Lá pra 2007, quando eu tinha uns 30 anos de idade, aconteceu um fato que não esqueci nunca mais: Morando na cidade de São José dos Campos, para fugir um pouco da fama que tinha na minha cidade de origem, jogava bola com alguns amigos, com os quais saía para beber depois. No meio dos papos, sempre rolava aquelas historias de putaria e as confissões de quem comia quem, onde e quando. Alguns dos colegas de jogo eram casados, outros, solteiros e um ou dois, noivos. Até que um deles, chamado Sérgio comentou, que transava com uma mulher casada que se chamava Madalena. Eu tenho uma prima chamada Madalena. Até aí, normal. Muitas madalenas existem no mundo, mas ele começou a descrevê-la: "Cara, vocês tem que ver, ela é uma gata! Cabelos castanhos na altura dos ombros, olhos verdes intensos e um lábios carnudos! Baixinha, mas com uns peitos e bunda daora!" A descrição batia com minha prima, ainda assim, quantas mulheres existem de olho verde? Deveria ser apenas coincidência, pois Madalena é da igreja e muito séria. Depois, ele disse que ela é enfermeira e isso começou a ficar estranho, pois era a mesma profissão da minha prima. Segundo o Sérgio, ele não era o único que a comia. Já havia feito sexo com ela em dupla, trio e até uma pequena suruba em que ela foi o prato principal. Os caras estavam muito animados com a história, perguntando se ele tinha fotos dela, mas o Sérgio não tinha. Entre goles de cerveja, disse que todos metiam na buceta dela, e que ela mamava até eles gozarem na boca dela, que engolia com muito gosto. Disse que ela só não liberava o cuzinho, mas tudo bem, contando que ela desse. Eu interrompi: - Mas como vocês fazem pra comer ela? O marido nao desconfia? Segundo Sérgio, às vezes ela dizia para o marido, chamado apenas de Marcondes, gerente do -----------------, que ia fazer plantão e passava o dia inteiro metendo com vários rapazes em uma das casas de Sérgio. Era ela. Puta que pariu! Era minha prima que pagava de santa! Certeza! Casualmente, tentando esconder a minha tensão, quis saber; - Mas vocês não tem medo que o marido dela descubra? Sérgio riu, bebeu um gole de cerveja e disse: - O corno curte! Ele fica em casa com as crianças e lambe a porra de todo mundo na buceta dela! Outro deu de ombros! - Dizem que às vezes, ele até assiste. Minha cabeça até girou, pois na frente dos parentes, meu primo Marcondes, até onde me lembro se vende como um homem de família, extremamente sério que dizia frequentar a igreja, ser temente a Deus e etc e tal. Ele esquece que me comeu várias vezes, mas também sentava na minha rola na adolescência. E na minha família eu sempre fui mal visto e inclusive fui taxado de viadinho várias vezes, não que eu não seja, sou Bi. Sempre gostei de dar o cur escondido, mas numa família ultrareligiosa como a minha, tinha que ser muito bem escondido. Devo dizer que tenho um certo, ranço do meu primo, pois quando ele ainda não era da igreja, me roubou uma namorada de quem eu gostava muito e ainda espalhou que eu dava pra varios moleques da vila (o que era verdade, mas ela não precisava saber daquela forma). Eu não sabia com 100% de certeza que fosse ele que espalhou o boato, mas me ficou aquele gostinho ruim na boca me deixando com uma raiva que carreguei por anos. O assunto acabou mudando para uma outra garota que um rapaz estava transando e eu fiquei com isso na cabeça. Quando acabou a conversa com os amigos do futebol, pedi ao Sérgio para me chamar para uma foda com ela. Ele riu e disse: - Curtiu né? Vamo que você não vai se arrepender! Concordei com ele e no meu íntimo, já preparava minha vingança. Alguns dias depois, recebi uma ligação do Sérgio. - E aí queridão? Tá disponível para quinta? Eu Já nem lembrava muito bem do que se tratava, pelo fato que havia vários dias que tinha rolado aquele papo no bar. - Vai ter jogo? - perguntei, confuso. Não lembrava de ter combinado dar a bunda para o Sérgio também, ele não fazia meu tipo. Ele deu uma risada estranha. - Vai. Vai sim, mas o bate-bola vai ser na buceta da Madalena. Lembrei imediatamente da conversa, sorri sozinho em casa e confirmei minha presença, mesmo que não fosse minha prima, ia comer uma buceta gostosa. Quinta-feira à tarde, banho tomado, pelos do saco aparados e perfume no corpo. Estava pronto para sair, quando me lembrei de carregar o celular, pois pretendia tirar algumas fotos da putaria. Peguei o carro e usei o guia de mapas pra achar o endereço. Cheguei numa casa que não conhecia, toquei a campanhia e o Sérgio apareceu. - Achei que você morasse no centro! Ele riu. - Eaí, Sr Saturno, essa casa eu uso pras putarias! Se minha mulher descobre, eu tô morto! Ri, mas estava um pouco ansioso. A Madalena não estava lá ainda, mas sim, alguns dos caras do furebol. Ao todo, estávamos em cinco, nos sentamos no sofá confortável, bebemos algumas cervejas e batemos pago. Estávamos assistindo a reprise de um jogo na TV, quando ela apertou a campainha, Sérgio se levantou para atender a porta e disfarçadamente, falei que ia fumar no quintal do fundo da casa. Sérgio me indicou a saída e quando cheguei lá fiquei escondido, olhando pela janela. Quando abriu a porta era ela mesmo! Tinha coisa de 1,60m, mais baixinha que todos os homens à sua naquela sala. Sergio a cumprimentou lhe dando beijo na boca de lábios fechados e ela retribuiu sem pensar duas vezes, ele fechou a porta e os outros sentados fizeram menção de levantar e cumprimentá-la. Madalena sorriu e os beijou um a um no sofá, com eles devorando seu corpo com os olhos. A acomodaram no sofá de três lugares e lhe serviram uma cerveja. Nas festas das familia, ela e o marido pagavam de santos e só bebam refrigerante, mas com os machos, ela bebia bastante. Eles conversavam por algum tempo ate que um rapaz que eu não conhecia, casualmente baixou a alça de seu vestido. Madalena riu levantando a alça, outro conversando com ela, depositou sua mão que ela não tirou de sua coxa. A conversa parecia animada, mas eu não queria entrar ainda. Queria pegar ela no flagra. Peguei o celular do bolso e tirei uma foto. Seria a primeira de muitas. Continuei assistindo muito animado e só de pensar que ia comela, fiquei de pau duro. Logo o rapaz abaixou novamente a alça do vestido e dessa vez ela não levantou. Não estava de sutiã então seu peito médio ficou à mostra. Ele pegou no peito dela e ela colocou a mão dele por cima, fechou olhos sentindo prazer enquanto o outro, com a mão na coxa dela, começou a deslizar para baixo do vestido e Madalena abriu as pernas e se reclinou no sofá, sendo beijada por um terceiro. Sérgio olhava já batendo uma punheta. Pelo jeito ia começar a putaria. Nenhum deles se lembrou de mim, os quatro a cercaram e a colocaram de pé, tirando seu vestido e deixando ela apenas com a calcinha, até que um afastou a peça de tecido e começou o movimento de vai e vem com a mão entre as pernas bem toneadas da Madalena. Logo um deles tirou o pau para fora e ela ficou revesando entre goles de cerveja e chupadas, um segundo pau saltou na frente dela e ela também não se fez de rogada, enchendo a boca com ele. A colocaram reclinada no sofá, e um dos rapazes levantou a perna dela, puxou a calcinha de lado e começou a meter. Pelo jeito ela estava acostumada, pois não o vi usar nenhum lubrificante e nem colocar camisinha. Meu pau estava duraço e comecei a bater uma olhando pela janela enquanto a fotografava, logo outro a colocou de quatro enquanto ela chupava um outro, levando rola por trás por trás. Uma coisa que sempre gostei da minha prima eram as covinhas acima da bunda, sempre imaginei como seria enfiar nela apertando aquelas covinhas gostosas, inclusive ela tinha covinhas no rosto também que apareciam sempre que ela sorria. Aquilo me encantava! Sempre imaginei ela sorrindo enquanto me chupava. Vamos ver se isso aconteceria hoje. Os rapazes se revezavam na buceta e na boca dela e ela feliz gemendo. Quando a festa atingiu seu ápice, com todos pelados cercando a puta da minha prima, tirei uma última foto e entrei vestido na casa. Sérgio olhou para o meu lado e falou: — Ei cara! Onde você estava? Eu disse para ele que estava fumando e observando de fora. Madalena parou a transa como se tivesse tomado um choque elétrico, tirou o pau da boca e olhou lentamente para o lado me encarando seus olhos pareciam duas esmeraldas enormes, o rosto branco de medo. Sorri para ela e disse: — Oi prima. Imediatamente ela se desvenciliou do pau enfiado na buceta, olhei para aquele fio de gala escorrendo de dentro dela e enquanto ela colocava as mãos escondendo os peitos e a buceta. Os rapazes estava um pouco espantados, pois nunca haviam visto Madalena reagir assim. Levantei uma das mãos e falei para ela: - Calma prima, eu não vou falar nada pra ninguém. Relaxa! Ela começou a se desculpar querendo se vestir. Eu fui caminhando em direção a ela e meu amigo colocou a mão no meu ombro. - Calma. Peguei ela pelos ombros, beijando a boca dela, sentindo a porra de um dos amigos em sua língua. Ele tem um delicioso beijo. Madalena continuou com os olhos arregalados, mas depois de um tempo os fechou e retribuiu o meu beijo, nossa língua misturando e eu excitado sentindo aquele gostinho de boquete que ela tinha feito. Meu pau duro dentro ca calça encostava na barriga dela, a soltei ela e falei: - Eaí? Vem me fazer uma chupeta? Ela sorriu, com aquelas covinhas lindas e fez que sim com a cabeça. Já não estava constrangida, se ajoelhou no carpete enquanto engolia, meus 18 centímetros de pau inteiros, os rapazes começaram a bater palmas. Estavam com medo de eu estragar a putaria, mas eu queria ver aquela falsa santa ser alargada por todos. - Isso aí, beleza! - Você é foda senhor Saturno Sorri para os rapazes, peguei nos cabelos castanhos da minha prima, fiz uma corda com as mãos, puxando até ela engolir todo meu pau chegando às bolas. Depois de algum tempo, sentei no sofá e ordenei: - Vem cá! Sobe em cima de mim! Ela não reclamou e subiu no sofá, encaixando minha rola na entrada da buceta, mas eu sou malvado, sorri para ela e falei “não” interrompendo a sentada. - Você sabe o que eu quero?- perguntei. Ela voltou a ficar pálida e balançou a cabeça devagar. - Você vai me dar o cuzinho. Ela hesitou por um momento, olhou para os outros e sabia que se desse para um, teria que dar pra todos. Suspiro e fez que sim com a cabeça. Enchi meu pau de cuspe na medida que ela se aproximou, enchi a mão e passei no cu dela também. Meti um dedo melado, sentindo que era bem fechadinho. Pelo jeito, o corno do Marcondes, marido crente dela, não comia mesmo. Madalena encostou a preguinha no meu pau e eu a fui puxando para baixo aos poucos, ela gemendo muito e fechando os olhos de dor. De um lado, um rapaz colocou o pau a mão dela. Intisntivamente minha prima agarrou e começou a punheta-lo. Outro colocou a rola na outra mão dele, enquanto o cu dela ia subindo bem devagarinho para receber meu pau dentro, até que se tremendo toda, ela sentou nele inteiro. Nesse momento ela suspirou, se recostando um pouco para trás até encostar no meu peito, deixando a buceta dela toda à mostra. Eu chamei: - Quem vem agora? Nesse momento minha prima me olhou nos olhos e implorou: - Não! Vocês vão me arregaçar! Apesar disso, ela soltou os paus e abriu a buceta pra receber rola. Realmente era uma grandesíssima de uma puta. Eu havia deixado o celular encostado na janela, do lado de dentro, gravando tudo. Espero que tenha dado um bom ângulo. O pau do Sérgio era aqueles paus gordos, grande, com corpo robusto e a cabeça um pouco pequena. Quando falei de dupla penetração, imediatamente o brinquedo dele ficou de pé e ele caminhou devagar na direção da Madalena. Eu disse baixinho no ouvido dela. - Se prepara que agora você vai gozar gostoso! Minha prima só confirmou que sim com a cabeça e Sérgio começou a enfiar o pau na buceta melada dela. Eu sentia o pau dele se esfregando no meu, por dentro da carne de Madalena. Os dois novamente guiaram as mãos dela e ao mesmo tempo ela segurava um pau em cada mão, os nossos dois paus se encostravam subindo e descendo, eu atolado no cuzinha gostoso, estava parado e ele metia freneticamente. Madalena urrava e contorceu o corpo pequeno. Aprovetei pra dar umas estocadas naquela bundinha boa. Madalena gozou quase chorando de prazer. Sergio gozou dentro dela e depois de alguns momentos, enfim, saiu da buceta. Apenas um dos colegas estava desamparado, batia uma punheta testemunhando a cena, mas não íamos deixar ele muito tempo sem nada, afinal a boca dela estava vazia. Sem tirar o pau do cu dela, a levantamos e deitamos na cama. Com ela sentado sentada com o cu no meu pau, outro já enfiou na buceta dela e finalmente o rapaz que eu não conhecia, meio que veio por cima e começou a enfiar o pau na boca dela. Madalena chupou imediatamente, gemendo de maneira abafada a cada estocada. Que delícia! Todo mundo estava comendo ela ao mesmo tempo. Ela chupava e gemia, não sei por quanto tempo meu celular gravou, mas quando eu olhei para ele, já estava com a tela escura. Provavelmente havia acabado a bateria. Todos se revezaram comendo a buceta dela e logo entreguei o cuzinho da minha prima, que no final ficou todo aberto, escorrendo porra de alguns deles e a boca também. Refeei o meu desejo de chupar alguns paus e de dar minha própria bunda. Não queria dar essa brecha com os meus amigos, pois até agora, ninguém sabia da minha bissexualidade nessa cidade de fofoqueiros. Eu já havia dado muito a minha vida,mas como não sou afeminado, passo por hétero normalmente por aí. Todos gozaram e estavam satisfeitos. Madalena foi para o banho e alguns foram com ela e a comeram de novo. Eu não quis e sentei no sofá pelado, Serjão estava pelado também e eu já havia visto seu pau, mas o imaginava entrando gostoso na minha bunda. Estávamos tomando uma cerveja e fumando, quando ela voltou dizendo que precisava dormir um pouco. Arrumamos a cama e deixamos no quarto. O rapaz do nome da casa achou um PS5 e pelados, ficamos jogando, bebendo, fumando e dando risada. Era madrugada quando Madalena acordou descabelada, com a mão na bunda, dizendo que sentia um pouco de dor e fome. Lhe demos umas dipironas e alguem saiu para comprar algo para comermos. Rolou uma pizza com breja e depois de algum tempo o sexo começou de novo. Primeiro uns beijos, depois as mãos percorreram o corpo dela até o momento do primeiro boquete que todos assistimos. Ela chupando o pau com maestria e começamos ficar excitados. Madalena pediu calma pois já estava se sentindo meio ralada, então nada de anal dessa vez e sem dúvida penetração, Todos meteram e ela nos chupava. Eu doido pra mamar tambem, mas me segurei. Quando foi a minha vez de comer, peguei a gostosa pela cintura, e meti até não poder mais. Ela gemia, chupando a rola de um dos rapazes. Enquanto meu pau entrava e saía daquela bucetinha melada, perguntei: - Posso gozar dentro de você? Escutando aquilo ela começou a estremecer e gozou no meu pau mordendo ele por dentro com a sua buceta quente. Não aguentei e dei uma última estocada. Soltei um jato de porra, não tanto quanto havia gozado no cu dela da primeira vez, mas ainda o bastante para quando tirar o pau dela, ver a porra pingar. Logo vieram um e mais um e todos a comeram, porém com camisinha. Ela desabou no sofá, arfando muito. Voltou a tomar banho e eu fui tambem pro chuveiro, onde acabamos nos acariciando. Ajudamos a cuidar da bucetinha toda inchada, depois compramos um lanche para minha prima e a colocamos para dormir novamente às seis horas da manhã. Estávamos todos mortos de tão cansados. Horas depois, ela me acordou, dizendo que precisava ir para casa. Como eu sou família, me prontifiquei a leva-la para casa de carro. Ela escovou o cabelo, o prendendo. Pegou suas roupas alinhadas e as vestiu. Se despediu dos rapazes com beijinhos e com um pouco de dor entrou no carro. Coloquei musica baixinho e diriji pela cidade silenciosa. Toda séria, Madalena tocou no meu braço e me encarou com olhos de terror. - Sr. Saturno, você não vai contar nada pro Marcondes, né? Por favor se ele fica sabendo, ele termina comigo! Eu amo ele... Eu só sorri para ela. - Claro que eu não vou fazer isso, afinal você vai me dar toda semana! Ela deu um gritinho: - Como assim? Toda semana? Você tá me chantageando? Se afastou e disse: - Claro que não! - Você que sabe, mas vai perder essa diversão, por que diferente dos seus amiguinhos que só enfiam e gozam, eu quero te fazer gozar feito louca. Não gozou bastante hoje? Ela ficou meio encafifada, mas não recusou. Parei o carro na frente da casa dela e Madalena fez menção de descer. - Ainda não. Você vai levar um presente para o seu marido e ela não entendeu. - Como assim? Tirei o pau pra fora e minha prima sorriu. Olhou em volta a rua vazia e se abaixou, chupou por algum tempo até gozei um pouquinho na boca dela. Ela ia engolir, mas eu disse que não. - Fica com a porra na boca e quando o Marcondes acordar, beija ele. Madalena não conseguiu deixar de dar um sorriso e se despediu de mim, descendo com a boca cheia. Isso foi na quarta-feira. Pensei que nunca mais veria minha prima, mas na outra semana recebi uma ligação de um número desconhecido. Estranhei e deixei ligar uma, duas e na terceira, eu atendi, pois se a pessoa me liga três vezes é porque se trata de alguma coisa importante. Escutei a voz feminina: - Oi... É o Sr. Saturno? Sorri do outro lado da linha. - Sou eu mesmo, prima. Ela ficou em silêncio por alguns segundos e finalmente disse: - Sexta-feira eu saio mais cedo do plantão, mas o Marcondes não sabe... Sorri e falei para ela: - Te pego na porta do hospital. Uma pergunta: Tem alergia a látex? - Não. Por que? Desliguei. De hoje em diante quero ela bem ansiosa pra meter comigo.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.