O que queria o nosso amigo? Autorização minha e acordo da minha mulher, para que a mulher dele pudesse satisfazer o seu desejo sexual de gozar com os pés da minha mulher e possivelmente com o restante, estando aqui implícito o desejo de usar a minha mulher sexualmente de todas as formas que fossem aceitáveis para nós e que não causassem constrangimentos de espécie nenhuma.
Falei com a minha mulher e ela, de imediato, me respondeu que estava aberta a tudo o que a amiga quisesse fazer com ela, desde que eu aceitasse também algo que queria ver: eu e o marido da amiga, em jogos eróticos e sexuais entre os dois, pois sabia bem como nós somos muito abertamente bissexuais com tendências fortes para a homossexualidade.
Obviamente que eu aceitei as condições e logo entrei em contacto com o nosso amigo confirmando a disponibilidade da minha mulher e as condições que ela impunha como alternativa a ser uma verdadeira escrava sexual da amiga.
Começarei por informar que os nossos amigos se chamam Francisco e Joana.
Ficou assim combinado para o sábado passado, na parte de tarde, após as 15 horas.
Quando eles chegaram a nossa casa (a hora foi cumprida escrupulosamente, dando a perceber o desespero em que ambos se encontravam para o nosso encontro sexual). Fui recebê-los à porta e fiz que entrassem para o salão e se sentassem, oferecendo uma bebida para acalmar os “ânimos” enquanto a minha mulher se preparava.
Passados cerca de 3 a 4 minutos, eis que entra na sala a minha mulher, vestindo apenas um robe que deixava ver estar totalmente nua. Vinha descalça, mas calçando umas mini meias soquetes brancas nos seus pés, o que causou estranheza não somente a mim (pois nunca a tinha visto calçar soquetes os nossos jogos sexuais), mas igualmente aos nossos amigos e, em particular à Joana, que pareceu, ainda assim, ter ficado excitada e não parava de olhar para os pés escondidos da amiga e também ao atrevimento de aparecer totalmente nua por baixo de um robe transparente que permitia ver o seu fabuloso e escultural corpo.
A minha mulher, depois de beijar o Francisco foi fazer o mesmo à Joana; mas a esta, o beijo foi muito mais atrevido e foi beijar sensualmente os lábios da amiga e sentou-se ao seu lado, deixando que o robe se abrisse e permitisse que o seu sexo e coxas, bem como os seus seios lindos, ficassem ao dispor da amiga.
A Joana, excitada e sem paciência para esperar muito mais para começar a acariciar a minha mulher, virou-se para ela e começou a beijá-la nos lábios, com enorme tesão, ao que a minha mulher respondeu abrindo a boca e permitisse um jogo de línguas entre as duas, enquanto a Joana ia acariciando e massajando o corpo semi-desnudo da minha mulher.
Passado pouco temo, ela colocou os pés da minha mulher de forma a que eles ficassem à altura das suas mãos e começou a massajar os pés da amiga e amante ainda com de soquetes, indo lamber e chupar os dedos escondidos dos pés da sua paixão. A minha mulher sorria com um olhar de puta devassa e incentivava a amiga a continuar indo com um dos pés acariciar e massajar o sexo da Joana que, entretanto, se encontrava já despida e apenas com um pequeno fio dental a cobrir-lhe o sexo e cu. Os sapatos já tinham sido atirados para o chão, mostrando os seus belos pés na sua plenitude, deixando-me a mim excitado com a visão.
Passado algum tempo, a minha puta devassa incentiva a amante a que lhe retire as mini meias soquetes, deixando os seus pés bem à disposição dos lábios da Joana e metendo-lhe os dedos do pé direito dentro da boca, enquanto com o pé esquerdo inicia uma massagem de enorme intensidade erótica no sexo da amiga e amante, indo por vezes deixar que o pé vá igualmente massajar o orifício anal da Joana, permitindo que o 2º dedo (o mais longo, dos seus pés estilo grego) lhe force e abra o ânus para o penetrar.
É de enlouquecer tudo o que nós, os maridos, assistem; e não conseguimos resistir a despir por completo a nossa já escassa roupa e começamos a acariciarmo-nos, indo eu massajar o seu belo pénis ainda por cima da pequena tanga ainda vestida. Mas pouco resisto, pois o Francisco mostra vontade de que eu vá mais longe nas carícias e ele mesmo despe a tanga e incentiva a minha boca a ir chupar-lhe o caralho (belo e possante) e iniciar uma felação que nos deixou aos dois em total loucura e desejo de continuar e ir bem mais longe.
A Joana quis parar as carícias e que a minha mulher se colocasse em posição que permitisse que as suas solas, macias como veludo, ficassem na posição desejada para um castigo. Assim, mandou que a minha puta devassa se colocasse de joelhos no sofá, de costas, ficando o seu fantástico cu bem à vista de todos, bem como aquelas solas de loucura.
Ela foi buscar o cinto de couro das calças do marido e começou a castigar com intensidade as solas expostas da minha mulher, a qual reagiu com gemidos de dor, mas sem pedir para parar. A Joana, visivelmente excitada, continuou a castigar as solas da amante, cada vez com mais força, conseguindo que a minha mulher gritasse mesmo com dores intensas e as solas bem vermelhas que mostravam o quanto o castigo as marcava.
Por vezes, a Joana alternava o castigo das solas da sua escrava sexual, com palmadas e açoites com o cinto nas nádegas de sonho da minha mulher. Ela só pararia quando conseguisse o pretendido: ver as solas da minha mulher e as suas nádegas, bem marcadas e com vergões que ainda nos excitavam a nós que íamos trocando carícias de toda a espécie, como dois amantes gays que sabem como dar prazer ao parceiro.
Tudo foi usado para esse prazer gay, desde o sexo oral, ao lamber do ânus, ao lamber e chupar dos nossos pés masculinos, até o Francisco exigir (como se tal fosse necessário, pois eu estava desejoso daquele pau fabuloso no meu cu faminto) que eu me entregasse totalmente.
Depois, a Joana dedicou-se a lamber e chupar cada dedo dos pés da minha mulher, com uma incontida manifestação de tesão sexual. E a minha mulher lambia e chupava não somente a vagina da amiga, como ia lamber o cu dela e penetrava-o com dois dedos, conseguindo que a amiga manifestasse que tal a excitava tremendamente, pois que o sexo anal, tal como a minha mulher, era não somente prática habitual e obrigatória no casal, como era algo que ela e a minha puta devassa admitem ser o sexo que mais as excita.
Quanto a nós dois, machos gays, estávamos prontos para terminar. O Francisco penetrava o meu ânus com intensidade, alcançando de mim gritos de alguma dor (o seu pau é enorme) mas de inegável e indisfarçável prazer sexual, comigo a incentivar com palavras instigadoras a que me fodesse sem parar.
Ao fim de algum tempo, já ambos satisfeitos, eis que incentivo o Francisco a tirar o caralho do meu cu e a metê-lo dentro da minha boca para o chupar, até conseguir, com palavras de incentivo que mais o excitavam, a que derramasse todo o desejado leite de macho dentro da minha boca, pois queria engolir todo o seu sémen até à última gota.
Ele assim fez e foi tal a quantidade de esperma que derramou na minha boca devassa que eu partilhei parte desse desejado leite com as bocas das mulheres, a dele e a minha, para todos engolirmos.
Mas não terminou sem que o Francisco viesse ainda lamber os meus lábios e me incentivasse a abrir a boca e que as nossas línguas trocassem entre nós os restos do seu esperma.
E assim terminou um dos mais fantásticos sábados sexuais, ficando prometido que havemos de prosseguir as nossas aventuras sexuais entre os quatro, não excluindo sequer outras experiências a acrescentar às que praticámos, podendo mesmo admitir-se incluir outro ou outros casais nos nossos futuros encontros (sejam de que tipo forem, mesmo que sejam homossexuais, travestis e transsexuais).
Apenas ficou como reserva mental para nós estudarmos os prós e contras em termos de perigos para a saúde de relações sexuais com animais, principalmente cães. É algo que na nossa mente circula como um desejo escondido; mas tal prática somente poderá ser concretizada com o acordo e desejo de todos os envolvidos.
E viva o sexo sem limites!




