Esposa no Job



       Job by Camila
Inaugurou um novo bar na cidade, o Eduardo acabou ganhando um par de convites para o dia inaugural e me chamou pra ir pra cidade passar uma noite e aproveitar pra conhecer o bar.
        O dia estava muito quente e o evento estava marcado pras 19:00h, fui com um vestido soltinho, leve e acima dos joelhos. O lugar realmente era muito bonito, de bom gosto e o design remetia os bares cariocas.
        Por ser a inauguração só tinha convidados, pessoas influentes na cidade, bonitas e bem arrumadas.
        Depois de observarmos o comportamento das pessoas, notamos que em algumas mesas tinham mulheres solteiras com comportamento duvidoso e que algumas que acompanhavam os homens, não necessariamente pareciam ser suas companheiras.
        Passado um tempo um rapaz se aproximou e se identificou como sendo divulgador da casa, perguntou nossa opinião, se estávamos sendo bem atendidos.... e perguntou se éramos um casal. O Eduardo brincando disse que eu era a “Job” dele, na hora rolaram alguns sorrisos entre a gente e logo o rapaz se despediu.
        Metade do pessoal estava acompanhado a outra metade estavam a caça nitidamente, o clima era de azaração.
        O Eduardo foi ao banheiro e nesse intervalo passou um rapaz e deixou um guardanapo comigo onde estava escrito alguma coisa. Esperei o Eduardo voltar e lemos juntos. Dizia interessado no meu trabalho, se eu tinha disponibilidade naquela noite, e pedia desculpas caso ele tivesse interpretado algo errado. O Eduardo sugeriu avançar um pouco pra ver no que dava e eu que já estava ali resolvi aceitar. De longe vejo o rapaz e aceno para sentar-se com a gente.
        O Eduardo disse que naquela noite eu estava de acompanhante dele, porém se fosse algo programado eles podiam entrar num acordo. Eu só ouvia e tentava imaginar onde ia dar aquilo tudo.
        O rapaz disse que por ele tudo bem se não tivesse nenhum empecilho da nossa parte e começou a me perguntar o que o que rolava no meu programa, de ante mão ele disse que tinha preferência em hotel e que poderia pagar dois quartos se fosse o caso, pra ficarmos bem a vontade.
        Eu fui respondendo as perguntas dele e disse que fazia oral, vaginal e dependendo anal também. Não discutimos valores e a conversa foi até formal, mas fui me empolgando com a brincadeira.
        Renato era um rapaz de pouco mais de quarenta anos, aparentava ter menos e era bem apresentável. Deu o nome do hotel pro Eduardo, perguntou se podíamos sair dali meia hora e se existia a possibilidade de eu ir com ele no carro. Olhei pro Eduardo com um aceno de tudo bem e nos acertamos.
        Essa meia hora durou uma eternidade, acho que fui no banheiro umas duas vezes, não sabia ao certo se era a melhor coisa a se fazer, mas o Eduardo me tranquilizou e disse que a todo momento estaria do lado. Logo vimos o rapaz saindo do grupo de amigos que o acompanhavam e subiu a rua lateral. Pedimos pra fechar nossa conta e pra nossa surpresa estava paga. Levantamos, dobramos a esquina e avistamos o rapaz do lado de um carro.
        Ele pediu pro Eduardo ir seguindo a gente, dali ao hotel daria uns 20 minutos. Entrei no carro e seguimos. Antes de sairmos o Renato me deu um beijo de língua e disse que era pra quebrar o gelo, disse também ficou animado em saber que poderia rolar anal. Eu com um sorriso no canto do lábio disse que dependeria do tamanho. E ele perguntou se eu não queria analisar antes e foi desabotoando a calça. Com uma mão ele segurava o volante e com a outra tirou o pau pra fora e confesso que comecei a me animar, na sequência ele pegou minha mão e colocou em cima do pau dele, já estava duro e saia melzinho, do jeito que eu gosto. Bati uma punheta pra ele bem de leve e com a mão que estava livre ele me pegou pelo cabelo e fez eu baixar em direção do colo dele. Caí de boca, chupava, sugava o melzinho e ele gemia e me chamava de safada. Quando eu estava me empolgando ele avisou que estávamos chegando.
        Ele passou pela recepção, acertou o que tinha que acertar e fomos em direção aos dois quartos. No quarto 101 ele abriu e entramos nós três. O quarto era espaçoso com uma salinha com sofá e um outro ambiente com uma cama de casal.
        Eu sentei no sofá, o Eduardo numa poltrona. O Renato tirou a camisa e ficou em pé na minha frente. Eu desabotei a calça dele, tirei o pau pra fora e comecei a chupar de novo, agora mais confortável pela posição. O Eduardo levantou e tirou meu vestido, sem eu parar de chupar a rola do Renato. Quando o Renato viu meu peitos, pegou o pau e bateu neles, bateu no meu rosto, e voltou a colocar na minha boca. Eu chupava do meio jeito, com vontade que até as pernas do Renato que continuava em pé, ficavam moles.
        Ele parou, pediu pra eu encostar, apoiei os pés em cima do sofá, e o Renato se abaixou colocou o nariz na minha calcinha que estava quente, com as duas mãos ele foi pegando na alça e baixando, saiu um fio de baba, estava totalmente molhada. Aí foi a vez dele cair de boca. Meteu a língua fundo a minha buceta, parecia que queria provar todo meu mel, eu me contorcia e segurava a cabeça dele no meio das minhas pernas. De olhos serrados vi o Eduardo com o pau pra fora, ele veio até mim, ficou em pé no sofá e colocou seu pau na minha boca. Confesso que nessa hora estava quase gozando, mas parece que eles sentiram isso e pararam.
        O Renato disse que ia tomar um banho, o Eduardo me pegou pela mão e me levou pro quarto, me deitou na cama e subiu em cima de mim, queria me comer naquele intervalo, eu fazendo charme não deixei. Ouvimos o desligar do chuveiro e logo o Renato voltou de roupão. O Eduardo sentado na poltrona do quarto e eu pelada deitada na cama.
        Ele se aproximou, me puxou pelas pernas, me deixou com a lombar apoiada na beirada da cama, se abaixou e passou várias vezes a língua no meu cuzinho, cada linguada, meu cuzinho dava uma piscada. Logo ele voltou a ficar em pé, tirou o laço do roupão, segurou o pau e encostou na entrada do meu cuzinho. Eu deitada olhava pra ele e com as duas mãos abri minha bunda, saiba o que ele queria e eu estava doida pra dar pra um pau diferente.
        Ele forçou e entrou até com uma certa facilidade. Começou com movimentos calmos e foi aumentando conforme eu relaxava, sentia o pau dele quase sair do meu rabo e entrava de novo. Com as mãos ele segurava minhas pernas e abria ao mesmo tempo, intercalava vendo o pau dele todo dentro do meu cu, minha buceta molhada e qdo olhava pra cima via minha cara de tesão enquanto eu apertava meus peitos e pedia pra ele não parar.
        Ficamos assim por vários minutos disputando quem iria gozar primeiro. Depois disso ele tirou o pau do meu rabo, arrancou a camisinha, e pediu pra eu inverter a posição. Virei e fiquei com a cabeça pendurada e inclinada pra fora da cama e minhas pernas voltadas pro lado da cabeceira. O Renato na mesma posição em pé colocou o pau na minha boca. Pela posição que eu estava o pau entrava todinho na minha garganta e assim ele fazia um vai e vem. No mesmo instante sentia um pau entrando na minha buceta, era o Eduardo me comendo. Eu mau conseguia gemer com o pau na boca, mas estava fissurada em como estava sendo usada naquela hora. O Renato a todo momento me chamava de puta gostosa.
        O Renato num movimento rápido tirou o pau da minha boca e gozou nos meu peitos, foi o folego que eu precisa pra gemer algo dizendo que estava gozando, nisso o Eduardo tira o pau da minha buceta e goza na minha barriga. Estava tão exausta que cochilei.
        Poucos minutos se passaram, despertei com o chuveiro ligado e sozinha no quarto, com leitinho escorrendo pra todo lado levantei e fui até o banheiro, no caminho vi cinco notas de cem em cima do sofá, entrei no banheiro o Eduardo tomando banho. Abri o box e entrei, tomei um belo banho e em várias oportunidades rocei minha bunda no Eduardo.
        Saí e fui pro quarto enquanto o Eduardo terminava de se enxugar. Qdo ele entrou no quarto me viu de quatro, cabeça colada no travesseiro e com o cuzinho todo aberto, era a vez dele comer meu cuzinho. Ele não pensou duas vezes e foi direto onde eu queria. Gozei mais uma vez com ele me puxando pela cintura. Mais tarde o Eduardo me falou que o Renato estava no outro quarto e tinha deixado uma das chaves na mesa pra eu ir acordar ele no outro dia de manhã. Mas isso fica pra uma outra historia.
Foto 1 do Conto erotico: Esposa no Job


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Ficha do conto

Foto Perfil casal-tesao
casal-tesao

Nome do conto:
Esposa no Job

Codigo do conto:
268372

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
27/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1