Eu esperei Javier voltar para casa para contar tudo. Ele tinha mandado algumas putarias para mim, porém eu não conseguia entrar no clima sabendo que ele não iria gostar nada do que estava para contar.
Ele chegou mais cedo, umas cinco e pouco da tarde, algo que ele não fazia, mas claro, devido a nossa situação ele devia ter dado um jeito para voltar logo. Em outra circunstância eu estava alegre de finalmente ter meu macho de volta em casa.
— Cadê o meu puto safado? — ele chegou dizendo ao entrar na minha casa.
Eu estava na sala, onde tudo havia rolado com Roberto.
Quando ele chegou, Javier já estava sem sua típica regata de academia, mostrava o peitoral músculos sabendo que isso iria me agradar. Seu volume marcado mostrava que ele estava sedento.
— Tenho uma coisa para te falar. — fui logo cortando a animação dele.
Fiz ele se sentar no sofá e sem enrolar, contei tudo para ele.
Javier ficou me encarando com uma expressão de choque, e quando terminei apenas disse:
— Merda. Cacete.
Ele se levantou e começou a andar de um lado para o outro, estava claramente apavorado. Seu maior medo era alguém descobrir nosso lance.
— E agora? — perguntei.
— Não sei, Romeu… caralho tu trepou com ele mesmo?
— Isso é o que mais te preocupa?
— Não, mas… caralho eu não sei o que pensar… — Ele passou as mãos pelo rosto. — Eu não sei, não sei mesmo… E se ele contar para alguém?
— Ele disse que não vai…
— E se ele contar, cara!? Esse é o problema. Se a Cecília ou o meu irmão ficar sabendo…
Me levantei e o toquei.
— Ei, isso não vai acontecer. O ROberto disse que não vai contar nada, que não quer expor a gente, ele só… ele só queria entrar no meio.
Javier riu em muita animação.
— E depois? E se ele se arrepender? Não é porque eu e você demos certo que um estranho vai dar, Romeu. Você teve sorte que eu sou bissexual e que eu estava sedento por esse tipo de afeto, mas eu não sei qual é a do Roberto.
Javier tinha razão.
— E o que vamos fazer? Eu meio que prometi chamar ele para ver eu e você transando…
— Você só pensa com a cabeça debaixo, Romeu.
A maior verdade sobre o meu eu de 19 anos.
— Olha, eu vou tomar um banho e pensar direito, mas… — ele respirou fundo. — Eu vou querer conversar com ele de qualquer maneira. Pode chamar.
— Hoje?
— O quanto antes.
Assim, Javier foi para a casa dos fundos, e eu fiquei ali sem saber o que fazer por um instante. Ali eu sentia toda a minha falta de noção e inexperiência. O que caralhos eu estava fazendo com a minha vida? Javier tinha razão, eu só estava pensando com a cabeça debaixo.
Fui então falar com Roberto.
Foi estranho sair de casa e ir até o portão da casa ao lado falar o que eu ia falar.
Roberto foi até o portão e abriu para mim, mas eu não entrei.
Avisei que era para ele aparecer por lá dali uma hora e voltei para casa.
Javier tomou seu banho e de cabeça fria voltou para falar comigo.
— Tu é mesmo um puto safaod né? Eu não tenho direito de reclamar fidelidade a essa autoral, mas caralho, foi logo dando para outro na minha ausência. — Ele tinha um certo tom de humor, então senti meu corpo relaxar.
Contei com mais detalhes minha trepada com Roberto. E tudo foi voltando ao normal entre eu e ele, nossas conversas picantes sendo o que mais costavamso de fazer além do sexo.
— A pica é boa?
— Grossa, e ele tem pegada.
— Bom saber…
— A gente vai dar o que ele quer?
Javier deu de ombros.
— Já estamos fodidos mesmo, não estamos?
— Literalmente….
Caímos na risada.
Então Roberto chegou.
Ver ele e Javier no mesmo cômodo foi curioso. Ali estavam os dois homens que eu mais tinha desejado até aquele momento. Insanamente eu já tinha trepado com os dois, e agora estávamos os três no mesmo cômodo.
— Você é maluco, Javier. — Roberto foi o primeiro a falar.
— Você também, levando em consideração com o que o ROmeu falou do que aconteceu nessa sala mais cedo.
— Mas eu não tenho nada em relação ao rapaz aqui, ele é enteado do teu irmão, e você tem mulher, eu sou um viúvo despedido que vem descobrindo coisas sobre si. — protestou Roberto.
— Tá se descobrindo, é?
Roberto se sentou no sofá, no mesmo lugar onde tudo havia acontecido.
— Estou, algum problema?
— Eu não tenho nenhum, estou tentando ver se você tem?
Roberto levantou as mãos em sinal de rendição.
— Nenhum preconceito, como disse, estou me descobrindo.
— Há quanto tempo?
Roberto deu de ombros.
— Sei lá, desde que minha esposa morreu e eu fiquei sozinho? E vocês, desde quando esse lance vem rolando?
— Alguns meses. — falei.
Roberto levantou uma das sobrancelhas.
— Nossa. Por isso eu venho reparando que o javier anda mais sorridente. Safado, não me disse nada esse tempo todo.
— Eu jamais iria falar, Roberto.
— Entendo, entendo…
Ficamos os três em silêncio por um momento, uma certa tensão pairando no ar.
— Ninguém pode ficar sabendo, Roberto. — disse Javier então, sua grave soando firme e direta. — Se você quiser fazer parte, tem que entender que é nosso segredo, e apenas nosso.
Javier encarou Roberto, um olhar firme, que tinha não apenas uma sensação de desafio, mas também fome. Entendi que toda aquela situação o deixava excitado. Javier era um homem extremamente safado, que havia se guardado por muito tempo até todo nosso lance ter acontecido, então comigo ele havia se redescoberto, e agora estava experimentando um novo horizonte, por mais nervoso que estivesse se expondo para outra pessoa, ele queria que aquilo fosse pra frente.
— Já disse para o Romeu que eu não vou contar a ninguém, que o segredo de vocês está seguro comigo.
— Mas ele não vai ser só o segredo meu e de Romeu, vai ser seu também.
— Apenas se vocês dois quiserem isso. — falou Roberto. — Vocês querem?
Dava para ver no olhar dele o quanto ele queria que a nossa resposta fosse sim, não importava o porte debochado e contido dele. Mal sabia que dava para ver no volume em sua calça, sua excitação tão evidente.
Troquei um olhar com Javier e assentimos um para o outro.
Chamamos Roberto e o levamos para a casa dos fundos, para o quarto de Javier.
Ali colocamos uma poltrona de frente para a cama de casal, onde pedimos para Roberto se sentar.
— Fica à vontade. — falei.
Então eu e Javier fomos para a cama.
— Cacete, vocês vão mesmo fazer isso.
Sem olhar para Roberto eu e Javier começamos a nos beijar. Foi um beijo profundo e lento, cheio de desejo. Caralho, fazia horas que meu corpo não sentia o dele daquele jeito, seu cheiro, seus músculos firmes sob minhas mãos. Roberto queria ver com os próprios olhos, então era aquilo que ele teria. Tiramos nossas roupas e cai de boca no mamilo de Javier, que gemeu sem pudor, quem quer que pudesse ouvir estava ali com a gente agora. Ele expôs sua axila para mim, uma visão linda, para que eu caísse de cara nela, sorvendo seu cheiro de macho gostoso. Com o canto do olho, vi Roberto vidrado na gente, sua mão massageando seu pau sobre a calça.
Fui descendo meu beijos, seguindo a trilha de pelos pela barriga de Javier até chegar ao cós de sua bermuda, que puxei para baixo revelando sua maravilhosa pica dura, que balançou livremente diante do meu rosto.
— Cacete… — Roberto gemeu ao ver o dote de Javier.
Peguei naquele pau e olhei para o meu vizinho, e lentamente fui lambendo cada centímetro do meu macho.
— Boca gostosa da porra…
— Gosta da boca do teu puto?
— Demais…
Chupei Javier com gosto, engasgando e babando do jeito que eu gostava de fazer, dava um show de boquete para que Roberto jamais esquecesse.
Então Javier me puxou para cima, me beijando gostoso enquanto suas mãos iam até minha bunda, me apertando e me despindo. Ficamos pelados completamente, e Roberto fez o mesmo, sentado todo largadão na poltrona com a pica grossa dele apontando para cima, seus olhos hipnotizados na gente.
— Gostoso. — Javier falou olhando para nosso convidado.
— Não falei.
Fiquei de quatro e Javier não se demorou e caiu de boca no meu rabo. Enquanto ele me linguava gostoso, meus olhos focavam em Roberto, que se masturbava freneticamente enquanto nos assistia.
— Pisca puto, pisca esse cu pro teu macho — Javier me dava tapas e mordidas na minha bunda, voltava a lamber e cuspir, metendo sua língua em mim. —, rabo gostoso do caralho…
Eu rebolava em sua cara, me deliciando com sua língua, seus dedos entrando e saindo de mim em movimentos rápidos.
— Me come… me fode… mete essa pica no meu rabo…
— Espera puto, espera que teu macho tá se divertindo aqui… — Javier falou com a boca no meu rabo.
Eu me contorcia de prazer, enquanto ele me lambia, uma de suas mãos me mastrubava, meu pau babando pra caralho.
— Caralho… que tesão da porra isso… — Robertou estava sorrinso, parecia fora de si até, de tão feliz, ele se masturbava sem tirar so olhos de Javier com a cara enfiada no meu rabo.
— Tá gostando do que vê filho da puta, é como você imaginava? — perguntou Javier.
— Muito melhor.
— Você ainda não viu nada.
Senti então a cabeça do pau na minha entrada, pisquei ao redor dela, fazendo meu macho gemer e me dar um tapa gostoso. Então ele foi penetrando, eu empinando mais e mais para ele até seus pentelhos estarem roçando na minha bunda, ele todo dentro de mim.
— Puta que pariu… ah… como é bom isso cacete… que delícia de cu…
Ele começou a bombar, seu pau quase saindo e depois voltando a meter até o talo. Eram estocadas fortes e fundas, que me faziam gemer descontroladamente.
— Tome puto, toma a pica do teu macho, toma caralho… ah… toma essa rola que tu gosta, tomo… ah… caralho…
— Isso…ah… mete… ah… mete no teu puto, mete assim mesmo, mete vai, caralho fode esse rabo…
O som de seu quadril se colidindo com minha bunda se misturava com nossos gemidos e obscenidades, assim como os gemidos de Roberto, que não se segurava e agora batia desesperadamente de boca aberta, quase babando.
— Fode… fode ele… fode esse puto…
— Tá vendo Betão, o putão que eu tenho aqui… tá vendo como ele gosta da minha pica, da pica do macho dele?
— Tô vendo, caralho mano, que delicia isso, cacete eu tô loucão aqui…
Javier se inclinou sobre mim, socando fundo no meu rabo enquanto beijava minha nuca, sua língua lambendo minha orelha.
— Adoro teu rabo puto — sussurrou ele no meu ouvido. —, assim como adoro tua pica, vem me comer agora, vem…
Javier deu mais umas metidas, então sai de dentro de mim, demos uns beijos desesperados, depois ele ficou de quatro na cama. Seu delicioso rabão peludo todo para mim.
— Olha que tesão, Beto — falei me virando para nosso vizinho que nos olhava chocado. — Olha que tesão de rabo meu macho tem, que delícia esse cuzão guloso dele.
Então cai de boca, me deliciando com os gemidos de Javier a cada investida que eu dava com minha língua dentro dele.
Meti nele sem aviso, do jeito que ele gosta.
Meu olhos não desgrudaram de Roberto, que assistia tudo hipnotizado.
Eu estava com muito tesão por toda a situação, Javier ele de quatro para mim, piscando no meu pau, Roberto gemendo e murmurando enquanto se acabava na punheta. Era tudo muito louco e tesudo.
— Eu vou gozar…
— Leita puto, leite o rabo do teu macho, leita gostoso
— Leita… leita… leita… — repetia Roberto.
Senti o gozo vindo e dei uma metida funda, joguei a cabeça para trás de urrei de tesão enquanto eu enchia o rabo de Javier de porra.
— Toma seu filho da puta… ah caralho… toma esse leite nesse teu rabo toma…
— Que delicia puto… isso leita gostoso, caralho que tesão puto…
Sai de dentro dele, que logo veio chupar meu pau para tomar as últimas gotas, e depois me beijou gostoso.
— Me fode? — praticamente implorei.
Javier olha para mim depois para Roberto.
— Quero ver nosso convidado em ação primeiro.
Roberto não perdeu tempo, se levantou e veio até nós. Seus olhos brilhavam e pareciam vidrados.
— Cacete, vocês são absurdos…
— Vem cá Betão…
Javier puxou a nuca de Roberto e lascou um beijão nele. Fiquei extasiado com aquela visão daqueles dois machos se beijando a centímetros de mim. Roberto correspondeu o beijo com gosto, e depois veio me beijar. Ficamso os três ali, trocando beijos e lambidas, até Javier me colocar de quatro.
— Fode o puto, fode com força que ele gosta, aproveita bem, Betão…
Ele se sentou na poltrona, pronto para ver o puto dele dando para outro.
Para a minha surpresa, Roberto caiu de boca no meu rabo. Me deliciei com sua língua precisa e atenciosa.
— Isso, chupa gostoso o puto, língua bem o cu dele, deixa bem molhado para você meter
Ouvir a voz de Javier comandando Roberto foi outra coisa de tirar o fôlego, aquele tom grave e sensual dele deixa tudo ainda melhor.
— Me fode
— Calma puto, deixa ele se divertir também…
— Cacete que delicia isso… chupar cu é muito bom…
Roberto então me penetrou, grosso e latejando dentro de mim.
— Fode ele Betão, fode nosso puto bem gostoso, mete vai…
Roberto segurou em minha cintura e começou a dar estocadas fortes, o safado sabia o que estava fazendo.
— Sente o safado piscando na sua pica? Pisca pra ele puto, pisca pra ele ver como é bom ter um macho piscando na pica dele. Sente, Beto, sente ele te devorando?
— Sim… ah… caralho que delícia…ah…
— Soca, Beto, soca esse pau em mim, soca, mete gostoso…
Roberto estava chegando ao seu limite, sua respiração entrecortada, seus movimentos rápidos.
— Vai gozar?
— Cacete… vou…
— Leita ele então, Beto, jorra seu leite dentro dele que eu vou bater bem gostoso até gozar também.
— Leita, vai Beto, me enche de leite…
— Eu vou… eu vou… eu vou…ah!
Ele deu uma estocada funda e seu pau latejou dentro de mim, esporrando gostoso, os jatos quente me enchendo a cada gemido alto que ele soltava.
Javier se levantou e se colocou ao lado dele.
— Isso Betão, leita gostoso, isso mesmo, que delícia mano, olha que lindo você deixou o rabão do puto todo melado pra mim…
Roberto mal saiu de dentro de mim e Javier voltou a me comer.
— Caralho que delícia sentir a porra de outro macho dentro de você puto…
Roberto se deitou ao meu lado, acabado mas ainda ligado na gente.
Javier me fodeu com gosto, sem parar ele meteu até chegar em seu limite então soltou um urro grave de dando uma estocada funda jorrou seu leite dentro do meu rabo.
Ele se deitou do meu outro lado, e ali ficamos os três. Eu com meu rabo escorrendo leite, satisfeito como nunca, no meio daqueles dois machos safados.
— Puta que pariu… — falou Roberto então. — Caralho…
— Esse puto acaba com a gente.
— Vocês dois que acabaram comigo. — falei ainda de bruços na cama, meu rabo latejando a memórias dos dois ainda dentro de mim.
Caímos os três na risada.
— Acho melhor eu ir. — falou Roberto.
— Volta amanhã? — Javier perguntou.
Roberto deu um sorriso.
— Com toda certeza, se vocês quiserem.
— Temos até a próxima segunda para aproveitarmos, vem curtir com a gente. — falei.
— Vocês são surreais…
Roberto se vestiu, e Javier o acompanhou até lá fora, eu fiquei ali deitando, sem forças para me levantar ainda. Minha cabeça estava a mil, uma parte se deliciava com tudo o que tinha rolado, mas a outra ainda estava levemente apavorada, mesmo sabendo que Roberto não iria falar nada. Fora um dia de fortes emoções.
Javier voltou, tirou a bermuda que tinha colocado para acompanhar Roberto, e pelado se deitou ao meu lado, me puxando para seus braços.
— E agora? — perguntei me encaixando em seu peitoral peludo.
— Agora a gente tem um amigo de foda.
— Não está mais com medo?
— Não vou mentir, estou sim assustado com tudo, Romeu, mas pelo que eu conheço do Beto, ele não mentiu ao dizer que vai guardar nosso segredo, e pelo jeito o safado curtiu nossa putaria, vai querer mais, então talvez tenhamos nos livrado dessa.
— Eu gostei — falei. — de ser assistido.
Javier soltou uma risada.
— Foi bom pra caralho, né. Adorei ver ele te comendo também. Você é tão safado, puto, tirei a sorte grande de ter você cruzando minha vida.
Acabamos adormecendo logo depois.
No dia seguinte Roberto voltaria, e nossa semana estava só começando.
Que tesão do caralho relembrar disso, minha pica tá pingando aqui, vou me aliviar depois de postar esse capítulo para vocês, meus safados gostosos. Espero que tenham gostado, até a próxima onde eu e esse dois machos safados nos divertirmos muito, até lá...



