O amigo da minha namorada



Acho que eu já contei que tive uma namorada baiana maravilhosa, cujo nome eu coloquei como Lenice, afinal atualmente ela é casada, tem marido e filhos e eu não gostaria de ter problemas com uma pessoa tão incrível.
Há uns 20 anos atrás, quando namorávamos, aconteceu um fato que me deixou muito bolado: Lenice indicou um amigo para o trabalho dela, algo que não me afetou, pois ela tinha um coração de ouro e ajudava todo mundo.
No início, ela começou a falar de maneira insistente sobre o amigo dela, chamado Ruan, que assim como ela era baiano.
Dizia que ele guardava aquele sotaque forte e gostoso do nordeste, que foram cirados juntos e por causa disso os dois tinham muita afinidade.
Chegando do trabalho praticamente só falava dele.
Ruan isso, Ruan aquilo ou Ruan aquilo outro.
Comecei a estranhar.
- “Por que ela fala tanto desse cara?”
Não sou o tipo de pessoa muito ciumenta, até porque nossa relação com ela era bem aberta.
Já havíamos feito ménage, swing e ela transava com muheres à vontade. Esse era o acordo.
Se quisesse sexo com algum cara, só com a minha presença.
Ainda assim, comecei a sentir ciúmes, pois eu amava demais aquela baixinha.
Por isso, comecei a passar de carro e parar na esquina de onde ela trabalhava para ver se identificava o tal amigo pela descrição que ela fazia dele.
Ele tinha coisa de 1,80, moreno do cabelo preto e comprido, na altura dos ombros. E realmente ele era um homem lindo, aquele rosto quadrado o peito musculoso braços fortes, o tipo de cara para quem eu daria sem pensar duas vezes, mas se tratava de Lenice eu era apaixonadasso por ela.
A vi sair do trabalho algumas vezes sozinha e outras com ele, que a deixou no ponto de onibus e voei para casa.
Comecei a ir vários dias na frente do escritório, até que finalmente o vi sair de dentro do prédio onde Lenice trabalhava.
Ele desceu uma rua e o segui de carro sem fazer alarde, entrou em um self service e eu estacionei e desci, entrando também. Queria vê-lo de perto.
Ele estava sozinho, usava uma calça jeans colada e de onde eu estava, dava para ver o volume na calça dele e fiquei pensando em silêncio se a Lenice já havia transado com ele.
Ela nunca me falou nada e minha cabeça viajava. Já imaginava ela, toda pequenininha, empalada na rola daquele cara.
O pior é a dúvida.
Se eu soubesse que ela havia transado com ele, ia ficar chateado, afinal o nosso acordo era de que estáriamos sempre juntos, mas ainda assim eu saberia.
O problema era não saber.
Peguei uma bandeja e comecei a me servir de comida, enquanto isso, observava Ruan que distraidamente, colocava no prato a carne, arroz, feijão e etc.
Ele se sentou e eume servi e sentei duas mesas depois, num ponto em podia vê-lo. Pedi uma cerveja e ele uma coca-cola.
Ruan começou a comer e eu olhava em volta e depois voltava a olhar para ele.
Meu Deus! Que olhos, aquele homem tinha! Eram de um verde profundo, escuros e atraentes. Quando ele sorria, todos os dentes eram brancos e novamente comecei a me sentir inferior.
Eu tinha 1,70 m e uma barriguinha, meus músculos que nem apareciam sobre a roupa.
Ele comia com vontade, quando de repente, arregalou os olhos na minha direção.
Eu olhei para trás.
Não havia ninguém e eu percebi que era o único naquela mesa. Atrás de mim, havia apenas a rua.
Ele fez um sinal com a mão, me cumprimentando.
Olhei para trás novamente, coloquei a mão no peito como se perguntasse, ”quem, eu?“, ele fez que sim com a cabeça pegou o prato e se levantou, vindo na minha direção.
- “Fodeu!” - Pensei.
Mas não esbocei reação. Ele andou até minha mesa e perguntou:
- Oi, você é o Sr. Saturno, não é?
Fiz que sim com a cabeça, mas estava gritando por dentro. Meu estômago parecia que ia colar nas costas, pois com certeza a Lenice ia ficar sabendo disso e eu estaria muito fodido. Ele sentou na minha mesa como você já me conhecesse à anos, apertou minha mão e com a outra pegando forte no meu ombro.
- A Lezinha fala muito de você.
Minha vontade foi dizer: ”como assim, LEZINHA? Ela se chama Lenice e pra você é senhora Lenice, porque ela é sua chefe!”
Mas eu dei um leve sorriso forçado e perguntei: Lezinha?
Ele assentiu com a cabeça?
- Ela é sua namorada,não é?
Sorri novamente, completamente sem graça. Como esse cara me conhece afinal?
- Ah sim, o que tem?
Ruan deu um tapa no meu ombro que deveria ser amistoso mas até me chacoalhou.
- Ela disse que você é um cara muito legal!
Nesse momento eu queria que o chão abrisse e me engolisse, a minha namorada disse pra um amigo de infancia dela que eu sou “legal”? Porra! Eu deveria ser o amor da vida dela, caralho!
Ainda assim, me parecia que ele não tinha interesse nenhum por ela, pois falava dela como a gente fala de alguém a familia. Os olhos dele não brilhavam, entende?
Relaxei um pouco, acho que minha cabeça é que viajava nisso.
Tornei a sorrir, meio sem jeito e agradeci.
Meti o louco:
- Mas quem é você?
Ele colocou a mão no peito e disse:
- Eu me chamo Ruan, sou amigo da Lezinha, inclusive conheço ela desde pequena lá da Bahia. A gente quase foi criado junto no mesmo lugar, fizemos de tudo!
Um gosto amargo na minha boca novamente.
Aquele sensação estranha, de que, se foram criados juntos, então tinha alguma coisa entre eles.
Com raiva, abaixei os olhos para o prato e enfiei uma garfada na boca.
Mão percebi que um pouco do molho da carne ficou no canto da minha barba, bem pertinho da boca.
Ele levantou a mão e passou para tirar o molho, mas ao mesmo tempo, tocou na pontinha do meu lábio puxando para fora. Agradeci e achei estranho pois aquele é um gesto que homem não costuma fazer com outro homem.
Dei uma franzida na testa e terminei de limpar a boca com o guardanapo.
Voltamos a conversar.
Ruan contando fatos de quando ele e a Lenice eram apenas crianças, que eles brincavam juntos na roça, corriam atrás de sapos, espantavam galinhas, colhiam chuchu e outras coisas que ela nunca me disse.
Algumas vezes eu ria, e em outras, me compadecia. Afinal, pelo que ele falava, a vida era muito difícil para eles lá no interior do Nordeste.
É talvez estivesse viajando. Ruan não parecia ter nenhum interesse sexual por ela.
Parecia mais um irmão mais velho.
Continuamos conversando e de repente senti o pé dele encostando na minha perna, mais ou menos um pouco acima da canela.
E não foi apenas encostar, ele meio que deslizou o pé pela minha perna. Aquilo estava ficando estranho.
Ele viu que eu dei uma retraída e disse:
- Desculpe, esbarrei em você.
Eu falei que não era nada.
Continuamos comendo e conversando ele falando sobre a vida dele, de como estava solitário aqui em São Paulo, sobre o trabalho no escritório, cuja vaga quem arrumou para ele foi a Elenice e eu contando sobre meu trabalho também.
Percebi que ele me encarava de cima abaixo de forma sonhadora e eu não conseguia deixar de olhar aquele peito forte com os botões da camisa abertos.
Os pelos encaracolados me davam vontade de lambe-lo todo, mas obviamente, não o fiz.
Não sabia do que ele gostava.
E afinal não ia trair a Lenice com ele.

Terminamos de comer e fomos levar os pratos para o balcão, entregamos, pagamos e quando saímos, aconteceu uma coisa: um menino de bicicleta, veio voando a centenas de quilômetros por hora.
Brincadeira, é exagero, mas ele quase bateu em mim.
Ruan me puxou pela pelo quadril e literalmente me colou no corpo dele, livrando-me de ser atingido.
Senti encostada imediatamente na minha bunda aquela rola enorme, meu cu deu uma piscada e não sei se ele percebeu.
Eu estava tremendo, mas não era de medo.
- Cuidado! - Ruan gritou para o menino, que nem olhou para trás e continuou pedalando na calçada.
Ele continuava me segurando pela cintura encostado com aquele pau na minha bunda e eu não fazia menção nenhuma de sair.
O meu pau começou a endurecer também e olhei levemente para trás e disse quase em um sussurro.
- Nossa! Foi por pouco, hein?
Ele começou a se afastar do meu corpo que já estava pegando fogo.
Eu não consegui deixar simplesmente me inclinei um pouco pra trás, a bunda roçando no pau dele de novo.
Ruan parou e ficamos lá nós dois.
Até que alguém vindo de dentro do restaurante quebrou o clima, pedindo que dessemos licença e embaraçados, nos separamos.
Começamos a descer a rua na direção do meu carro e ele falou:
- Meu expediente acabou, quer tomar alguma coisa?
Eu estava confuso, aquele cara era muito másculo para ver gay, se bem que eu também passo por hétero a todos que me conhecem e sou bissexual.
Queria, mas não podia. Ele é amigo de infancia da Lenice.
Molhei os lábios.
Cocei a barba.
Eu tinha muita coisa para fazer. Muito trabalho para resolver, mas estava muito curioso do que poderia acontecer.
- Vamos lá, vai!
Fomos para um bar, desses em que o banco é comprido e a pessoa se senta um ao lado do outro, a iluminação não muito forte e afastados do salão principal. Ele colou em mim, pedimos cerveja e continuamos a conversar, bebendo e quando percebi, a mão dele estava por cima do meu pau.
Apalpava gostoso e eu fui deixando ele pegar em mim. Logo peguei no pau dele que estava meia bomba e confirmei o que havia imaginado no restaurante: Ele tinha uma rola de respeito!
Ruan inclinou a cabeça e falou no meu ouvido com a voz grossa:
- A Lezinha, disseque seu pau é uma delícia! Posso experimentar?
Não sabia o que dizer.
Estávamos em um canto afastado do bar, onde o garçom tinha que fazer uma curva para nos servir. Ruan não esperou a resposta, abriu meu zíper, tirou meu pau que já estava muito duro para fora e começou a chupar com seus lábios carnudos.
Peguei na cabeça dele, puxando os cabelos lisos e fui fazendo sua boca subir e descer no meu cacete. Escutamos os passos do garçom e ele se levantou rapidamente debaixo da mesa.
Meu pau estava completamente para fora e babado, ele limpou o canto da boca olhou para mim sorrindo.
O garçom chegoou, olhou para nós e perguntou:
- Querem mais alguma coisa?
Levantei a garrafa vazia de cerveja e disse:
- Mais duas, por avor.
Ele saiu, Ruam olhou para mim com uma cara de quem queria mais e eu pedi pra ele esperar um pouquinho.
O garçom veio, nos serviu anotou na comanda e saiu. Continuamos tomando cerveja e depois de alguns goles, Ruan se abaixou para me chupar chupar gostoso.
Sua boca estava gelada e ele passava a lingua pela cabeça, mas ainda assim, eu não conseguia gozar.
Estava com medo de alguém aparecer.
Em certo momento ele levantou, limpou o canto da boca novamente e tentou me dar um beijo.
Não gosto muito de beijar homem, mas acabei retribuindo e senti o gosto da minha rola na boca dele.
Tudo bem até aí, mas realmente não curto beijar homens.
Ele voltou a falar no meu ouvido:
- Quer ir lá em casa?
Concordei imediatamente, as cervejas girando minha cabeça.
- Puta merda mano.
Eu ia ter ido embora.
Além disso, ia comer o melhor amigo da minha namorada.
Esperamos meu pau amolecer, tomamos esta cerveja em fomos embora no meu carro, no caminho o Ruan se abaixou e começou me a chupar enquanto eu dirigia.
Que delícia! Eu dirigindo devagarinho com medo de alguém bater no carro e minha rola dura enfiada inteira na boca dele .
Chegamos no prédio onde ele morava e como era dentro de uma área privativa, não importava se eu estivesse de pau duro ou não.
Subimos e mal ele abriu a porta, me puxou para dentro. Me encostou como uma puta na parede do corredor, me virou de costas e começou lamber meu cu.
- Puta que pariu!
Que delícia!
Subitamente, ele me enfiou um dedo. Não resisti, abri mais a bunda e ordenei:
- Bota mais!
Ele enfiou dois e ficava metendo e tirando os dedos do meu cu. Aliás, puta dedo grande daquele homem.
Depois de foder minha bunda com os dedos, ele se levantou.
Encher o pau duro de cuspe e começou a enfiar no meu rabo, por mais que abrisse minha bunda com as mãos, chegou num certo momento que aquilo não parava de entrar. Eu não estava aguentando mais, devia ter no mínimo uns 25 cm.
Olhei para trás e vi que ainda faltava uns quatro dedos de rola pra me preencher. Fui pra frente, mas a parede me prendeu.
- Calma! Calma!
Ele sorriu e beijou minha nuca.
- Tudo bem?
Começou a enfiar e tirar devagarinho.
E quanto mais ele metendo e tirando, eu sentia como a rola dele era grossa, parecia um pulso!
Aquilo entrava em mim, encostava no meu intestino e saía. Deixava só a pontinha dentro e depois ele ia colocando de novo.
Depois de me comer assim na parede por um tempo, Ruan virou e chamou:
- Vamos para cama!
Quando tirou o pau de dentro, eu olhei para trás e tomei um susto: aquilo era enorme!
Acho que eu nunca tinha dado pra alguem com um pau tão grande.
- Vamos para cama?
Fomos para o quarto e ele deu uma limpada no pau, tirou minha roupa, começou a me chupar, depois ficou de quatro na cama e pediu que eu o comesse.
Eu comecei a enrabar aquele moreno gostoso e minha rola entrava saia daquele cu preto. Eu via o pau gigante dele balançando embaixo e ele olhava para trás, arqueando as costas.
Meti minha rola por muito tempo e uma hora ele pediu:
- Vem cá!
Escapou do meu pau e se deitou na cama, virado para cima.
Quando eu vi aquela tora virada para cima eu pensei: “eu não vou aguentar isso no meu cu!”
Mas de qualquer maneira eu tentei. Virei de costas para ele e fui sentando.
Mesmo com o cu bem melado, o pau dele foi entrando aos pouquinhos. Chegou a um certo momento que eu travei os dentes.
Não aguentava nem mais um milimetro.
Ele me puxou para baixo sem violencia e finalmente eu senti as bolas dele encostando nas minhas.
Meu Deus, que dor!
E ao mesmo tempo, que tesão!
Aquele pau grosso, cheio de veias latejando dentro do meu cu, ficou parado por um tempo, aí ele perguntou:
- Consegue subir?
Gemendo, eu fiz que sim com a cabeça, subi um pouco e desci novamente.
E cada vez que subia no caralho dele, ia ficando menos dolorido. Eu já estava me acostumando com aquela rola dentro de mim.
Sentei por algum tempo, até que ele apertou meu quadril com as mãos enormes:
- Sr Saturno, eu vou gozar.
- Goza caralho!
Sentir imediatamente os jatos de porra me enchendo por dentro e Ruan soltou pelo menos cinco jatos, pois senti enquanto aquele pau enorme me enchia de gozo.
Quando sai da rola dele, a porra começou a escolher pela minhas pernas. Ele abriu uma gaveta na comôda ao lado da cama, pegou papel e limpou minha bunda e minhas pernas.
Depois deu uma boa limpada no meu cuzinho.
Eu estava com medo de olhar o estrago, devia estar bem arrombado. Ruan me virou de frente e começou a chupar meu pau que estava extremamente duro.
Chupou por um bom tempo até que tirou da boca e disse:
- Pode gozar! Eu engulo tudo!
Sorri e segurei a cabeça dele.
Comecei a bombar o rosto dele contra mim e depois de um tempo não aguentei: gozei dentro da boca dele.
Meu pau não era grande como o de Ruan, então ele conseguia engolir ele inteiro.
Suados, deitamos na cama.
Ele pegou um gelzinho e começou a circular meu ânus alargado.
- Eu não vou dar para você de novo! Você me arregaçou!
Ele sorriu.
- Não tem problema, é só para parar de doer. Tenho certeza que você não é está acostumado com o meu tamanho aí dentro.
Concordei, pois mesmo com o pau dele mole, ainda era maior do que o meu duro.
Ele quis me beijar, mas eu realmente eu não queria ser beijado por ele.
- Por favor não fala para a Le. Eu amo demais aquela baixinha.
Ele deu um sorriso meio contrafeito e disse que tudo bem.
- Eu também amo ela, mas como se ela fosse minha irmã caçula.
Concordamos com isso.
Já estava tarde e Ruan me perguntou se eu queria dormir lá, ou se eu queria ir embora.
- Tanto faz. Estou de folga amanhã!
Nos cobrimos e comecei a cochilar.

Acordei de manhã com aquele pau entrando na minha bunda, bem devagar. Acho que ele usou anestésico, pois no inicio não senti nada.
Arrebitei a bunda e deixei ele me comer de ladinho.
Meu Deus!
Os últimos 4 cm pareciam que iam me rasgar por dentro de tão grande, mas aguentei firmemente.
Depois de meter bastante, ele gozou. Não tanto quando a primeira vez, mas senti a porra me recheando, voltamos a dormir com ele engatado na minha bunda.
Fiquei três dias sem sentar direito.
Mas valeu a pena.
A Lenice nunca soube que ele me comeu e continua admirando o grande amigo gay dela até hoje.

Foto 1 do Conto erotico: O amigo da minha namorada


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Ficha do conto

Foto Perfil sr-saturno
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Nome do conto:
O amigo da minha namorada

Codigo do conto:
269890

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/08/2026

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