A minha mulher é assumidamente masoquista e, como tal, aceita e até nos incentiva a castigá-la no seu corpo nu, deliciosamente belo e sensual.
Um dos nossos amigos (e amante) é, por sua vez, sádico, praticante de sexo sadomasoquista que frequenta estas salas quentes e pervertidas.
Sempre quis usar a minha esposa para este tipo de sessão; e pediu-me para lhe dar um dia para que ele a pudesse usar como gosta: chicoteando o seu corpo nu até que ficasse bem marcado e ela gemesse de dor, mas não quisesse que o castigo parasse.
Então, um dia concordamos. Ele veio e a minha mulher preparou-se de uma forma que não só excitasse quem estivesse a ver (incluindo eu, obviamente), mas também facilitasse a quem a ia chicotear ter um desejo ainda maior de o fazer, com a visão da extrema beleza e sensualidade que ela queria oferecer.
Eu, por minha vez, queria outro amigo e amante, assumidamente gay, para assistir a tudo comigo, e também porque também se excita com castigos corporais.
Bem, chegou a hora. Fomos para uma quinta que possuo, longe de tudo, onde podemos fazer barulhos sem sermos ouvidos, principalmente os gemidos e até os gritos de dor da minha mulher enquanto está a ser castigada.
Na sala dedicada a este propósito, com um pavimento laminado macio, ideal para andar descalço, existem duas colunas dispostas na posição ideal para a loucura sexual.
Mas, do tecto, no meio da sala, foi colocada uma argola presa a um cadeado que ali está, destinada a amarrar os pulsos de quem vai ser chicoteado.
Assim, já estávamos os três no corredor quando a minha esposa entrou. Linda de morrer, usando um vestido transparente que permitia vislumbrar todo o seu corpo pecaminoso, com uns seios perfeitos, um rabo volumoso, umas nádegas perfeitas e umas ancas bem definidas. Ela já estava descalça e, enquanto caminhava, era possível ver o quão insanamente sensuais eram, desde os dedos dos pés até às solas macias como veludo.
Logo, o nosso castigador aproximou-se dela, ajudou-a a tirar o vestido para que ficasse completamente nua e colocou-a numa posição com os braços levantados para lhe prender os pulsos à argola.
Ela ficou em completo silêncio, apenas fez o que lhe foi dito e aceitou todas as decisões do seu castigador.
Afastou-lhe o cabelo para a frente, de modo a que as suas costas ficassem completamente nuas e não houvesse nada que impedisse o chicote de a castigar.
Ele entendeu que também se deveria despir completamente, o que também foi um incentivo para nós fazermos o mesmo.
Estava completamente nu, exibindo um enorme pau e já demonstrando estar pronto para tudo, num estado de grande excitação.
Começou então a chicotear as costas nuas da minha mulher, com uma intensidade que a fez gemer imediatamente. À medida que as chicotadas continuavam, as marcas do chicote marcavam-lhe as costas e ela gemia com intensidade crescente, mas nunca lhe pedia para parar ou sequer diminuir.
Nós, por outro lado, não conseguíamos resistir a massajar o pénis um do outro, por vezes íamos chupar o pau um do outro, enfiando dedos nos nossos cus e entrando num estado de total loucura quando ouvíamos os gritos da minha mulher e as suas costas marcadas com vergões vermelhos.
A dada altura, o castigador decidiu parar um pouco, foi buscar uma palmatória de couro e, levantando os pés descalços da minha mulher, começou a castigar cada uma daquelas solas de veludo com intensidade, ao que a minha mulher gritou de dor, mas suportou-a bravamente.
Após cerca de 50 chicotadas em cada planta do pé, parou e voltou a castigar as costas e as nádegas da escrava, pegando novamente no chicote e aplicando, com grande violência, mais cerca de 30 chicotadas naquelas costas e nádegas já cobertas de vergões vermelhos.
E desta vez, não resistiu mais à violência do castigo e começou a gritar de dor, com os olhos cheios de lágrimas e o cabelo molhado de suor, o que só aumentava a excitação que nos causava e ao castigador também, uma vez que o seu pénis estava completamente erecto e pronto para outras variações sexuais.
Depois interrompeu o castigo, desamarrou os pulsos da minha mulher e da sua escrava sexual e obrigou-a a ajoelhar-se e a enterrar aquele pau dentro da cona da minha mulher, depois de a obrigar a chupar-lhe o caralho.
Quando entendeu que estava na altura de trocar de roupa, colocou-a de quatro, em posição para fazer sexo por trás, apontando aquele monstro para o cuzinho da minha mulher. Ela nem se queixou, em vez disso, colocou-se numa posição que facilitaria a entrada daquele pau no seu cu, já habituado ao sexo anal e muito bem aceite por ela, que admite ser o sexo que mais a excita.
Ele fodeu-lhe o cu com intensidade e mestria, ela gemeu de dor porque ele lhe dava palmadas nas nádegas já bem marcadas, ao mesmo tempo que lhe fodia o rabo e a chamava de puta gostosa, mas ela respondia incentivando-o a foder-lhe o rabo mais fundo e até aos testículos.
Nós os dois que assistíamos, masturbámo-nos intensamente, chupámos os nossos paus e penetrámos os nossos cus com os dedos, com uma excitação incontrolável.
Quando o mestre punitivo compreendeu que estava pronto para libertar todo o esperma acumulado, ordenou à minha mulher que se posicionasse para receber todo o esperma dentro da sua boca, abrindo-a bem e com a língua de fora para que nenhuma gota daquele precioso leite se perdesse.
Deitou tanto esperma na boca e na língua que um pouco dele saiu mesmo e encharcou-lhe a cara e os olhos, com esgares e gemidos de enorme excitação.
No final, ela foi forçada a vir partilhar o esperma comigo e com o meu amante para que pudéssemos lambê-lo e chupa-lo da sua boca. E masturbamo-nos e acabamos por deitar o nosso esperma na boca um do outro e depois beijamo-nos e partilhamos com as línguas de amantes gays, antes de engolir tudo.
A minha mulher acabou estendida no chão, cansada e com aquele corpo pecaminoso todo marcado pelo chicote, mas intensamente excitante para os olhos dos amantes do sadomasoquismo como nós.




