra ele com cara de conforto e retrucou:

–“eu sei, até o Alê já viu que você é assim, eu falei brincando, e olha, eu adorei o beijo, tá?”

++”eu também. Se o Alex deixar eu queria mais um”

Ahh, viu que eu estava de boa e criou coragem, né? Tava demorando pra soltar as garras. Senti todos esperando minha resposta, então lancei um desafio que achei que ele não aceitaria:

-“Se a Aninha quiser, tudo bem, mas o Ricardo acabou de gozar na boca dela”

Como eu podia ser tão corno assim? Pensei. Mas a ideia era excitante e eu fiquei curioso pela resposta dele.

++”porra, aí é foda, hein. Mas mesmo assim vale a pena”

Ricardo riu da resposta dele. Aninha já tinha fechado a geladeira, e estava em pé de frente pra nós. Senti que ela gostou também, olhou pra mim e falou:

–“você que deixou, hein”

Não tinha como voltar atrás. Eles queriam, e o tesão me falava pra deixar e curtir a vista. Meu receio desde o início era o jonas ver minha esposa como uma putinha que dá pra qualquer um, mas aos poucos fui percebendo que não era assim que ele a via. Apenas olhei pra ela com um leve sorriso, como quem diz: ‘sua puta, é isso que você quer né?’.

Os dois se aproximaram olhando nos olhos, Aninha sorrindo e ele um pouco mais sério, e começaram a se beijar com volúpia. Jonas parece que perdeu a vergonha e logo desceu a mão passando na bunda da minha esposa que vestia só o shortinho de algodão sem calcinha. Ela correspondia rebolando de leve na mão dele, enquanto se beijavam. Vi as línguas dançando e pensei: ‘será que ainda tem gala do Ricardo ali?’. Gostei de imaginar o Jonas ganhando um pouquinho de gala também, mas o pensamento passou rápido, por que enquanto a mão dele subiu pras costas, a outra já apalpava os seios da Aninha, e ela correspondia segurando seu pau sobre a bermuda.

O beijo era só o pretexto pra eles continuarem se sarrando, e como Aninha correspondia e eu não reclamava, Jonas ousou mais um pouco, puxando a blusinha dela pra cima até expor um seio. Os lábios ainda estavam colados quando eles abriram os olhos, Aninha sorria olhando nos olhos dele e ele olhou pra baixo, vendo o seio da minha esposa, então passou so dedos sobre a auréola. Ela olhou pra mim e eu estava meio estatelado, sem reação. Depois de tê-la visto tantas vezes fazendo isso com meu primo e tio, aquilo ali parecia só mais um começo das safadezas dela com outro homem, provocando meu ciúmes e tesão.

Fiquei parado, só olhando. Os dois se beijaram novamente, e minha esposa puxou o botão da bermuda, abrindo o velcro e expondo a ereção dele dentro da cueca. Colocou a mão dentro da cueca e puxou o pau pra fora. Quis ver como era, afinal de contas algumas semanas atrás ele tinha comido minha esposa, e entendi por que minha esposa elogiava tanto o cara. Eu achava que o pau dele era menor que o meu, por que brancos em geral tem pau pequeno, mas era mais ou menos do mesmo tamanho, cerca de 17 ou 18cm, só era mais claro, pois Jonas é branquinho, assim como ela. Aninha Ficou massageando enquanto se beijavam com a respiração carregada de tesão. O pau dele estava envergado pra cima, de tão duro.

Quando terminaram o beijo, lentamente Aninha guardou o pau dele na cueca, e ele colocou de volta a blusa sobre o seio da minha esposa. Quando ela olhou na minha direção e do Ricardo, eu questionei:

-“esse que era o beijo?”

–“você que deixou, amor”. Ela respondeu rindo

>>”caralho, olha como vocês me deixaram também”, Ricardo falou mostrando o volume da pica sob a bermuda.

-“tá vendo, eu não tenho culpa de nada, todo mundo gostou”, ela falou

–“e você, gostou, amor?”

-“o que você acha?”, falei sem responder claramente.

–“então eu não tenho culpa de nada, todo mundo gostou”, ela falou sorrindo

>>”vamos todo mundo pro quarto então, aqui já tá calor demais”

Por mais tesão que eu tenha sentido, vendo minha esposa beijando e masturbando o Jonas, eu ainda não queria entregá-la tão de bandeja pra ele. Sem saber bem o que falar pra rejeitar a proposta, respondi:

-“acho que vai ficar bagunçado demais, cheio de gente”

Talvez ele tenha percebido meu desconforto. Só sei que ele respondeu imediatamente:

++”verdade, vão lá vocês, eu vou colocar um filme pra pegar no sono”

Aninha e Ricardo não questionaram. Me senti um pouco mal por estar fazendo algo contra a vontade de todos, mas agora já tinha feito.

–“tá bom então. Vamos, por que eu já tô ficando com sono”, Aninha falou pra dar um fim na história.

Concordamos e fomos os três pro quarto, enquanto Jonas sentava no sofá da sala. Deixamos a porta fechada por conta do ar condicionado. Ela se deitou na cama enquanto eu e Ricardo tirávamos as camisas, e me falou:

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–“tadinho, amor, ele ficou até com medo”

-“ele tá se aproveitando demais pro meu gosto”, respondi sorrindo, pra tirar o peso da decisão.

Enquanto conversávamos, Ricardo já havia tirado a bermuda e deitado ao lado dela só de cueca, com o pau em meia bomba fazendo volume.

–“e você tá com ciúmes bobo a toa”, ela falou e se virou, abraçando o Ricardo

>>”relaxa, ele também não curte essa brincadeira assim não”

–“como assim? Da gente junto?”

>>”sim, antes de você ir lá em Anamaré, eu falei sobre a gente, que rola essas brincadeiras, e ele disse que não curte, deve ser por conta da religião, a família dele é muito católica”

–“então ele não sabe o que tá perdendo”

Os dois sorrindo se beijaram. Eu ainda estava em pé e fiquei observando. Eles se desgrudaram só o tempo suficiente pra Ricardo puxar a blusinha dela pra cima, revelando os seios.

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Ele chupou com vontade enquanto a mão deslizou pra dentro do shortinho, passando os dedos no grelinho.

>>”já tá molhadinha, é por minha causa ou pelo beijo do Jonas”, perguntou, provocando

–“os dois, safado”, respondeu rindo e olhou pra mim: “vem, amor”

-“tô de boa, pode aproveitar aí”

Eles continuaram o beijo, mais quente, e Ricardo puxou o shortinho pra baixo. Ela rebolou o quadril ajudando e ficou peladinha, então foi a vez dela de puxar a cueca, revelando a jeba enorme do meu primo, dura e latejando. Ele terminou de tirar a cueca e ficou deitado, e ela ficou de quatro com o rosto ao lado da pica. Segurou o pau com as duas mãos e lambeu devagar a cabeça grossa e engoliu, chupando enquanto o masturbava de leve. Ricardo gemeu baixo, segurou os cabelos dela e olhou pra mim e me deu a seguinte cantada:

>>”chama ele só pra vir ver a gente, quem sabe ele topa”

-“agora não, deixa ele lá vendo TV”, respondi rindo

–“ele vai gostar mais de ver esse filme aqui”, ela falou sorrindo

Não me parecia uma proposta ruim, ver o Jonas babando pela minha esposa sem fazer nada além de ver, mas eu sabia que não ficaria só nisso:

-“até parece que ele só vai ver”

–“eu não garanto nada, mas chama, amor, tô com pena dele”, ela falou sorrindo, passando a cabeça do pau do meu primo na bochecha

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Ainda sorrindo e olhando pra mim, ela passou os lábios na pica do meu primo e voltou a chupar.

Sem que ela percebesse, Ricardo gesticulou pra mim algo como ‘vai lá, chama ele”, e eu fiz um gesto com a mão, pra ele esperar um pouco. Ele consentiu com a cabeça, e se virou de lado na cama, puxando minha esposa pra fazer um 69, de lado. A cena dele chupando o grelo da Aninha, enquanto ela gemia com o pau dele na boca, me deu um tesão enorme. Fiquei assistindo um pouco e falei:

-“vou tomar água, já volto”

Saí do quarto só de cueca e passei pela sala, Jonas estava no sofá vendo TV. Nos cumprimentamos no trivial:

-“opa”

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++”ei, já terminou?”, Jonas perguntou surpreso pela minha presença ali.

-“não, vou só tomar água”

E passei direto, fui na cozinha, nem com sede eu estava, mas enchi um copo e voltei pra sala. Fiquei em pé ao lado do sofá e puxei assunto:

-“e aí, vendo o que?”

++”nada, coloquei só pra passar o tempo. E você não vai voltar pra lá?”

-“vou, tô deixando eles a sós um pouquinho”

++”pô, tudo que eu queria”

–“eles me falaram pra eu te chamar pra ver, se você quiser ir”

++”sério? Mas e você?

-“por mim tudo bem, sinceramente eu te achava um aproveitador pelo que aconteceu lá em Anamaré, mas depois que te conheci vi que você não é nada disso”

++”sim, eu até te peço desculpas, mas na hora eu não resisti”

-“eu sei, conheço minha esposa, olha o que ela fez com você na cozinha”

++”rapaz, ela sabe deixar um homem maluco”, e soltou um sorriso

-“as vezes mais de um né? E aí, você quer ir lá?”

++”se não tiver problema pra você eu quero.”

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Levantamos do sofá e fomos. Ao entrarmos no quarto, os dois estavam na posição papai mamãe, transando lentamente, e olharam pra nós. Continuaram transando e nós ficamos próximos da parede.

>>”mostra pro meu amigo, putinha, como você fode gostoso”

Aninha estampava a cara de prazer pelas metidas que recebia, os dois se beijaram rapidamente e ela falou pra nós dois:

–“vem, amor, fica aqui comigo”, e pediu ao Jonas: “tira a bermuda, fica peladinho também”

Eu fiquei pelado e deitei no canto da cama King do meu tio, que tinha espaço pra todos. Jonas tirou a roupa expondo a pica que já estava quase dura, e Aninha esticou o braço na direção dele. Jonas entendeu o recado e se aproximou, e Aninha passou a mão nas pernas dele até segurar sua pica e ficar masturbando de leve enquanto Ricardo metia nela. Eu, do lado de cá da cama, fiquei só observando a cara dela, uma legítima hotwife dando conta dos dois machos.

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Passei a mão nos seios dela e belisquei de leve o mamilo. Ela olhou pra mim e eu falei:

-“putinha”

–“que delícia, amor, tá muito gostoso”

Aproximei o rosto dela e falei baixo:

-“eu sei, sua safada, do jeito que você gosta”

Nos beijamos e o rosto dela começou a balançar pelas estocadas do Ricardo, paramos o beijno e ela ficou segurando a minha mão, olhando pra mim com aquela cara de sorriso e prazer misturados. Pensei comigo: ‘como gosta de dar, essa safada’. Ricardo metia forte e ela começou a gemer, e logo ela disse que iria gozar. Soltou a pica do Jonas e agarrou o rosto do Ricardo, gemendo enquanto ele metia com força, até que ela relaxou e Ricardo foi parando a metida.

Assim que ela relaxou após o gozo, chamou o Jonas pra cama também. Ele sentou na cabeceira da cama, ainda com uma perna pra fora. Ricardo colocou minha esposa de quatro, de tal forma que o rosto dela ficou próximo do quadril do Jonas, e se posicionou atrás dela.

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Eu percebi o que ele queria, incluir o Jonas na brincadeira. Nesse momento eu não ia e nem queria impedir nada. Aninha estava adorando e eu estava cheio de tesão. Segundos depois ele já estava pincelando a buceta da minha esposa e começou o vai e vem. Minha vontade era ir debaixo dela e chupar o grelo, dando a pica pra ela me chupar, mas eu percebi que os olhares dela eram pro Jonas.

Logo que meu primo começou a balançar o corpo todo dela com as metidas, ela abraçou a cintura do Jonas, se segurando nele. A pica inicialmente roçava seu braço, mas ela colocou o rosto ao lado do pau duro dele, e ficou recebendo as estocadas do meu primo, enquanto a pica do Jonas encostava em sua bochecha. Enquanto isso, Ricardo incentivava:

>>”que delícia, prima, rebola gostoso na pica do seu macho”

E ela obedecia, rebolando enquanto Ricardo metia nela de quatro. Não demorou para os lábios dela encontrarem o corpo do pau do Jonas, e começarem os beijos. Jonas passava a mão nos cabelos dela, a cabeça do pau encostava no umbigo, de tão dura e ereta que a pica estava.

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Logo ela estava beijando a cabeça da pica, até que colocou dentro da boca e começou a chupar, de leve, enquanto recebia as estocadas do meu primo.

Eu estava deitado ao lado deles, me masturbando de leve e curtindo a cena. Ela me olhou quase chorando de prazer:

–“que delícia, corninho, você tá gostando de me ver assim?”

-“tô, safada, pode aproveitar bastante”

Ela deu um sorriso e esticou o pescoço na minha direção, queria um beijo, queria mostrar pro Jonas que eu gosto de beijá-la com gosto de pica na boca. Não me fiz de rogado, não tinha por que não fazer, e nos beijamos, e então ela se voltou pro Jonas novamente e pegou no pau dele, masturbando enquanto voltava a colocar a cabeça da pica na boca, e assim eles ficaram, Ricardo a chamava de puta, e ela falava pra ele meter gostoso. Jonas estava mais tímido, curtia o boquete respirando fundo, com cara de prazer, segurando os cabelos dela e as vezes pegando nos seios.

Ficaram assim alguns minutos até que Jonas falou que não aguentava mais segurar. Aninha sorriu e falou:

–“goza no meu rosto, quero sentir seu leitinho”

Jonas se levantou da cama e ficou de frente pra ela, se masturbando freneticamente. Aninha olhava pra ele e pra pica, passando a língua na cabeça do jeito que dava, balançando com as estocadas do Ricardo, que incentivava:

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>>”vai levar leitinho do meu amigo na cara, puta?”

–“vou, que amigo gostoso que você tem, primo”

>>”sim, ele tava doido pra gozar nessa boquinha, falou a semana inteira de você, agora faz ele gozar gostoso”

Aninha sorriu pro Jonas e esticou o rosto, chupando mais um pouco a cabeça da pica, Jonas continuava se masturbando e anunciou o gozo. Apesar dela estar com o rosto virado pro Jonas, eu percebia os jatos de gala dele voando em direção ao rosto da minha esposa, e até por cima dela, caindo na cama, próximo a mim. Meu primo também tinha praticamente parado de meter, pra ver a cena.

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Quando Jonas terminou de gozar, Aninha esticou o pescocço e abocanhou a pica, chupando até deixa-la limpinha. Jonas sentia aquela sensibilidade da cabeça da pica, quando a mulher chupa depois de gozar, e seu corpo fazia espasmos de contrações, Quando ela se virou pra mim, estava coma a cara toda lavada de gala, eu só falei:

-“nossa, putra que pariu”

Aninha riu e perguntou:

–“gostou, amor?”

-“sei lá, tô tentando me acostumar com isso”

Então Ricardo falou:

>>”que putinha, Alex, eu tô cheio de tesão também, posso gozar nessa bucetinha?”

-“pode, seu vagabundo, hoje a noite tá sendo de vocês”

>>”deita então, prima, quero meter sentindo essa bunda gostosa”

Aninha só esticou a perna e deitou de costas. Sem tirar a pica de dentro, ele ficou montado nela e foi metendo, mordendo a orelha dela e falando coisas no ouvido, e ela concordava:

>>”puta, gostou da gala do meu amigo?”

–“adorei. Mete gostoso que eu quero gozar com você agora”

>>”vou encher essa bucetinha de gala também, prima, que bunda gostosa que você tem”

Ricardo bombava batendo a pélvis na bunda da minha esposa. Ela já tinha relaxado o rosto no colchão, sujando o lençol com a gala do Jonas, e ficou mandando meu primo meter gostoso até a hora em que ela começou a gozar novamente. Ricardo não se segurou mais e acelerou ainda mais a metida, gozando praticamente junto com ela, urrando enquanto ela gemia.

Eu estava só observando tudo desde o início, e evitava me masturbar, ficava só passando a mão no meu pau duro, de leve, senão teria gozado antes deles, de tanto tesão que estava sentindo.

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Finalmente os dois relaxaram também, e meu primo foi saindo de cima dela, e rolou na minha direção. O pau duro ainda, mas indo pra meia engorda, brilhava envernizado com a mistura de líquidos dele e da minha esposa. Aninha se virou pra nós, sorrindo satisfeita, abraçou meu primo e falou:

–“obrigada por ter me comido gostoso”

Ao dizer isso, deram um selinho, e meu primo olhava pro teto, relaxado e feliz, enquanto eu ainda estava cheio de tesão.

>>”caralho, que fim de semana maravilhoso hein. Será que a Aninha aceita ter 3 maridos?”

Eu e Aninha apenas sorrimos, e eu provoquei o Jonas:

-“acho que o Jonas não ia curtir não”

++”sim, eu gosto de um lance mais romântico”, ele riu baixinho e respondeu com a voz calma.

–“poxa, branquinho, você não gostou da brincadeira?”

++”a resposta tá no seu rosto”, ele respondeu sorrindo, e completou: “mas a dois é mais gostoso”

Aninha soltou uma risadinha e apertou o braço dele de leve.

–“sua resposta té colando meu rosto no lençol. Vamos tomar banho?”

Acabamos rindo e fomos nós 4 pro banheiro. O box era grande, mas quatro ficariam no aperto. Como eu não tinha feito nada além de olhar, deixei os três entrarem.

Aninha ficou entre os dois, de frente pro Ricardo, que falou:

>>”lava logo essa pintura que o Jonas fez no seu rosto”, disse Ricardo, ainda com aquele tom de zoação.

–“nossa, seu amigo tava com o estoque de tinta em dia. Meu rosto tá todo colando”, respondeu Aninha, rindo e olhando pro Jonas com cara de safada.

Aninha lavou o rosto e eu fiquei só percebendo o Jonas encarando a bunda empinada da minha esposa enquanto ela se inclinava.

Ainda tava cheio de tesão, com certeza. Pra ele tudo ali era de certa forma novidade. Ricardo já havia tomado banho logo depois da transa lá em casa, então se ensaboou rapidinho, e quando foi saindo do box, deixou a pica mole arrastar devagar na bunda do Jonas, que deu um pulo e reclamou, sorrindo sem graça:

++”que porra é essa? Sai fora, caralho”

>>”relaxa, tava só testando se você gosta”, Ricardo respondeu rindo

Aninha morreu de rir dos dois machões exalando masculinidade, e chamou Jonas pra ficar debaixo do chuveiro. Enquanro Ricardo se secava, Aninha pegou um sabonete e passou no peito do Jonas e foi descendo, até chegar na pica dele, ensaboando com calma, quase masturbando. Ricardo me chamou pra sairmos do banheiro e deixar os dois a sós e eu topei, então fomos pra sala. Ficamos os dois ali nus, conversando besteira, e logo depois os dois saíram do banheiro, enrolados nas toalhas.

Aninha sentou do meu lado no sofá, sorrindo com cara de pidona que eu conheço bem:

–“amor, eu posso ficar com o Jonas no outro quarto um pouquinho? Depois eu venho pra ficar com você”

Me surpreendi com o pedido, olhei pra ela com aquela sentindo aquela familiar pontada de ciúmes misturada com tesão, e concordei:

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-“tudo bem, você que sabe”

Ela sorriu, aliviada, e se levantou do sofá, dando a mão pro Jonas e indo em direção ao outro quarto. Eu e Ricardo também fomos pro quarto onde estávamos antes e eu falei:

-“tô falando? Esse seu amigo é muito aproveitador”

>>”relaxa, deixa ela se divertir um pouco com ele”

-“na verdade é até melhor, do jeito que eu tô aqui não aguento um minuto sem gozar”

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Deitamos na parte da cama onde o lençol não tinha gala do Jonas e ficamos conversando, Ricardo falava que se pudesse, viria todo fim de semana nos visitar, e que sente falta dessas brincadeiras comigo e com minha esposa. Ouvimos um barulho no outro quarto e fizemos silêncio pra prestar atenção.

Foi só eu me virar um pouco na cama e meu primo aproveitou pra passar a mão na minha bunda.

-“para com isso, caralho”, sussurrei colando as costas no colchão novamente

Ricardo riu e se chegou ainda mais perto, deixando a mão sobre minha barriga.

>>”calma, pô, vamos brincar um pouco também.”

-“não, já te falei que não quero mais fazer isso, e além disso, só você se dá bem, né? Você goza e eu fico na mesma”

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>>”vou te fazer gozar então”, ele falou pegando no meu pau que tava na meia engorda.

-“para, doido, e se a Aninha chegar aqui?”

>>”ela ta dando pro Jonas, relaxa”

Olhei pra mão dele segurando meu pau e masturbando sem muito jeito, e falei sorrindo pra ele.

-“tô nem acreditando nisso, sabe nem fazer direito”

>>”peraí que eu vou me ajeitar aqui”

Ele se ajoelhou de frente pra mim, com as pernas abertas, exibindo a pica começando a ganhar volume, e falou:

>>“tá melhor assim?”

-“eu sei muito bem o que você tá querendo”, falei sorrindo

>>”vai, eu quero ver ele crescendo na sua boca”, respondeu com uma cara safada

-“ahh tá, e você vai me chupar também?”, perguntei sorrindo

>>”não, senão você vai gozar rápido”, ele respondeu com um sorriso também.

-“tá vendo, você é outro aproveitador também”

Peguei no pau dele e fiquei acariciando enquanto ele me masturbava sem jeito. Senti a mão dele empurrando minha cabeça pra perto da pica.

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Deixei acontecer, meus lábios encostaram na pica e eu coloquei a cabeça na boca.

>>”que delícia, Alex, chupa gostoso, vai”

Segurei o saco e comecei a chupar de leve, passando os lábios e a língua na cabeça, enquanto ele segurava meu pau, punhetando sem jeito. Senti a jeba ganhando volume e o quadril dele começou a mexer, fazendo o pau entrar e sair da minha boca. Fiquei sentindo o pau arrastando na minha língua, quase duro.

>>”que boca gostosa, primo, sente o cavalão entrando e saindo”

Ele fudeu minha boca daquela forma até o pau ficar completamente duro, então tirou da minha boca e falou:

>>”você chupa tão gostoso quanto a Aninha, sabia?”

-“até parece”, respondi discordando

>>”chupa então, pra eu tirar a prova”

Sorri e coloquei a pica novamente na boca, fiquei chupando e punhetando enquanto ele segurava meu pau, punhetando sem jeito.

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Ele se contorcia de prazer e meu pau parecia que iria explodir de tesão.

>>”que delícia, primo, chupando o cavalão e ganhando uma punhetinha”

-“você tá gostando assim?”

>>”tô adorando, minha vontade é encher sua boca de leite”

-“eu tô quase gozando, seu safado”

>>”então chupa gostoso que eu vou te punhetar até você gozar”

Ricardo se concentrou mais na punheta, ficou mais gostoso, e eu chupei muito o pau dele, até que não resisti mais e falei que iria gozar.

>>”goza com minha pica na boca, primo, continua chupando”

Obedeci e ele continuou punhetando até eu gozar, jogando os jatos longe no lençol. Então fui relaxando e diminuindo o ritmo da chupada, e ele foi diminuindo a punheta, até eu relaxar completamente.

-“caralho, que doideira, puta que pariu”, falei sorrindo e relaxado

>>”você sujou o lençol todo, agora a gente vai ter que tirar”

-“porra, eu tava com o tesão acumulado, vendo vocês dois com a minha mulher”

>>”falando nisso, vamos lá ver o que os dois estão fazendo?”

-“não, acho que eles querem ficar sozinhos”

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>>”vamos escondidos, pelo lado de fora da janela”

-“você gosta de espiar né? Deve ter visto eu e a Aninha várias vezes”

>>”pra falar a verdade, no início eu ia lá olhar, já bati várias punhetas vendo vocês pela frestinha da janela”

-“vagabundo, já tinha visto minha esposa pelada muito antes de transar com ela”

>>”era um pouco escuro, não dava pra ver muita coisa”, respondeu sorrindo, e completou: “e aí, vamos lá?”

-“vamos, sem fazer barulho, pra não ficar chato”

Saímos pelados do quarto e demos a volta pela cozinha, nos aproximamos com muito cuidado da janela do quarto onde Jonas estava com a minha esposa. Perto da janela ouvimos os gemidos dela. Ricardo procurou alguma brechinha pra olhar, e depois eu me aproximei mais. Não conseguia ver nada mas colado na janela eu ouvia algumas coisas que eles falavam, baixinho, contidos talvez pra não fazer barulho demais. Ricardo ficou atrás de mim e se aproveitou, roçando o pau na minha bunda.

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Eu olhei pra trás e falei “para!”, sem emitir nenhum som, da mesma forma ele falou “deixa!”. Voltei minha atenção pra janela e ele continuou encoxando, passando a mão de leve na minha bunda, até que pegou minha mão e colocou no pau dele. Eu aceitei, fiquei massageando a pica enquanto ele alisava minha bunda, até que ele veio no meu ouvido e sussurrou:

>>”me chupa”

Olhei pra ele a balancei a cabeça dizendo ‘não’, e ele fez o gesto com os dedos:

>>”só um pouquinho”

-“não, vamos embora”, respondi apenas gesticulando.

Saí dali com medo deles abrirem a porta do quarto e nos pegarem pelados andando pela casa.

Assim que entramos no quarto eu falei baixinho pra ele:

-“você é doido? A gente ia fazer barulho”

>>”ia não, mas eu quero gozar. Vem cá”, falou pegando minha mão e colocando no pau dele novamente

Segurei no pau dele e sentei na borda da cama, pra ficar mais fácil bater uma punheta pra ele, e falei:

-“daqui a pouco eles aparecem aqui no quarto”

>>”vamos deitar na cama, qualquer coisa a gente joga a colcha por cima da gente”

Deitamos na cama e ele veio na minha direção, assim como antes, ajoelhado, oferecendo a pica. Ainda não estava dura. Cheguei mais perto e coloquei minha boca na cabeça e comecei a chupar. Ricardo tremeu de tesão, eu olhei sorrindo e ele falou:

>>”você chupa muito gostoso, queria fazer assim na frente da Aninha, pra ela ver”

-“eu morro de vergonha”, respondi sorrindo

>>”ela gosta, qualquer hora eu vou gozar na sua boca pra ela ver”

-“tá nem doido de fazer isso, ela vai acabar separando de mim”

>>”tá bom, isso aqui fica só pra nós dois”

Enquanto eu chupava, Ricardo ficou passando a mão na minha bunda, tentando chegar no reguinho, mas a posição não ajudava muito. Eu sentia tesão mas o pau não dava sinais de querer subir, por que eu havia gozado a pouco, enquanto a pica do meu primo pulsava na minha boca. De repente ouvimos o barulho da Aninha e Jonas saindo do quarto. Tomamos um susto e deitamos afastados na cama, cobertos pelo edredom. Percebemos que os dois passaram direto pro banheiro, eu olhei debaixo do edredom a pica dura do meu primo e falei rindo:

-“abaixa isso aí”

>>”vamos colocar a cueca”

Pegamos as cuecas no chão do quarto e colocamos, voltamos pra cama sorrindo e nos deitamos, cada um numa ponta da cama. Minutos depois os dois saíram do banheiro e abriram a porta do quarto, só de toalha. Eu e Aninha cruzamos olhares e ela perguntou, curiosa:

–”vocês estavam dormindo?”

-“não, ficamos conversando e vendo um pouco de TV, e vocês?”, perguntei com malícia

–“ai, amor, para”, ela respondeu com um sorriso largo, e continuou: “a gente ficou bem comportados, né Jonas?”

++”claro, ficamos vendo TV também”

>>”cara de pau, nem tem TV no meu quarto”, Ricardo falou dando uma gargalhada

-“safada, vem cá”

Aninha se aproximou sorrindo e sentou na beirada da cama ao meu lado. Demos um selinho e ela perguntou manhosa:

–“Alê, você quer muito fazer agora ou a gente pode deixar pra depois?”

-“você que sabe. Tá cansadinha?”

–“tô com sono. Posso dormir com o Jonas, pra ele não ficar sozinho?”

-“tadinho, ele tem medo do bicho papão?”

–“o bicho papão dele sou eu, a sorte dele é que eu tô morta de sono”

++”é só dormir mesmo, Alex. Eu tô morto, e amanhã pego estrada”, Jonas falou se justificando

-“eu sei, to brincando. Ela me pede só por pedir. Se eu não deixar ela faz mesmo assim”

>>”desse modelo”, Ricardo corroborou rindo da conversa.

Aninha riu também, me deu um beijo e levantou. No final das contas foi bom. Se ela ficasse comigo eu iria precisar de um tempo pra me recuperar, e eu não ia ter explicação. Quando eles saíram do quarto eu olhei pro meu primo e falei baixinho, me referindo ao Jonas:

-“aproveitador”

Ricardo riu e respondeu:

>>”vamos aproveitar também”

Passei a mão na cabeça e falei sorrindo:

-“toda hora é um 7 a 1 diferente”

Ele sorriu também e tirou o edredom de cima de nós. Me chamou pro meio da cama e deitou ao meu lado, mas ao contrário, como se fosse a posição 69.

Ficou um pouco de lado, deixando a pica na direção do meu rosto e pegou meu quadril, me virando pra ficar de bunda pra cima. Olhei pra ele sorrindo e ele falou:

>>”agora sim, deixa eu sentir você”

Eu aceitei, peguei na pica dele e coloquei na boca, enquanto ele passava a mão na minha bunda. Logo ele estava passando a mão no meu reguinho, chegando no cu. O arrepio que eu senti fez o cu piscar no dedo dele, e ele ficou explorando a região, até colocar uma falange do dedo no meu cuzinho.

-“para, eu já sei o que você quer”

>>”se doer você fala, vou só ficar brincando”

Deixei novamente, fiquei chupando a rola enquanto ele enfiava cada vez mais o dedo. Involuntariamente eu mexia o quadril e ele enfiava e tirava e falou:

>>”rebola, primo, tá gostando?”

-“vai devagar”, respondi olhando pra ele e sentindo a pica pulsando na minha boca.

Aos poucos ele foi enfiando e tirando o dedo e eu estava rebolando de prazer com a pica dele na boca.

Ele se afastou por poucos segundos, só pra pegar o gel KY no criado mudo e retornou, colocando a pica na minha boca novamente. Passou o gel no meu cu e eu senti o geladinho, e então o dedo dele entrou com facilidade. Senti ele alargando meu cuzinho quando ele colocou mais um dedo, mas ainda assim estava gostoso.

Enquanto ele metia os dedos, apertava minhas nádegas, mordia de leve, e eu estava gemendo baixinho, meu pau já estava ficando na meia engorda, ele me pediu:

>>”vou te comer um pouquinho, tá?”

-“vai doer, seu pau tá pulsando na minha boca”

>>”eu vou passar bastante gel, quero gozar no seu rabinho, deixa”

-“tá bom, faz devagar, se doer você para”

>>”pode deixar, eu vou fazer bem devagar”

Tentei relaxar meu corpo e senti meu primo em cima de mim, besuntando meu cu com gel e enfiando os dedos, até que ele apontou a cabeça da pica e começou a forçar. Senti entrando e me rasgando no meio, doeu demais e eu me segurei pra não falar alto pra ele tirar. Eu fiz cara de dor e falei baixinho:

-“tá doendo”

>>”vou ficar parado aqui, relaxa que eu vou fazer devagar”

Tentei relaxar mas a dor não permitia. Ele passou mais gel em volta do meu cu e o pau dele foi entrando e saindo um pouquinho, até deslizar com mais facilidade. Pedi pra ele fazer devagar pra não doer muito e ele passou mais gel. Senti o pau dele se movendo, não sabia se ele estava colocando tudo, mas a dor foi passando, então ele colou o peito nas minhas costas e se apoiou com o cotovelo no colchão e falou baixinho na minha orelha:

>>”que delícia, primo, você vai deixar eu encher seu rabinho de gala?”

-“vou, seu safado”

>>”rebola a bunda no meu pau, mostra que você tá gostando”

Rebolei a bunda enquanto ele metia e tirava.

-“ai, vagabundo, você tá me rasgando com esse piru grosso”

Ricardo deixava o queixo com barba mal feita arrastando na minha nuca, mordia minha orelha e falava baixinho:

>>”nunca comi um cu tão gostoso, to colocando quase tudo dentro de você”

-“eu sei, tá doendo um pouco ainda”

>>”você quer que eu tire ou continuo metendo”

-“continua, safado, tá gostoso”

>>”que delícia, eu gosto assim, bem viadinho, pede pra eu meter gostoso”

-“mete gostoso em mim, primo”

>>”esse cuzinho é só meu?”

-“é só seu, nunca dei pra ninguém”

>>”que tesão, primo, posso encher esse cuzinho de leite?”

-“pode, safado, me dá seu leite quentinho”

>>”empina a bunda pro seu macho então, que eu vou gozar”

Empinei a bunda e ele começou a meter mais forte, acho que tava entrando tudo, o tempo todo doeu as vezes mais, as vezes menos, mas o tesão estava demais, eu segurei a dor e senti as estocadas, e aguardei até ele começar a urrar de prazer, se segurando pra não fazer muito barulho.

Gozou metendo muito em mim, e depois desabou sobre minhas costas. Senti o peso do seu corpo e a pica ainda pulsando no meu cu. Depois ele me puxou pra ficar de lado e caiu atrás de mim, ainda com a pica enfiada. Ficou abraçado, falando que foi gostoso demais. Eu concordei, respirando fundo, e falei:

-“eu acho que a gente fez barulho hein”

>>”foda-se, depois a gente fala que assistiu um filme pornô e bateu punheta”

-“tá bom, Aninha vai acreditar muito nisso”

>>”Aninha não tem problema, ela sabe e gosta, pode ter certeza que ela gostaria de estar aqui vendo. Mas o Jonas, pode ficar tranquilo que eu não conto essas coisas pra ele”

-“que bom, eu ia te pedir exatamente isso”

>>”fica tranquilo, por mim nem a Aninha saberia. Vamos tomar banho?”

Concordei e ele foi tirando a pica do meu cu. Levantamos da cama e fomos pro banheiro. Ele entrou no box e eu fiquei no vaso, queria que a gala saísse então fiquei ali sentado.

Depois que ele já estava praticamente com o banho tomado, eu joguei água da ducha higiênica no cu e entrei no box, ele me colocou de costas e ensaboou as costas até passar os dedos no meu cu.

Eu deixei ele ficar explorando, fingindo que estava limpando.

-“deve estar arrombado aí”

>>”daqui a pouco fica normal, quando a gente for no quarto eu passo um hidratante”

Sorri pra ele, era muita intimidade, passar hidratante no meu cu depois de me comer, mas não falei nada. Terminei meu banho também e voltamos pro quarto. Deitei na cama e ele deitou do meu lado, ficou passando a mão na minha bunda, falando que eu dou muito gostoso, e eu falei:

-“Ricardo, apesar de ter acontecido isso, eu não acho que sou viado. Não fico na rua olhando pra homem”

>>”eu sei, pô, eu também te fiz gozar, né? Você acha que eu sou viado?”

-“não, mas eu quis falar, por que na verdade eu gostei, mas não quero ficar fazendo isso”

>>”tudo bem, eu gostei também, só rolou por que a Aninha tá com Jonas, senão a gente estaria comendo ela juntos. Relaxa, a gente não é viado, tá bom?”

-“sim, tudo bem”

Eu soltei um sorriso e concordei, então ele soltou essa:

>>”mas eu ainda quero encher sua boca de gala, na frente da Aninha”

-“tá doido? Eu tenho que parar de aceitar fazer essas coisas com você”

Ficamos conversando coisas gerais e finalmente dormimos. Acordei pela manhã com um barulho fora do quarto, logo percebi que eram Aninha e Jonas. Aguardei uns instantes, achando que eles abririam a porta do quarto pra ver se eu e Ricardo estávamos dormindo, mas não, logo percebi o silêncio. Levantei, curioso, e não vi os dois. Imaginei que haviam voltado pro quarto. Fui na cozinha fazer o café, e minutos depois os dois entraram em casa. Perguntei onde eles estavam e minha esposa falou:

–“a gente foi lá em casa pra eu pegar uma roupa, a minha ficou no quarto que você estava dormindo”

Jonas estava novamente no modo respeitador, se sentou na mesa da cozinha e ficamos conversando, até que o Ricardo apareceu. Não tinha pão, torrada, nada pra comer com o café, então Jonas e Ricardo foram na padaria. Neste meio tempo, Aninha me falou:

–“amor, preciso te contar uma coisa”

Imaginei que era fofoca: Jonas era brocha? Precoce? E ela continuou:

–“a gente foi lá em casa pegar roupa pra mim, e eu tava pelada, aí a gente acabou transando um pouco no sofá”

Tomei um baque, mal conhecia o cara e ele já tava transando com minha esposa na minha sala. Com cara de espanto, perguntei:

-“porra, você não podia colocar a toalha?”

–“eu sei, mas eu quis ficar pelada, ia te chamar mas ele ficou com vergonha”

-“me chamar pra que? Ficar vendo vocês dois pelados? Você tem cada ideia maluca”

–“ele tava de roupa, morrendo de medo de você sair do quarto. Eu queria que ele ficasse mais tranquilo na sua frente”

-“eu ia te mandar colocar uma roupa também, isso sim”

–“eu sei, amor, você é ciumento com ele, mas ele é muito bonzinho mesmo, ficou o tempo todo fazendo carinho, me elogiando. Se eu não fosse casada com você, sei não hein”, falou rindo, me abraçando.

-“eu acho que ele pensa que você é muito fácil, isso sim”

–“sei lá, também não tô nem aí pro que ele pensa. E você, dormiu bem?”

-“eu tô reclamando com você mas eu também tenho uma coisa pra te contar”

–“até imagino”, ela falou abrindo um sorriso largo. “você ficou com o Ricardo”

-“eu tava doido pra gozar, você viu, daí ele simplesmente pegou no meu pau e começou a me masturbar”

–“nossa, isso é novidade hein. Tá vendo, ele tá perdendo a vergonha”

-“é, mas ele quis também né? Aí acabou acontecendo igual aquela vez que eu te falei”

–“ai, amor, vocês tem que fazer isso na minha frente. Você gostou?”

-“eu gozei né? mas eu fico com vergonha, nem quero fazer isso mais, já falei pra ele”

–“ele vai continuar te perturbando, igual ele faz comigo”

“-eu sei. Ele falou que quer gozar na minha boca na sua frente”

“–eu ia adorar ver você sentindo o gostinho dele, eu adoro.”

-“isso tudo é culpa sua. Fico fazendo com você junto e depois ele quer mais”

“–que culpa gostosa, só de falar com você já tô com vontade de fazer de novo”

-“quer ir ali no quarto rapidinho enquanto eles não chegam?”

–“vamos, só faz devagar que eu tô começando a ficar assada”

-“deu muito praquele aproveitador, né?”

–“sim, amor, depois eu te conto tudo”

Fomos pro quarto do meu tio e começamos a nos pegar. Fiz questão de chupar muito a buceta que estava vermelhinha de tanto que deu, e quando estávamos transando ouvimos os dois chegarem em casa, olhamos um pro outro e continuamos, sabíamos que eles iriam aparecer, e assim foi, eles chegaram no quarto e eu nem olhei, continuei metendo na posição papai mamãe. Aninha que estava embaixo de mim olhou pra eles com um sorriso. Ricardo falou:

>>”pode nem deixar vocês dois sozinhos hein”

Essa era a frase que eu usava com ele, quando ele pegava minha esposa, então olhei pra ele e sorri. Aninha esticou o braço e meu primo chegou perto até ela segurar no pau dele por cima da bermuda, e ficar massageando enquanto eu metia. Não demorou pra ele tirar a bermuda e baixar a cueca. Depois mudamos de posição:

–“amor, me come de quatro”

Aninha ficou de quatro com os joelhos na beirada da cama, deixando o rabinho a vista de todos.

Pincelei o pau e fui enfiando, então ela chamou meu primo pra cama. Ele foi e os dois se beijaram, e então ele se posicionou sentado, de frente pra ela, e ela começou a chupar seu pau enquanto eu metia. Jonas ficou em pé, só observando. Enquanto chupava o Ricardo, ela falou:

–“safado, você vai encher a minha boca de leitinho na frente do meu marido, seu gostoso”

Meu primo percebeu que eu havia contado tudo pra Aninha, pois ele havia dito que ia encher minha boca de leite na frente dela. Ele olhou pra mim e eu sorri discretamente, então ele teve certeza. Eles continuaram se provocando enquanto ela chupava:

>>”putinha, deu pro meu amigo a noite toda e ainda quer mais pica”

–“sim, ele me comeu muito gostoso, agora é a vez do meu marido”

>>”que marido bonzinho, deixa você meter com várias rolas, sua safada”

–“por isso que eu amo ele, seu pirocudo, eu adoro dar pra você também”

Quando ela estava com a rola do meu primo na boca, ele falou:

>>”que puta deliciosa, Alex, será que tem mais de onde você arrumou?”

Eu só metia e prestava atenção nos papos dos dois, dessa vez eu ri, e Jonas na mesma onda falou:

++”eu também quero uma”

Olhamos pra ele e rimos. Normalmente tão contido, tava começando a se assanhar, e Aninha falou pra ele:

–“vem, branquinho, fica aqui também”

Jonas entendeu que era pra tirar a roupa e sentar do lado do Ricardo, e Aninha passou a revezar as duas picas, chupava uma enquanto punhetava a outra. Não demorou muito pra ela dizer que ia gozar. Meti mais rápido até ela gozar com a pica do Jonas entalada na boca. Depois que gozou, ela falou ofegante:

–“ahh, não aguento mais não, acho que eu fiz demais”

-“vou gozar então, sua safada, tô aqui me segurando desde ontem”

Estava cheio de tesão vendo os dois machos dividindo a boca da minha esposa, me concentrei e logo anunciei que iria gozar. Fiquei olhando os dois se divertindo, batendo as picas na cara dela, e ela colocando a língua pra fora, olhando pra eles com cara de puta. Não resisti mais e inundei a buceta da minha esposa. Depois de me recuperar, ainda ofegante, tirei o pau da buceta e ela veio me beijar.

–“vem, amor, me beija com gosto das picas dos meus dois machos”

Nos beijamos de língua, com certeza Jonas ficou reparando. Se fosse um dia antes eu não teria beijado, mas tanta coisa aconteceu naquela noite… Eu e minha esposa levantamos e fomos pro banheiro, deixando Ricardo e Jonas pelados na cama. Enquanto tomávamos banho, perguntei:

-“aquele beijo foi pra deixar o Jonas mais tranquilo?”

–“nem pensei nisso, foi por que eu gosto mesmo”, respondeu sorrindo

-“tenho certeza que ele ficou reparando”

–“amor, eu não gostei muito de ficar com ele não, é bonzinho até demais da conta”

-“sério? Você falou que queria casar”

–“casar é uma coisa, transar é outra. Eu gosto de homem mais pra frente”

-“peraí, você casou comigo por que então?”

–“você é as duas coisas, seu bobo. É bonzinho e atrevido. Lembra da primeira vez? Você quase me comeu a força”

-“claro, você já era uma putinha, tinha dado pra uns dois já”

Ela riu e falou:

–“pois é, eu continuo sendo putinha e nem assim o Jonas se impõe, fica morrendo de medo de você”

-“ahh, então foi por isso que você queria que eu te visse pelada com ele hoje de manhã?”

–“exatamente, e eu ia pelada com ele lá em casa do mesmo jeito, e ia transar com ele só pra você aparecer e ficar vendo, talvez assim ele perde o medo de você”

-“mas é o jeito do cara, lembra que o Ricardo falou que ele é muito religioso?”

–“sim, mas eu não gosto de homem assim, é a mesma coisa daquele cliente que eu te falei, ele me elogia, me levou pra conhecer o quarto dele, achei que ele ia tentar alguma coisa, mas ele é todo inseguro, perdi até o gosto.

-“e o medo de tomar um processo nas costas, hoje em dia a mulher vai na delegacia e ferra a vida do cara”

–“é verdade também, essas mulheres que não gostam de homem, se ofendem até com elogio”

-“e você com três, aliás, quatro agora né?”

–“três homens de verdade, e um, tadinho, ele é um amor, só falta atitude”, respondeu rindo.

-“tá bom então, fico até mais tranquilo, ontem eu tava com medo de rolar uma paixãozinha”

–“ai ai, essa paixãozinha passou muito longe da gente ontem”

Nós rimos e fomos terminando o banho.

Depois colocamos nossas roupas e fomos pra cozinha tomar café com os dois.

Depois Aninha foi preparar o almoço e ficamos batendo papo na cozinha. Finalmente o assunto principal não foi sexo, conversamos sobre estudos, trabalho, e eles nos convidaram pra passar uns finais de semana na casa deles também, pra gente sair junto e se divertir. Não era má ideia, sair de casa um pouco, voltar a ver gente se divertindo no pós pandemia, e claro, dividir a esposa.

Claro que isso aconteceu, e nem foi só uma vez. Até dupla penetração rolou numa das vezes, e eu fiquei do lado assistindo, morrendo de ciúmes e tesão, e conhecendo a esposa que tenho, muito mais ainda há de acontecer, mas vou ficando por aqui, por enquanto, pra não ficar repetitivo demais. Quem sabe, no futuro, a gente volta pra contar alguma nova experiência?

Obrigado por ter me acompanhado nesta narrativa.

Observação: o escritor se esforça dias pra escrever um capítulo, é justo você se esforçar segundos pra votar e deixar um comentário.

Beijos e abraços

                                

Foto 1 do Conto erotico: Minha esposa Aninha e meu primo Ricardo - 35 - Final

Foto 2 do Conto erotico: Minha esposa Aninha e meu primo Ricardo - 35 - Final

Foto 3 do Conto erotico: Minha esposa Aninha e meu primo Ricardo - 35 - Final

Foto 4 do Conto erotico: Minha esposa Aninha e meu primo Ricardo - 35 - Final

Foto 5 do Conto erotico: Minha esposa Aninha e meu primo Ricardo - 35 - Final


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Ficha do conto

Foto Perfil julioepatricia
julioepatricia

Nome do conto:
Minha esposa Aninha e meu primo Ricardo - 35 - Final

Codigo do conto:
268261

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5