Ajudamos o casal a desatolar o carro e eles nos agradeçeram bem
Há uns 10 anos atrás, tive uma namorada baiana maravilhosa, que vou chamar de Lenice pois hoje ela é casada, tem filhos e não sei se o marido dela acompanha esse site ou não. Ela tem cerca de 1,5 metro de altura, n época, tinha um cabelo longo e preto, olhos puxados e a pele levemente bronzeada, pois é descendente de indígenas. Eu amava a maneira que as coxas dela não fechavam completamente nas pernas, pois dependendo da calça que usasse, ficava com a xotinha bem marcada. Ela é Bissexual, e não sabia que eu também sou, pois na época que namorávamos, era fascinado por ela e só tinha olhos pra minha índiazinha baiana. Peguei férias e fomos passar uma semana em uma chácara na cidade de Biritiba-Mirim, proximo da capital. O caminho até lá era muito acidentado e cheio de barro, mas ainda assim eu tinha um Uno corajoso e tomava cuidado com as àreas perigosas da estrada. Fomos vencendo o trajeto até que nos deparamos com um Celta atolado. Uma mulher dentro do carro acelerava, enquanto um homem coberto de lama atrás tentava empurrar o carro cujo pneu ficava cada vez mais atolado. Diminuí e encostei. Abri a janela e perguntei: — Precisa de ajuda, parceiro? Ele olhou para mim primeiro com um pouco de insegurança, afinal a estrada era bem vazia e depois vendo que eu não representava perigo, deu um sorriso, limpando a testa suja. — Se puder me ajudar, a gente agradeçe muito. Desci do Uno e a Lenice também: Pedi para ela: — Me ajuda aí amor! Arruma uns pedaços de madeira, mas tem que ser da largura de um braço pelo menos. Ela fez que sim com a cabeça e olhou em volta. Enquanto isso eu fui até o Celta. — Amigo, se acelerar no barro, só vai vai atolar mais o carro. Ele fez um sinal pra mulher dentro do veículo. Quando ela parou, ele pediu: — Fran, vamos esperar um pouquinho. Eu fui no porta-mala do Uno e peguei duas tábuas curtas. Coloquei uma na frente de cada roda do carro atolado. Vendo isso, o homem falou: — Ah, mas o outro lado não está atolado! Levantei e limpei minhas mãos na calça, não me importava de sujar, pois chegando na chacara, ia tomar um banho. — Não tem problema. A tábua no pneu que não está atolado vai gerar tração e ajudar a sair. Logo a Lê trouxe um pedaço de madeira de um pouco mais de um metro, quebrei as pontas do galho (não queria que furassem o pneu) e coloquei também na parte de trás do pneu atolado. Aí falei para esposa dele: — Acelera devagar. Ela começou a acelerar e o carro começou a rodar, nós dois atrás levando um banho de lama. Finalmene o veiculo começou a passar de cima da madeira, empurramos o carro com força até que ele saiu de dentro do atoleiro. O homem agradeceu e perguntou onde estávamos hospedados e eu falei que era na chácara Bom Céu Azul. — Ah, estamos perto. Dá uns 15 minutos de lá. Começamos a ir para o Uno, quando ele me solta essa: — Se quiser passar à noite por para a gente agradecer... Gosta de vinho? A Lenice ja abriu um sorriso, ela ama vinho. Eu sou mais da vodka, mas tudo bem. Trocamos contatos, eles entraram no seu carro, nos despedimos com buzinadas leves e fomos embora cada um para o seu destino. Chegando na chácara, eu e a Lenice tomamos um banho e deitamos para dormir um pouco, após a longa viagem. De tarde, a Le me acordou com um belo boquete, seguido de café e beijos. Aquela mulher é demais um metro e meio de pura gostosura. Estava só de calcinha e sutiã e eu não podia deixar de admirar aquele corpo pequeno e muito bem feito. Tinha uma boca pequena e olhos puxados que lembravam uma japonesa com uma cor de mel linda, peitinhos pequenos que pareciam duas peras com um mamilo bem escuro que conseguia ver através do tecido fino do sutiã. Eu estava doido para transar com ela, mas tínhamos malas para desfazer, uma geladeira para abastecer caso quissésemos passar a semana sem precisar ir na cidade. Então começamos nossos afazeres e volta e meia, brincavamo entre nós, passando a mão um no outro, trocando beijos roubados. Coisa de casal mesmo. À noite tomamos um banho juntos e eu esperando a hora da cama quando ela me perguntou: — E aí? Levantei a sombrancelha. Não fazia a mínima ideia do que ela estava falando até escalarecer: — Não vamos lá tomar aquele vinho? Eu já tinha até me esquecido do casal e fiquei pensando se deveríamos ir ou não. Afinal, podia ter sido um convite só por cortesia. Ela fazia uma carinha de esperançosa que eu não podia recusar. Lembrei que havíamos trocado o telefone e dei de ombros: — Bom, o que custa ligar? Liguei e coloquei no viva voz. O homem atendeu em seguida. — Quem é? — Sr. Saturno, o homem que ajudou a desatolar seu carro mais cedo. Após um instante a voz dele mudou para um tom entusiasmado. — Ô meu amigo tudo bem? E aí? Vai vir tomar aquele vinho? Olhei pra Lenice e ela estava radiante. — Claro! Ele me orientou como chegava na chácara onde estavam hospedados, nos vestimos, pegamos o carro e fomos até lá. Chegando, fomos bem recebidos pelo casal e um delicioso aroma de uma lasanha saía do forno. Fomos convidados à jantar e obvio que não recusamos. As mulheres foram preparar os pratos, enquanto conversavamos, servimos um vinho a conversa era agradável. Raul era engenheiro em Minas Gerais e sua esposa, Francisca, designer de jóias, os dois tinham vindo a São Paulo para “descansar” um pouco do trabalho e dos filhos. Após o jantar, fomos para a sala da chácara onde haviam dois sofás, um de dois lugares, onde eu e Raul nos sentamos e outro à frente dele, com três lugares em que a Lenice e a Fran se sentaram. Disfarcei enquanto observava a esposa do homem. Alta, magra e dona de brilhantes e volumosos cabelos cacheados, olhos castanhos claros e uma boca grande. Ela era muito simpática, mas aparentemente um pouco tímida, depois falava pouco e olhava mais para o chão e para os lados, com as mãos sobre o colo. Já Raul, era mais expansivo. Corpulento, um pouco mais baixo que eu e muito sorridente. Era o tipo de pessoa que fala pegando no seu braço, o que não me incomoda quando a pessoa é simpática. O tempo passou e as meninas foram bebendo e começaram a conversar um pouco mais alto. A Lê era da mesma maneira que o Raul, de segurar no braço enaquanto ria. Raul, talvez embalado pelas taças de vinho, me lançou um longo olhar de cima a baixo que me deixou em certa dúvida se ele era hetero, mas retríbuí olhando seu corpo tão próximo que podia sentir seu hálito de vinho e o perfume almiscarado. Um certo momento, olhei para minha namorada e tomei um susto: ela estava beijando a esposa do Raul, que por sua vez retribuía com muita vontade. — “Fudeu!” — pensei. Nós já tinhamos feito menage masculino e feminino, mas foi uma relação que levou um tempo se construindo, até rolar. Olhei assustado para o Raul, pois não sabia qual seria a reação dele, mas vi que ele olhava para as duas com olhos de fascinação. A mão dele já apertava o pau por cima da calça e então eu relaxei. Ficamos os dois juntos lado a lado no sofá, assistindo nossas respectivas mulheres se pegando. Lenice era bissexual assumida e sempre brincava comigo, dizendo que não importava se ela estava chupando chiclete ou um pirulito, o importante era chupar. Dizia que gostava muito de fazer sexo com mulheres, mas não de se relacionar com elas, pois as achava muito complicadas e homens eram coisas simples para ela lidar. Não sei se deveria ficar feliz ou ofendido com isso. De qualquer maneira, isso dava certo para nós dois. Minha baianinha era contraditória, morria de ciúmes de mim na rua, mas ao mesmo tempo adorava me ver transando com outras. A Lê não sabia que eu também sou bissexual, só que como minha família é extremamente religiosa eu nunca contei para ela que várias vezes já havia alargado meu cuzinho. De qualquer maneira em um certo momento as duas começaram a tirar a roupa uma da outra. Os peitos de Lenice eram pequenos em contraponto ao da Fran que eram grandes e pesados, e deibaixo das roupas comportadas, ela era corpulenta, com a pele branca e pelos compridos na xotinha. Assistindo as duas se revezando em chupar no sofá Raul já estava com o pau para fora e eu senti aquela tremida no meu cu. Ele não tinha um pau muito grande, uns 15 cm ou menos, mas era um pau grosso quase da largura de uma lata de refri. Imaginei como seria sentir aquela rola dentro dentro de mim, porém como não sabia se ele curtia, fiquei na minha. Logo, tirei meu pau pra fora também e começamos a nos punhetar olhando para as mulheres. Lenice abriu os lábios da Fran e começou a chupar, fazendo a mulher revirar os olhos gemendo gostoso. Ela lambeu por um tempo e depois se revezaram, Lenice de pé fez a esposa se ajoelhar e chupar seu grelo. (ela é meio dominadora na cama). De repente, senti uma mão na minha coxa e olhei para o Raul com certo espanto. Percebendo que eu não recusei, logo ele pegou no meu pau, batendo uma para ele e para mim. Eu também estava gostando, mas no início nunca soube que eu gostava disso, Então eu não retribui, apenas deixei. Lenice me olhou com uma interrogação nos olhos e eu dei de ombros. Ela parou de chupar, pegou a Fran pelos cabelos e a olhou apaixonadamente com os olhos. — Vamos para a cama. — ordenou para todos nós. Estava claro quem mandava ali. Somos para o quarto e eu e Raul ficamos de pé olhando as duas se beijando e se penetrando com os dedos. Raul se abaixou e a boca dele engoliu meu pau. Segurei a cabeça dele de leve, não forçando, mas só guiando. Ele chupava a cabeça do meu pau e depois enfiava inteiro na boca até chegar nas bolas, de onde tirava a língua para me lamber todo. Não chego a ser depilado, mas gosto de deixar bem aparado, pois a Le não gostava de chupar pau com um monte de cabelos. Raul ia a e voltava, me deixando todo babado. Enquanto estava com meu pau inteiro na boca, começou a passear com as mãos apertando minha bunda e “brincando” perto do meu cu que piscava de desejo. A Lenice olhou para trás e se espantou, pois nunca soube que eu deixaria um homem chupar meu pau. Mal sabia ela que eu fui muito chupado e já chupei muito. As duas se deitaram na cama iniciando um 69 saboroso, com a Lenice por cima, depois de alguns minutos, ela abriu a perna da mulher e disse, vem. Olhei para o Raul e perguntei se podia, afinal eu não sabia muito bem como era a relação deles, quais os limites que eles tinham. Ele fez que sim com a cabeça, ainda com meu pau dentro da boca dele. Tirei e fui na direção da esposa, puxei ela um pouco para fora da cama, deixando as pernas dela mais na ponta as coloquei nos meus braços e meti de uma vez. Estava muito melada e meu pau foi entrando gostoso enquanto que o clitóris dela era chupado pela minha namorada. Comecei a bombar com força, a Francisca gemia chupando a bucetinha da Lê. Estava enfiando, quando senti o Pau de Raul encostando no meu cuzinho e instintivamente acabei travando. Ele percebeu e começou a se afastar, porém coloquei a mão para trás e segurei ele. — Vai, mete. Ele beijou o meu pescoço e minhas costas me dando um arrepio. Será que eu ia aguentar aquela rola grossa? Senti quando ele passou o dedo nas bordas do meu rabo com algum tipo de creme geladinho. Não sabia se era um lubrificante ou anestésico de qualquer modo, ia ter que aguentar aquilo em mim, ele enfiou um dedo espalhando dentro de mim. Logo enfiou um segundo dedo e eu não consegui deixar de empinar a bunda. Raul deu um sorriso e se aproximou senti meu pau ficando um pouco mais duro dentro da Francisca, como a Lenice estava na minha frente,ela não percebia o que estava acontecendo, sendo chupada e me beijando ao mesmo tempo. No momento em que me inclinei para beijar minha namorada sentir o pau dele entrando na minha bunda. Como eu disse, ele não era nada enorme, porém, como era grosso aquilo foi delícia. Senti minhas pregas se alargando e recebendo aquela rola sem camisinha. Ele parou com a metade e depois enfiou tudo de uma vez. Como eu já estava acostumado a enfiar vários objetos e alguns rapazes também me comiam, não tive nenhuma dor (na verdade, o malandro usou mesmo anestesico, pois sua esposa só aguentava a rola dele no cu dessa maneira). Ele metia gostoso enquanto suas mãos passeavam no meu peito e baixavam até meu pau banhado no suco da Fran. Ele enfiava e tirava até ficar só a cabecinha, depois enfiava de novo e foi então que em certo momento a Le parou de chupar a mulher e viu que eu estava sendo enrabado. Ela ficou muito espantada, fez que não acreditava e logo sorriu para mim, pegou nas minhas mãos e perguntou: — Então você gosta de tomar meu cu também, né? Nunca me disse... Gemendo, respondi: — Adoro! Você nunca perguntou! Ela riu e continuou chupando a mulher enquanto o marido continuou me comendo. Depois de algum tempo trocamos de posição, Lenice colocou Raul deitado na cama, admirando a largura daquele pau, enquanto eu coloquei a Fran de quatro ao lado dele, bombando sem parar. Lenice tentava chupar o pau de Raul, mas não cabia na boquinha dela então se contentou em lambe-lo e punheta-lo, logo subiu e mergulhou naquele pau grosso suspirando. — Caralho! — disse minha indiazinha. Francisca olhou bem nos olhos do marido deitado e disse baixinho: — Amor, ele tá me comendo muito gostoso. Ela realmente era bem tímida. Os dois trocaram beijos apaixonados e logo ele também colocou a Lê de quatro ao lado da esposa e começou a foder minha namorada com força. Vi aquele pau grosso e inchado que já havia o me comido entrando e saindo da bucetinha da minha baixinha. As duas começaram a se beijar enquanto as penetravamos, revezamos algumas vezes e num certo momento, Raul se virou e também me beijou. Eu não curto muito beijo de homem, prefiro só sexo mesmo, mas a boca daquele cara era tão gostosa que eu não consegui resistir, lhe dando vários beijos de língua. Lenice gozou várias vezes no pau dele enquanto a Fran não gozava por nada. Raul falou para mim: — Ela só goza comigo. Senti um pouco no inveja, pois a Lenice gozava com qualquer um. — Faz ela gozar! Não havia ressentimento algum, era apenas que ela merecia ter esse prazer. — Posso sentar no seu pau? — ele pediu. Eu aceitei, deitei na cama e Raul veio por cima e foi mergulhando aquele cu peludo. Interessante que ele não passou lubrificante algum, simplesmente sentou, até encostar os pelos dele. Levantava, quase saindo, ficando só a cabeça do meu pau depois descia de uma vez, o cu dele se alargando e recebendo meu presente por inteiro. Enquanto ele sentava a Francisca veio e começou a chupar o pau do marido que estava duro feito uma pedra, logo ela sentou em cima dele e eu achei isso incrível. Enquanto eles tremia com meu pau de 18 cm no cu ao mesmo tempo a buceta dela entrava e saia do pau dele. minha namorada e ficou maravilhada, olhando e batendo uma siririxa. Francisca começou a abraçar Raul e mordeu seu ombro, gozou apertando as costas dele. Vendo aquilo, não aguentei também gozei, jorrando porra dentro do cu daquele homem. Acredito que ele tenha gozado também porque sentiu o cu dele mordendo meu pau. Até a Lenice gozou com os dedinhos. Francisca saiu de cima do esposo, sorriu para mim e passou a mão no meu rosto bem de leve. Um gesto muito carinhoso, e quando eu olhei para a Lenice, vi que ela estava com um pouco de ciúmes. Nunca entendi muito bem isso nela. De qualquer maneira, terminamos a noite muito bem. Os quatro suados na cama de casal. Eles queriam que nós dormissemos por lá para podermos transar de novo no outro dia, mas nós tínhamos muita coisa para fazer na chácara. Então os despedimos e fomos embora, mas naquela semana em que passamos recebemos ainda uma visita deles em casa, enquanto fomos ve-los para muita putaria. E outro dia saí com o Raul para comprar mantimentos para eles e nos chupamos no carro. Infelizmente eles eram de outro Estado, então não voltamos a vê-los ao vivo e apenas nos correspondemos, pois são um casal adorável.
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