Morava em uma Caçapava, uma cidade pequena onde todo mundo se conhecia, perto de São José dos Campos. Posteriormente minha mãe se mudou, pois conseguiu emprego em uma cidade maior. Quer dizer, grande para mim né? Pois a que eu morava naquela época, eu achava que era muita coisa. Eu tinha um primo chamado Marcondes, com quem cresci, éramos muito próximos e toda semana jogávamos Mega Drive na casa dele. Ele era um ano mais velho que eu, mas mal se notava a diferença. Meus tios trabalhavam até a noite, então ficavamos sozinhos lá depois da escola. A família do meu primo Marcondes, lá em Caçapava, tinha um pouco mais de dinheiro, pois o pai era médico e a mãe, advogada. Então ele tinha de tudo, diferente da minha que o máximo que me davam, era um carrinho de plástico bem barato para eu brincar. Ainda assim, eu era feliz, jogava bola o dia todo, corria no mato e tudo mais. Um belo dia, estavamos jogando, eu o Marcondes e um amigo dele chamado Fábio. E só haviam dois joysticks, nós tínhamos que nos revezar e eu ficava inssistindo pra jogar logo, quando um deles fez a seguinte proposta: Então quem perder vai ter que pegar no pau do outro. Fiquei espantado e já ia dizer que n;ao, mas o Marcondes respondeu imediatamente. - Eu concorda! E você, Saturno? Fiquei pasmo e os dois me olhavam de maneira desafiadora. - Não eu... Melhor não... Eles pareceram um pouco decepcionados, mas começaram a jogar e pareciam estar se divertindo muito com isso, de maneira que fiquei curioso. Apertei meu pau e não vi nada demais. O gesto não passou despercebido aos dois. — Vamos lá. Você vai gostar! Acabei concordando e eles começaram a jogar um contra de Street Fighter. Eu sei que eu não era muito bom de nesse jogo, preferia o de futebol, só que o videogame era do Marcondes e eu não podia opinar. Joguei e acabei perdendo para os dois, afinal eles jogavam sempre e eu só às vezes. Foi a contra-gosto que tive que pegar no pau dos dois. Apesar dissoeu não me incomodei, afinal nós todos eramos rapazes. Continuamos a jogar e cada vez que eu perdia, tinha que pegar nos paus deles se começaram a ficar cada vez mais duros. Finalmente pedi pra trocar de jogo e Marcondes colocou um de tiro. Continuei perdendo. Logo chegou o momento que um deles, começou a movimentar minha mão, fazendo com eu lhe batesse uma leve punheta por cima do short de tecido fino. Estava ficando suado de nervoso, continuei jogavando até que em um momento ganhei deles. Os dois não se fizeram de rogados: Marcondes pegou no meu pau e deu uma leve punhetada nele por cima da calça Fábio passava uma das mãos nas bolas e eu estava ficando doido já. Depois de um tempo, falaram que iam baixar as calças para ficar mais fácil de pegar e eu besta, acreditei. Vo colocar um jogo de nave, ok? Marcondes e Fábio eram melhores que eu nesse jogo e eles sabiam disso. Logo eu estava ajoelhado, batendo punheta para os dois e quanto mais eles ganhavam, mais eu batia e logo comecei a ficar com meu pau duro também de fazer isso olhando para os paus deles. Alguns dias depois da escola, passaram a me chamaram para jogar videogame de novo a regra era mesma: bater punhetas! Mas Fábio adicionou: - Quem perder, vai ter que beijar o pau do outro. Fiquei com um pouco de medo e não aceitei. - Você não quer? Eu fui enfático que não. Então eles concordaram em apenas a punheta-los. Fiquei batendo punheta para os dois e em um certo momento, Marcondes passou o dedo naquela babinha que escorreu do pau e colocou na minha boca. Fiquei muito bravo e fiz menção de ir embora. Eles vieram me pedir calma: - Isso é coisa de amigo, você não sabia? Aí Fábio passou na boca do Marcondes e também e meu primo fez o mesmo. Como eu era meio inocente, vi que não havia nada demais. Marcondes falou: - Experimenta! Relutante, eu ajelhei dei uma lambidinha na pica dele. Não era ruim e logo eu estava lambendo e chupando a rola dos dois, e às vezes, quando eles perdiam, chupavam a minha com gosto também. Um certo dia de muito calor, concordaram em jogar pelados e eu estava de quatro chupando a rola do Marcondes, quando o Fábio enfiou o dedo no meu cu. Pulei e disse não. - Ei, eu não sou viado! - Claro que não, foi só uma brincadeira! Mas continuaram me dedar enquanto os chupava e às vezes Fábio deixava a ponta do dedo enfiado no meu cuzinho e aquilo me dava um enorme prazer. Em alguns dias eu jás estava deixandor eles enfiarem o dedo inteiro no meu cu, que piscava de vontade. Só pedi o seguinte: - Não vão colocar o pau em mim, hein? E eles concordaram. Em vez de me penetrarem com o pau passaram a me enfiar objetos. Primeiro foi uma escova de dentes meteram o cabo dela no meu cu e mexiam para frente e para trás, o que me fazia dar leves estremecidas. Eu cheguei a gozar sozinho no chão, sem nem me tocar. Depois quando colocaram coisas mais grossas, passavam óleo para entrar até que no final, estavam enfiando uma cenoura na minha bunda e eu aceitando completamente, geralmente de quatro e às vezes chupando os dois. Um certo dia, o amigo do Marcondes, tirou a cenoura e enfiou o pau na minha bunda. Entrou fácil, fácil de tanto que eu já havia sido alargado. Ele metia com força, para frente e para trás, e eu não percebi. Só me dei conta, quando o pau dele começou a latejar no meu cu. Me espantei um pouco quando olhei para trás e vi ele enfiando, mas estava tão gostoso que eu não reclamei. Fábio enfiou por vários minutos enquanto eu chupava o Marcondes. Depois eles se revesaram e o Marcondes me comeu também. Daí para frente, comecei a dar para eles toda semana. Já chegava abaixando as calças e sugando a rola dos dois. Não me importava mais perder ou ganhar, eu chupava com gosto e dava a bunda todos os dias. Começaram a gozar no meu corpo sempre que me comiam. Mas era aquele gozo ralinho de jovem. Certa tarde, fui jogar videogame, mas o Marcondes não estava. Tinha ido visitar uns tios em São José dos Campos. Quem estava lá era o, Jorge. Meu primo mais velho e irmão dele. Tinha lá seus quase trinta anos. Era alto e forte, pois trabalhava na construção civil. E era muito bonito. Fumava um Malrboro, pendurado no canto da boca. Estava parado naquela semana, pois a empreiteira estava negociando terrenos para voltar a construir. Jogava Fifa no videogame quando eu cheguei. Me cumprimentou e continuou o jogo. - Posso jogar? - Perguntei. Ele olhou de relance e jogou para o meu lado o joystick. - Pode. Olhei pro volume na sua calça de moletom. Era maior que o do Marcondes e do Fábio. Será que eu aguentava? - A regra é a mesma? - perguntei meio tímido. Ele voltou a olhar pra mim, desinteressado. - Claro! Mas ele não sabia que eles me comiam e eu também não sabia que ele não sabia. Jorge colocou no modo ”contra”, então começamos a jogar e claro que eu acabei perdendo. Não pensei duas vezes, fui logo pegando no seu pau. Ele deu um pulo para trás. - O que é isso? Dei de ombros, tentando abaixar sua calça (queria ver seu pau). - A regra, ué? Quem perder tem que dar para o outro! Ele arregalou os olhos e a boca. Não podia acreditar naquilo. - Espera... O Marcondes te come? Eu fiz que sim com a cabeça. Enquanto ele pensava naquilo, eu consegui baixar um pouco a calça e fui tirando o pau mole dele para fora. Comecei a lamber a cabeça da rola, porém parecia que primeiro ele ficou incomodado, afastando de leve minha cabeça. Abocanhei metade daquele pauzão e depois Jorge começou a gostar, me puxando, só que o pau dele era o dobro do tamanho do pau do irmão. Tinha quase dois palmos. Uns 17, 18 cm, sei lá. Enquanto o do Marcondes era pequeno, com uns 12 com. Eu chupava, mas estava conseguindo enfiar inteiro na boca. Então punhetava ele enquanto eu chupava. Jorge começou a gemer e depois de um tempo, parei de mamar, me virei e perguntei se ele queria me comer. Jorge apontou a rola pro meu cu e avançou. Antes que ele me enrabasse, eu peguei o óleo que já ficava no quarto, lambuzei bem o meu cu e comecei a aceitar o pau dele. A cabeça era grande e passou com dificuldade, depois foi entrando aos poucos, pois nunca tinham metido nada daquele calibre em mim. Ele estava entre o espanto e a delícia e o pau dele foi entrando, mas quando chegou na metade eu não conseguia mais. Ainda sobravam uns 5 cm, eu me contorcia com aquela rola dentro de mim, os dedos dos meus pés se fechavam. Olhei para trás, com lágrimas nos olhos e apertando os lábios e disse: - Seu pau é muito grande! Tá doendo um pouco. Ele parou e eu sentia aquele pedação e carne latejando dentro de mim. - Calma! Vou fazer devagarinho! - disse ele. Com seus braços musculosos, Jorge me levantou do chão, pelas pernas com pau enfiado no meio do meu cu. Sentou no sofá ainda comigo, sendo recheado pela rola dele que deslizou mais um pouquinho pra dentro devido à gravidade e ele foi enfiando e me soltando aos poucos. Eu subia um pouquinho e descia. Aquela rola foi entrando na minha bunda até que eu encostei todinho no corpo dele, senindo seus pelos na minha bunda. Sentimentos misturados começaram a surgir em meu coração e soltei lágrimas nos meus olhos, chorando baixinho. Tinha medo de como seria visto pela minha família se alguém soubesse e ao mesmo tempo aquilo era bom demais. - Tá doendo muito? Ele falou que ia tirar, mas eu neguei com a cabeça. Subi um pouquinho sentindo dor, mas também estava com um puta tesão, então comecei a subir e descer no pau do meu outor primo bem devagar. Em um certo momento, Jorge me agarrou pela cintura apertando bastante e deu um gemido mais alto. Senti ele gozando lá dentro, mas aquilo não estava normal. Era muito gozo e geralmente eu sentia só uma esporradinha com os outros, foram vários jatos dentro do meu rabo. Eu com o pau durinho para fora e depois de gozar, o Jorge pegou no meu e começou a me punhetar. Com ele ainda cravado dentro de mim, sentia sua rola latejando com força no meu corpo. E logo tambem gozei na mão dele. Aí ele falou: - Levanta. Eu levantei e o pau dele foi saindo, junto com a porra que escorria nas minhas pernas. Não sabia o que dizer e estava muito constrangido. - Vai tomar um banho, vai. Eu fui lavar o cuzinho arrombado enquanto ele limpava o próprio pau com uma toalha. Saí do banho refrescado, e ele sentado no sofá com aquele pau caído de lado. Meu cú piscou de novo. - Primo... Ele me olhou e foi muito sem jeito que pedi: - Não conta pra minha mãe? Por favor. Ele ficou um pouco espantado, sorriu e me deu uns toquinhos na cabeça. - Tá bom. É nosso segredo então! Olhei de novo praquele pau e sem perceber lambi os lábios. - Quer mais? - Perguntou Jorge pegando na própria rola. Fiz que sim com a cabeça e ele me chamou pra chupar de novo. Depois desse dia comecei a frequentar a casa dos meus primos mais do que uma vez por semana, dando para os três de uma vez.
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