Visita dos novinhos em BH



Dia bom para relembrar umas transas do passado.
Um tempo atrás, escrevi sobre o rapazinho que deu para mim no ônibus viajando de São Paulo para Minas Gerais.
Havia pego seu telefone e o encontrei nas redes sociais, depois de vê-lo no Facebook relembrei aquela noite e resolvi mandar um oi.
Ele me respondeu e conversamos on-line, por alguns dias após a transa do ônibus mas não rolava nada e eu acabei deixando pra lá.
Passei pela capital, visitei meus amigos e me preparava para voltar após duas semanas agradáveis.
O jovem Emo que se chamava Roberto me mandou um “oi” e eu acreditei que ia ficar por isso mesmo, mas para minha surpresa no último dia antes de eu voltar de Belo Horizonte perguntou se podia me visitar. o que eu concordei, passando o endereço da casa onde estava.
Já estava pensando que a gente ia transar de novo e fiquei muito animado para comer aquela bundinha.
Tomei um banho gostoso, dei uma parada nos pelos do saco, me perfumei e sentei no sofá, esperando.
Após o almoço, escutei a campainha da casa em que eu estava hospedado na airbnb tocar. Me levantei como um raio e corri, olhei pelo olho mágico e fiquei um pouco preocupado e decepcionado.
Estava lá o jovenzinho Roberto, vestido de preto, acompanhado de mais dois rapazes com aparência de ter a idade aproximada dele.
Ao invés de abrir de uma vez, resolvi perguntar algumas coisas primeiro, afinal, como sou de São Paulo a gente fica acostumado a ser bem desconfiado com as coisas.
- Oi, tudo bem? - perguntei no intefone.
E ele respondeu que sim abanando a mão em um cumprimento tímido.
- São seus amigos? - perguntei acerca dos rapazinhos.
Ele concordou com a cabeça e perguntou se tinha problema, pois um era seu primo e o outro era amigo dele.
Olhei pelo olho mágico e eles não tinham aparência criminosa, eram apenas dois rapazes, um magro como Roberto e outro mais parrudinho.
Já pensei que a minha transa tinha ido para o saco e que teria que ficar de babá de jovenzinhos.
Suspirei e falei que não tinha problema.
Apertei o botão que destrancava o portão e os três entraram e ainda assim eu fiquei olhando pela câmera vendo-se algum deles tinha alguma atitude suspeita, mas não os três estavam conversando enquanto atravessaram a garagem.
Batendo na porta da casa, abrir com um sorriso que tentava ser sincero.
Eles entraram, dois se sentaram no sofá de três lugares da sala e o outro no de dois lugares.
Perguntei, se eles queriam viver alguma coisa e um deles falou:
- Tem cerveja tio?
Sorri de novo. Não era a primeira vez que um novinho me chamava de tio.
Algumas vezes por baixo, outras por cima.
- Qual é a sua idade? - perguntei.
Ele olhou para os outros, deu uma risadinha e disse que tem mais de 18 anos. Fingi que acreditei, mas na idade deles eu também tomava muita cerveja, então relevei.
Trouxe uma cerveja para cada um e uma para mim. Sentei uma poltrona e os observei com mais atenção.
O Roberto era aquele emo magrelinho que me deu gostoso no onibus dias antes, o outro se chamava Valdomiro. Mineirinho das pernas peludas e rosto redondo, olhos verdinhos e parecia ter um pau gostoso.
O que se sentou sozinho, usava um boné enfiado no cabeça, mal mostrava os olhos e era um pouco mais musculoso, chamava Aurélio e não falava muito. Tinha a pele mais morena e cabelos castanhos que lhe cobriam até as orelhas.   
Começamos a conversar e eles tinham aquele gostoso sotaque mineiro e entre um uai e outro uai, Miro olhou para mim e falou:
- Seus olhos são bonitos tio.
Levantei a sombrancelha, sorri e respondi:
- Obrigado, os seus também são.
Comecei a estranhar e pensei, “Ué?”.
Achei que era apenas uma visita de novinhos pra extorquir umas brejas de um coroa paulistano.
Mas vamos lá, um dos moços que estava sentado no sofá com o Roberto, que transou comigo no ônibus, falou com um “Q”maldoso na voz:
- Tio, você gosta de homem ou de mulher?
Como eu não sou afeminado, muitas vezes pensam que não gosto de homens. Dei um sorriso e respondi:
- Ah, eu gosto de quase tudo.
Miro sorriu, estava sentado com as pernas abertas e eu passei a vista naquele pau marcado na calça de moleton.
- Eu também já namorei com meninos e meninas!
Bebi um gole de cerveja, olhando para Roberto que me comia com os olhos. Certeza que se os dois não estivessem lá, já estaria sentando em mim.
- Nossa! Que legal e o que te interessa em homens?
Ele deu uma secada de cima a baixo em mim e falou:
— Gosto do jeito como homem me pega.
Bebi mais um gole, secando a lata e me inclinei para a frente. Coloquei casualmente a ponta dos dedos em seu joelho.
- Ah que legal! E mulheres? O que gosta nelas?
Aí ele deu uma risadinha, olhou para os colegas em volta e disse:
- Eu gosto do gostinho de buceta.
Concordei com a cabeça.
- É gostoso mesmo.
Já o Roberto se remexou no sofá (lembrei dele dando para mim no ônibus e meu pau deu sinal de vida), balançou a cabeça em negativa.
- Não gosto de mulher. Sei lá...
Olhei para o tal Aurélio que apenas ficava quieto, bebendo cerveja e observando tudo em volta.
O papo estava indo para caminhos estranhos.
Fiquei pensando:
“Será que esses meninos se pegam?”
Mas não falei nada, fiquei wsperando para ver o que ia acontecer.
- Querem comer alguma coisa? - Perguntei
Eles voltaram a se entreolhar e rir.
- Sim, queremos. - disse Roberto baixinho
Entendi o que eles queriam comer. Acho que eu ia ter uma boa tarde.
Levantei do sofá e chemai:
- Quem pode vir me ajudar?
Miro levantou prontamente:
- Eu vou.
Fomos até a cozinha eu na frente e ele atrás. Era um palmo mais baixo que eu.
Falei para ele:
- Vou pegar um salgadinhos para gente, pega uma caixa de cerveja na geladeira?
Abaixei no balcão, levantando bem a bunda pra ele olhar e retirando sacos de batatinhas fritas, quando sentir ele se encostando na minha bunda.
Olhei para trás sem medo, pois já sabia o que estava acontecendo: o rapaz estava me enconxando.
Senti o pau dele começando a endurecer, encostado na minha bunda e dei uma leve reboladinha pra encaixar melhor.
- O que você está fazendo? - perguntei para ele.
- Tio, você tem uma bunda muito gostosa! - Ele falou.
Eu sorri sem me mover um milimetro.
- Sério? Quer meter em mim?
Os olhos dele brilharam imediatamente.
- Posso?
Eu mordi os lábios de tanto tesão.
- Claro, mas antes a gente vai tomar uma cerveja, comer uns salgadinhos e bater bastante papo.
Ele concordou com a cabeça e me “soltou”.
- Deixa eu te perguntar uma coisa: seu primo e seu amigo também curtem meter?
Ele balançou a cabeça e disse:
- Meu primo Beto sim. A gente já sempre come o cu um do outro! Agora meu amigo Aurelio eu não sei...
Talvez ele participasse, ou não rolasse com todos. Talvez Aurélio fosse embora, sei lá. De qualquer maneira ia rolar entre nós três.
Já ser gostoso.
Ele continuava me encoxando.
- Calma, calma vai ter tempo para tudo! Vamos para sala? - Eu disse
Quando se afastou de mim, vi o volume do pau dele, parecia grosso. Virei e dei uma apalpada. Enfei a mão por dentro da calça dele, medindo. Senti que estava meladinho e minha boca salivou, pensando naquela rola dentro da minha bunda.
Fomos para a sala e os rapazes perceberam claramente queValdomiro estava de pau duro, pois usava uma calça de moletom meio justa.
Estava difícil de disfarçar.
Ele levava uma caixinha de cerveja geladas e eu salgadinhos, abri e coloquei no tupperware.
Começamos a beber, batendo papo e vi que o Roberto parecia com um pouco de ciúmes.
Levantei para lhe dar outra cerveja e disse no ouvido dele:
- Vai me comer hoje?
Eles sorriu timidamente.
Só balançou a cabeça afirmativamente e meu cu piscou. Ia levar rola de dois novinhos.
Aurelio bebia e comia salgadinhos, parecia alheio ao clima de sexo que estava se formando naquela sala.
Depois que bebemos as cervejas e comemos os salgadinhos, fiz questão de sentar no meio dos dois no sofá.
Não sei quem começou, mas de repente alguém pegou no meu pau, eu peguei em dois e logo estavamos nos punhetando uns aos outros. Virei para um lado e beijei um dos rapazes. Veio outro e o beijei também.
Aurélio que comeia salgadinhos de maneira distraída, parou de comer e ficou nos olhando incrédulo.
Olhei para ele, com o gosto da saliva dos dois na minha boca e disse:
- Quer um pouquinho?
Ele fez que não com a cabeça, mas não parava de olhar. Encarava nossos paus e olhava para a gente se beijando.
Dei de ombros. Se ele quisesse ir embora, era só falar. Se ele quisesse ficar e só assistir, era só ficar.
E se ele quisesse dar ou comer, era só tirar a roupa.
Voltamos a nos beijar e um começou a baixar a calça do outro, não lembro quem chupou primeiro, só sei que alguém caiu de boca no meu pau.
Enquanto beijavam outro e punhetava, logo eles trocaram de lugar. Um dos rapazes que chupava minha rola se levantou e começou a me beijar.
Eu senti no gosto do meu próprio pau na boca dele e o outro caiu de boca no meu pau.
Em um certo momento foi minha vez e também me abaixei e comecei a chupar a rola do Roberto.
Ele começou a gemer.
Fiquei de quatro no sofá e em algum momento Valdomiro abaixou minha calça, eu estava sem cueca e senti quando ele enfiou a língua no meu rabo.
Ele chupava com pouca experiência, mas não tinha problema: estava muito gostoso sentir aquela linguinha entrando no meu cuzinho, dando a volta na entradinha e enfiando às vezes.
Até que ele colocou o pau bem na entrada do meu cu, senti que estava seco e aquilo ia arder.
Parei de chupar, olhei para trás e falei assim.
- Mela bastante teu pau, se não vai arder em você!
Ele encheu a mão de cuspe e melou bem o pau dele. Meteu o dedo no meu cu, lubrificou bem minha entradinha.
Eu chupava o outro quando ele começou a forçar no meu cu. Meu pau duro estava pingando quando o pau dele foi entrando devagarinho, sem resistência, até eu sentir o saco dele encostando no meu.
Que gostoso! Eu mordia o pau dele com meu cu.
Ele apertou minha cintura e começou uem movimento de entre sai, era um jovem meio afobado, começou a meter muito rápido, mas tudo bem, eu não tinha do que reclamar.
Logo eles revezaram, Roberto veio atrás de mim, enfiou no meu cu que já estava meio alargado e o pau dele entrou sem dificuldade. Ele me comia melhor que o outro.
Enquanto isso, Miro deu uma limpada no pau e eu passei a chupar.
Aurélio sentado na poltrona, apenas nos olhava, mas dava para ver que ele estava com o pau muito duro, interrompi a chupada e chamei:
- Quer me comer?
Ele balançou a cabeça negativamente com os olhos um pouco arregalados.
- Não. Eu gosto de mulher.
- Tudo bem, pode assistir à vontade. - disse entre gemidos.
Ele fez que sim com a cabeça.
Continuei chupando e tendo o cu fodido, quando olhei para o sofá de canto de olho, vi que ele tirou o pau para fora e começou a bater punheta, mordendo os lábios.
“Esse carinha tá doido pra dar!”
subitamente falei para ele:
- Vem cá, deixa eu te chupar.
Ele pareceu assustado, escondeu o pau com as mãos.
- Não tio, eu gosto de mulher.
- Relaxa garoto. Vai ser só uma chupadinha.
Meio com o pé atrás, ele se levantou e veio na minha direção.
Tinha um pau fofinho, um pouco gordinho com a cabeça pequena, enfiei todo na boca,
Podia fazer isso o dia inteiro.
Aquele pau gostoso soltava caldinho na minha boca e enquanto isso, os outros dois se revezavam no meu cu.
Uma hora parei e disse:
- Minha vez!
Os dois imediatamente ficaram de quatro no sofá, apoiados no encosto. Comecei a meter o pau na bunda de um e depois revezava metendo no outro.
Aurélio estava próximo a eles, apenas batendo punheta e logo, Roberto começou a chupá-lo e ele aceitou de boa, mas de repente percebi uma coisa estranha: ele parecia estranhamente atraído pelo sexo, uma cara de quem estava morrendo de vontade de dar.
Falei assim para ele:
- Deita um pouquinho que eu vou te chupar no chão.
Sem pensar duas vezes, ele deitou no carpete.
Eu fui chupa-lo, mas não fiquei de frente a ele, fiz como se fosse um 69, fui por cima dele e enfiei a boca no pau dele.
Comecei a chupar e depois de um tempo senti uma leve lambidinha na cabeça da minha rola, que estava pingando.
Enquanto isso, Roberto e Valdomiro se comiam no sofá.
A lambidinha se tornou uma chupada tímida na ponta do meu pau. Fingi que não havia percebido e logo ele abocanhou meu pau inteiro.
Deixei ele sentir o gosto do melzinho que escorria na boca dele.
Em um certo momento perguntei para ele não queria mesmo me comer.
- Se você quiser, eu sinto no seu pau.
Ele ficou meio indeciso, Mas acabou concordando com a cabeça.
Virei e comecei a sentar no pau dele.
O truque foi uma maravilha, o pau dele não era muito grande, mas era grosso.
Um pau gostoso e eu comecei a sentar, nisso, um dos moutros veio e começou a colocar o pau na boca de Aurélio que chupou.
Roberto veio de pé e eu passei a chupa-lo.
Aurelio estava com o cu piscando e aí eu perguntei para ele se ele queria comer o Miro ou o Roberto e ele fez que sim.
Miro ficou de quatro e Aurélio passou a meter com gosto.
Eu fui atrás dele e comecei a beijar suas costas, seu pescoço e alisar seu corpo, até que passei a mão na sua bunda. Ele se retraiu um pouco, mas logo relaxou.
Melei bem meus dedos e comecei a brincar no cuzinho dele, que alternava entre fechar o cuzinho e deixar aberto.
Tive a certeza que ele queria dar. Só tinha esse negócio de que era “macho” e tinha medo de ser visto como viadinho.
peguei um gel anestésico que havia colocado na gaveta da comôda da sala, porque eu sabia que a primeira vez ia doer, passei uma porção generosa e comecei a rodear a rosquinha dele. Logo enfiei o primeiro dedo, ele o mordeu com o cu!
Que delícia!
Depois ele foi relaxando até que o meu dedo entrava e saia inteiro com o anestésico, enfim, lambuzei outro dedo e comecei a enfiar dois, entrando e saindo, beijando o pescoço e as costas do novinho.
Logo ele estava inclinado para a frente, empurrando a bunda na direção dos meus dedos e nessa hora eu pensei:
“ Agora eu vou meter nesse moleque”
Tirei os dedos, peguei o anestésico e lambuzei bem meu pau. Encostei a rola dura na entrada do cu dele.
Aurélio foi indo para trás, a cabeça passou pelo anelzinho melado, ele deu um pulinho.
Deixei se acostumar e depois o pau foi enfiado até as bolas. Meti primeiro devagar e depois com força.
Um a um comemos o machinho. Em um certo momento, Roberto entrou por baixo dele e fez um 69, enquanto Aurélio me mamava e era arrombado pelo Valdomiro.
Ficamos os quatro nos chupando e nos comendo a tarde toda.
Bebi a porra dos três e eles lamberam minha rola até eu gozar gostoso na boca deles.
Infelizmente eu ia viajar no outro dia. Voltar para São Paulo.
Se não, teria convidado eles para passar a noite e com certeza não iríamos dormir.
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Visita dos novinhos em BH

Codigo do conto:
269752

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/08/2026

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