A língua da amiga

Eu escolhi a saia de propósito. Queria ver até onde ela ia. Carol foi mais longe do que eu esperava — e eu deixei.

O vinho já estava pela metade quando Carol sentou mais perto. Era verão, a sala estava quente, a janela aberta deixava entrar o cheiro de chuva quando começa e o barulho distante de moto na rua. A luz da TV era a única, batendo no tecido cinza do sofá e nas nossas pernas encostadas. O ar tinha aquele cheiro gostoso de chuva misturado com o perfume dela, sempre o mesmo há anos.
Nove anos de amizade. Nove anos de abraço demorado, de dormir abraçada no mesmo colchão depois de festa, de trocar roupa no mesmo quarto sem vergonha. E nunca, nunca tinha sido só amizade do jeito que a gente fingia. Eu sabia e elatambém... A gente só nunca tinha falado.
Carol estava de camiseta larga sem sutiã. O seio esquerdo marcava o tecido toda vez que ela se mexia. Eu usava uma saia curta de malha e uma blusa fina. Tinha escolhido de propósito. Queria ver até onde ela ia. A calcinha já estava um pouco úmida só de pensar nisso a dias... Meu corpo responde fácil aos meus pensamentos... o clitóris fica durinho, a buceta fica melada só de olhar demais.
Ela riu de alguma coisa que passou na tela e, sem olhar, pousou a mão na minha coxa. Os dedos quentes, o polegar fazendo um círculo lento logo acima do joelho. Fingiu que era nada. Eu não tirei a mão dela. Meu coração saia pela boca... mas eu fiquei quieta, só sentindo o calor subir pela pele e vendo até onde ela ia...
— Você tá quieta — ela falou, a voz baixa.
— Tô prestando atenção em você.
Carol virou o rosto, com um olhar diferente, a boca entreaberta. O polegar subiu dois centímetros. Eu abri um pouco as pernas, o suficiente pra ela sentir o calor que já vinha de baixo.... A calcinha estava úmida de verdade agora. Eu sabia que ela ia perceber.
A mão dela entrou por baixo do tecido. Direto. Sem pedir licença. Os dedos encontraram a calcinha molhada e pressionaram o clitóris por cima do algodão. Eu soltei o ar pela boca. O formigamento subiu rápido, quente, gostoso, senti meus bicos arrepiaren imediatamente...
Mmmmm…
— Ju…!!! — ela sussurrou. — Você já tava assim?
Eu segurei o pulso dela e apertei, sem tirar. Carol entendeu, empurrou a calcinha pro lado e enfiou o dedo do meio devagar, até o fundo. Uiiiii O polegar ficou no clitóris, girando. Eu balancei o quadril contra a mão dela, o sofá rangendo baixo. A buceta já estava escorrendo. Eu sentia o dedo dela entrando e saindo, o polegar fazendo círculos no meu clitoris... O calor subia pela barriga.
Aiiii… que gostoso!!
Ela beijou meu pescoço enquanto metia o dedo. A língua quente, o dente arranhando de leve. Eu puxei a camiseta dela pra cima. Os seios pesados e os mamilos duros. Chupei um com vontade, a mão livre apertando o outro. Carol gemeu no meu ouvido e enfiou o segundo dedo.... Eu chupava o seio dela e empurrava o quadril, pedindo mais. O barulho molhado já era alto. Eu estava escorrendo na mão dela, literalmente...
Carol tirou os dedos, levou à boca, chupou e olhou pra mim enquanto fazia.
— Gosto de você — falou — Sempre gostei.
Eu puxei ela pelo cabelo e beijei fundo... Enquanto beijava, desci a mão, abri o shorts dela e enfiei os dedos direto na buceta. Ela estava encharcada. Os dedos escorregaram fácil. Carol abriu as pernas e empurrou o quadril pra frente, pedindo mais.... Eu meti dois, depois três, curvando. Ela gemendo na minha boca...
Eu ajoelhei no sofá e puxei o shorts e a calcinha dela de uma vez. A buceta apareceu inchada, brilhando, toda babada.... Só abaixei a cabeça e chupei. Língua de baixo pra cima, depois o clitóris entre os lábios, sugando. Puxando o capuz pra tras... Carol segurou meu cabelo com as duas mãos e meteu o quadril na minha cara.
Hmmmm… assim… chupa mais forte…
Eu enfiei dois dedos enquanto chupava e ela gemeu gostoso... O gemido saiu longo, o corpo inteiro tensionando. Continuei chupando até ela gozar na minha boca, a buceta latejando, o gosto salgado escorrendo na língua, mel delicioso... Eu engoli, chupei mais um pouco, sentindo ela tremer...
Carol puxou meu rosto pra cima, me beijou com a boca suja dela mesma e me virou de costas no sofá. Ajoelhou atrás de mim, ergueu minha saia até a cintura e puxou a calcinha pro lado. A língua entrou direto. Eu gritei baixo, o rosto enterrado no braço do sofá...
Aiiii que gostosooo… assim!!
Ela me chupou de quatro, a língua entrando e saindo, masagenando o clitóris. Depois dois dedos, fundo... . Eu empurrei pra trás, pedindo. O orgasmo veio.. e não se fez esperar.. era muito tesao!!!, as pernas tremendo, a buceta apertando os dedos dela. Eu gozei gemendo alto, o corpo caindo pra frente, o formigamento não parava..
Carol não deixou eu recuperar. Deitou debaixo de mim, puxou minha perna por cima do rosto e me sentou na boca dela. Eu me segurei no encosto do sofá e balancei. A língua dela entrava, o nariz esbarrava no clitóris, as mãos apertavam minha bunda. Eu me esfreguei com vontade, o seio balançando, o gemido saindo solto...
Mmmmm… come minha buceta…
Ela gemeu contra mim e eu gozei de novo, sentada na cara dela, o corpo inteiro sacudindo. Quando desci, a boca dela estava vermelha e molhada. Eu beijei, chupando o gosto de mim mesma... nos lambemos bastante... bem babado!
A gente rolou pro chão. O tapete era macio. Carol ficou de lado, eu encaixei a perna entre as dela e as bucetas se encontraram. O atrito molhado, quente... Eu segurei o quadril dela e esfreguei o clitóris dela no meu. O barulho era obsceno. Carol mordeu meu ombro e gozou primeiro, o corpo tremendo contra o meu. Eu continuei, mais rápido, até gozar de novo, a boca aberta no pescoço dela.
Ficamos no chão, suadas, a respiração ainda alta. Carol passou a mão na minha bunda e deixou descansando ali.
Depois de um tempo ela se levantou, nua, e me puxou pelo braço.
— Vem.
Fomos até o banheiro. O chuveiro quente. Carol me encostou na parede molhada e ajoelhou de novo. A língua voltou... Eu segurei o cabelo dela e gozei mais uma vez, as costas escorregando no azulejo.... O vapor subia. Eu tremia, as pernas moles, o corpo inteiro entregue.
Saímos enroladas na toalha e fomos de volta pro sofá. Deitamos abraçadas, a pele ainda úmida... Carol passou o dedo devagar pela minha buceta, só tocando, sem pressa. Eu abri um pouco as pernas e deixei. O formigamento voltava devagar.
— Isso aqui — ela falou baixo — não vai voltar a ser brincadeira.
Eu segurei a mão dela e apertei contra mim.
— Eu sei.
A chuva lá fora tinha parado. A TV seguia no filme... O corpo dela quente colado no meu. A buceta ainda latejava gostoso... Eu não queria ir embora. Carol também não. A mão dela ficou ali, entre as minhas pernas.
Eu fechei os olhos e senti o calor, a certeza de que a gente tinha atravessado alguma coisa que não tinha volta, mas as duas tínhamos gostado muito...

Foto 1 do Conto erotico: A língua da amiga

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A língua da amiga

Codigo do conto:
269057

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
03/08/2026

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1

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4