A esposa do professor de educação física



Há 20 anos atrás eu era casado com a Luana, uma mulher muito conservadora, sendo que eu sempre fui mais safado e até por isso, meu casamento com ela acabou por traição. Hoje ela é casada com um evangélico e os dois são muito certinhos.
Mas vou contar uma das putarias que mais me marcaram.
Sou proprietario de uma mercearia até hoje, nada de enorme, de bairro mesmo, porém o suficiente para me suprir economicamente.
Todas as noites voltava do trabalho para casa, utilizando uma bicicleta. Pedalava 16 km por dia, então tinha umas pernas bem duras e o corpo estava em ordem (difente de hoje que ando bem sedentário).
Certa tarde quando eu ia fechar a mercearia, a chuva começou a cair com muita força e desanimei de ir pedalando, pensando que teria que voltar de ônibus, coisa que eu detesto.
Já estava vestido com a minha roupa justa de ciclista, quando um vizinho, professor de educação física parou seu carro e desceu.
Se chamava Ramon e morava no meu bairro, mas lecionava em uma escola perto da mercearia. Queria comprar molho de macarrão, o atendi e começamos a conversar um pouco.
Ele me viu do ciclista e comentou:
- Voltar na chuva é perigoso!
Concordei.
- Não vou na chuva, não!
Afinal, dois anos antes, havia quebrado a clavícula caindo de bicicleta e não queria repetir o feito. Ramom tinha uma Fiat Strada e disse que se quisesse, me levaria até em casa, pois era caminho pra casa dele.
Eu concordei, colocamos a bicicleta na caçamba e fomos debaixo de chuva forte.
Começamos a conversar e o papo rolava agradável. Ele comentou sobre as férias de meio de ano em que viajou com sua esposa, Soraia.
Foram para um chalé em Gramado e Ramon perguntou para ela se ela daria para o caseiro, segundo ele, um homem alto e bonito.
Soraia riu e não respondeu que sim, mas também não disse que não.
Eu estranhei o rumo daquele papo e só assenti com a cabeça, sem saber o que dizer.
O trânsito estava ruim com a chuva e Ramon abriu a carteira, mostrando a foto da esposa.
- Ela é linda não é?
Meio sem jeito, concordei.
Chegamos na casa dele e Ramon me perguntou se eu lhe faria o favor de mover um armário, cuja umidade da parede estava começando a embolorar o fundo.
Não poderia negar a ajuda, afinal, ele estava me dando uma carona.
Entramos na casa e Soraia veio nos receber, usava um vestido bem soltinho. Ela era uma mulher pequena, com pouco mais de 1,5 metro. Tinha cabelos castanhos cacheados batendo na bunda e um rostinho redondo moreno claro de lábios bem feitos.
Ela foi muito simpática e disse que ia fazer um café enquanto nós arrastávamos o armário.
A casa em que eles moravam era encostada num barranco, de maneira que a umidade infiltrava pela parede de tijolos e dava para ver mesmo que havia certo mofo, por mais que Ramon lixasse e pintasse o mofo voltava.
Esvaziamos o armário e eu não deixei de notar que havia algumas lingeries bem ousadas da esposa dele. Uma caixa rolou na cama e havia um grande vibrador roxo.
Fingi que não ví e Ramon o guardou rapidamente, e quem sou eu para falar alguma coisa? Cada um com seus fetiches.
Quando empurramos o armário vazio, dava para ver que realmente o fundo dele tinha uma aparência meio úmida e com vários pontos de mofo.
Perguntei para ele o que pretendia fazer agora, e Ramon disse que ia esperar secar um pouco, passar um antifungos, limpar a parede, arrancar o material e tentar refazer de novo com um tipo de selante pra não deixar a umidade passar.
Concordei com a cabeça e me propus a ajudar.
Estava um calor medonho e nós dois suávamos bastante, pois o quarto não tinha janelas.
Então fomos para a sala e Soraia já veio com café um pronto, Ramon sentou de um lado do sofá de três lugares e ela sentou no outro extremo.
Não tive opção a não ser sentar entre os dois.
Comecei a beber o café e conversamos os três quando ví com o canto do olho o seio dela aparecendo no vestido soltinho. Fingi que não havia visto nada, mas que peito gostosinho grande e redondo com o bico bem escuro.
Papo vai, papo vem e de repente Ramon me solta essa:
- A gente conversou sobre Gramado! E aí, amor? Para ele você daria?
Arregalei os olhos e quase me engasguei com o café.
Soraia deu uma risadinha, me olhou de cima a baixo e disse sim.
Ele olhou para mim de novo e falou:
- E aí? Quer comer ela?
Meu Deus! Fiquei em choque, mas concordei!
- É claro.
Soraia se levantou e ordenou:
- Então vai tomar no banho, porque vocês estão suados.
Fui no banheiro tirei a roupa e abri o chuveiro. Tomei um banho gelado sem acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo e sai apenas com a toalha enrolada no corpo.
Eles haviam colocado o colchão do quarto na sala, onde estava mais ventilado. Os dois já estavam pelados e eu fiquei pensando, “meu Deus”.
Soraia pediu para me vendar, pois tinha vergonha que eu ficasse olhando para ela.
Eu concordei e de repente senti uma boca começando a chupar meu pau que estava endurecendo. Tive um súbito medo: e se fosse o Ramon que estivesse me chupando?
Tentei olhar por baixo da venda, por uma fresta percebi o cabelo encaracolado. Era Soraia, pois ele tinha o cabelo bem liso e grisalho.
Soraia começou a chupar, me segurando pela bunda e seu marido disse:
- Vou tomar um banho rapidinho!
Enquanto ele tomava banho sua mulher me mamava gostoso, enfiava a língua nas bolas e a subindo até o pau, aí engolia ele inteiro até voltar na cabeça, tirava da boca e voltava a fazer o mesmo.
Pegava minhas bolas com a boca e dava uma leve puxadinha para baixo.
Enquanto me punhetava, escutei o barulho de chuveiro sendo desligado e pouco depois o marido saiu.
Soraia tirou minha venda e comecei a olhar para o corpo dela: que mulher gostosinha!
Ela era levementegordinha, com peitos grandes e uma bunda redondinha. Também era dona de uma boca carnuda e olhos castanhos bem escuros como os meus.
Ramon era mais alto que eu,pois tenho 1,70m e ele certamente tinha quase dois metros, porém quando olhei para rola dele, era uma coisa minúscula. Mesmo dura, tinha o tamanho de um dedo e a largura também mão era muito maior.
Agora eu entendia porque ele queria que eu comesse a esposa dele.
Ela se deitou no colchão e falou:
- Me chupa! Abaixei e comecei a chupar a bucetinha dela enquanto ela começou a mamar o pau do marido. Eu babava muito naquela bucetinha, cheirosa e gostosa, e não tirava o olho dela com o Ramon.
Aquele pau era patético, realmente não me atraía nem um pouco, se bem que ele tinha um corpo lindo com os pelos do peito grisalhos e músculos bem definidos.
Isso até me interessava, mas aquele pauzinho não rolava.
De repente, do nada, Soraia perguntou para mim se eu queria chupa-lo.
Eu olhei para ela e fiz que não com a cabeça.
Coitado do homem, acho que nem a própria esposa dele gostava de chupa-lo.
Soraia arrumou o cabelo que estava revolto, se levantou e ordenou:
- Me come.
Ficou de quatro no colchão, subi no corpo pequeno da mulher que já estava toda melada, enfiei meu pau de uma vez comecei a bombar.
Ela chupando o marido, enfiando o pauzinho de uns cinco centimetros inteiro na boca, e meu rosto estava bem próximo daquele pau. Fiquei pensando se devia chupar por cortesia.
- “Melhor não.”
Não queria que onde eu morava em São Paulo, as pessoas soubessem que sou bissexual. Meti bastante nela até que Soraia falou:
- Espera um pouquinho!
Levantei e ela me colocou deitado no colchão e veio com cu na direção da minha pica.
Rapaz, acho que ela tava acostumada com coisa menor, por que tremia e travava os dentes enquanto meu pau de de 18 cm ia entrando nela pouco a pouco.
Seguindo a bunda da Soraia, mas não forcei para baixo. Deixei que ela fosse até onde que ela aguentasse e a muher megulhou até o fundo do cu no meu pau.
Depois reclinou o corpo encostando no meu peito, e de repente o marido dela estava por cima lambendo e chupando sua buceta.
Eu com o pau cravado no cu dela me mexendo e ele enfiando a língua nela. Senti umas linguadas nas minhas bolas e acho que Ramon dava umas lambidas no meu pau quando estava socando no rabo de sua esposa.
- Vem amor!
Ela chamou e ele enfiou a rola pequena naquela buceta quente. Fizemos uma dupla penetração, mas na boa, mal senti o pau dele encostando no meu através da carne dela.   
Não deu três segundos e Ramon soltou um urro, se tremendo todo.
Ele gozou e deu para ver a frustração no rosto dela.
Além de pau pequeno, ele tinha ejaculação precoce!
Como um homem daquele tamanho podia ser assim?
De qualquer maneira, ele se sentou no sofá com a piroquinha toda melada, acendeu um cigarro e nos incentivou:
- Continuem vocês dois!
Ela saiu do meu pau, se virou e mergulhou a na minha rola, sua buceta já estava bem lubrificada com a porra dele.
Começou a subir e descer com a buceta, deitou no meu peito e eu metia sem parar, depois de alguns minutos Ramon se levantou com aquele pauzinho duro e foi na boca dela.
Soraia chupava a rola dele e o saco de Ramon vinha bem na minha cara.
Que vontade de lamber aquelas bolas, mas não o fiz.
Soraia subiu desceu em mim por um bom tempo e acabou gozando, chegando a fechar os dedinhos dos pés.
Eu não conseguia gozar, sei lá por que.
Estava meio tenso até que a mulher perguntou:
- Quer que eu te chupe para você gozar?
Eu concordei com a cabeça.
Soraia enfiou a boca na minha rola e começou a chupar. Ramon foi por trás dela e enfiou sua rolinha na buceta da esposa, mas creio que ela mal sentia.
Ela me chupava e punhetava e aquilo foi ficando cada vez mais gostoso até que anuncei que eu ia gozar.
Ela só fez um Ok com a mão.
Eu comecei a gozar na boca dela, gemendo muito, ela chupando até não aguentar mais. Com a boca cheia de porra, escorrendo pelos cantos chamou o marido a quem dividiu meu esperma com um beijo apaixonado.   
Depois disso, ela deitou no meu peito e Ramon ficou de pé olhando para nós dois com os olhos brilhando. É, pelo jeito ele curtia ser corno.
Tomei outro banho, me vesti e pedi para ele me levar em casa, pois a chuva não havia diminuído.
Na verdade, eu precisava de “um álibi”.   
Ramon me levou e eu chamei minha esposa para cumprimentá-lo.
- Estava na casa dele, ajudando ele a empurrar um armário!
Ela acreditou e não desconfiou de nada.
Depois disso, voltei à casa deles e voltei a meter algumas vezes.
Inclusive em Ramon também.
Foto 1 do Conto erotico: A esposa do professor de educação física

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Ficha do conto

Foto Perfil sr-saturno
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Nome do conto:
A esposa do professor de educação física

Codigo do conto:
270015

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
16/08/2026

Quant.de Votos:
4

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