Anos atrás meu filho começou a trazer os colegas pra casa. Vinham almoçar, jogar bola, ficar fazendo barulho na sala e no quintal. Normalmente eram dois ou três. Eu tratava todo mundo bem, fazia comida, às vezes até brincava chamando eles de filho também. Tinha um que se destacava: o Naldinho.
Magrelo, um pouco mais alto que eu, cara de nerd, quieto. No começo eu quase não prestava atenção nele.
Um dia ele me mandou mensagem no Zap. Perguntou se tinha deixado alguma coisa em casa. Eu procurei, não achei nada e respondi educada e fiquei pensando como esse menino conseguiu meu zap, so pode ter sido o meu filho que passou pra ele.
A partir daquele dia ele começou a mandar bom dia todo santo dia. Perguntava como eu tinha dormido, se eu tava bem, se o almoço tinha ficado bom. Eu respondia na educação, sem dar mole. Mas quando ele vinha em casa eu já percebia uma diferença. Enquanto os outros iam embora ou ficavam na sala, ele inventava desculpa pra ficar mais tempo. Ficava na cozinha me olhando enquanto eu mexia na panela. Conversava mais perto. O olhar dele descia pro meu peito, pra minha bunda, pro short.
Foi aí que começou de verdade.
Um dia de manhã ele bateu no portão. Meu filho não tava. Eu fui atender de shortinho curto sem calcinha, as bochechas da bunda aparecendo, e uma camiseta fina sem sutiã. Ele me olhou da cabeça aos pés e perguntou se podia entrar. Eu falei:
— Menino, tu não estuda não?
Ele riu e falou que a escola tava em reforma e que só estudava de tarde. Mandei ele entrar e ofereci café. Fiquei de costas lavando louça. Sentia o olhar dele grudado na minha bunda. Descarado. Não disfarçava. Cada vez que eu me inclinava, o short subia um pouco mais e ele continuava olhando.
No dia seguinte ele apareceu de novo, sem avisar. Eu perguntei se os pais sabiam que ele tava ali. Ele mandou um “tá de boa”. Começamos a conversar. Ele falou das paqueras, das meninas da escola, e de repente virou o assunto pra mim. Perguntou minha idade, me elogiou:
— Nossa, tia, a senhora é muito nova… que mulherão, parabéns.
Aí soltou que os colegas comentavam de mim. Que me achavam bonita, uma BBW (Nao sabia nem o que era bbw kkkk) gostosa.
Confesso que senti a buceta contrair ali na hora. Perguntei o que mais eles falavam.
Ele riu e não contou tudo, mas o suficiente pra minha cabeça começar a viajar. Falando que os colegas ficavam imaginando eu de fio dental, meu rabo deveria engolir tudo, que minha buceta deveria ser enorme e tantas outras coisas que eu fingi nao me impressionar ali na hora mas foi dificil. Imaginar que varios garotos me desejavam tanto assim, eu que ja estava me achando quase aposentada kkkkk
Na hora de ir embora ele pediu um abraço. Foi um abraço longo, apertado. No meio dele a mão dele desceu e deu uma leve encostada no meu quadril. Eu falei:
— Ei, doidinho, que isso?
Ele não se fez de rogado:
— Me perdoa… é um sonho. Acho enorme. Tinha muita curiosidade… mas é muito melhor do que eu pensava. Amanha eu venho de novo aqui com a senhora ta ?
Eu ri meio desconcertada da situação e achando ele muito corajoso. Chamei ele de tarado, mandei ele pra casa e fechei o portão. Mas por dentro já tava diferente. Fiquei o resto do dia pensando naquilo.
À noite, no quarto, me tirei a roupa na frente do espelho. Me olhei inteira: a barriga, as estrias, a celulite, os 96 kg. Me achei gorda, feia, marcada pelos três filhos. Pensei se eles realmente me achavam gostosa ou se era só conversa. Mesmo assim me deitei e comecei a me tocar. Gozei rápido imaginando o Naldinho magrelo, branquelo, fiquei imaginando como seria o pau dele...ai ai...aquele dia nao foi facil !
No dia seguinte ele mandou mensagem falando que não podia vir, mas mandou uma foto. Tava deitado na cama de cueca, o volume aparecendo bem. Eu fiquei uns quinze minutos olhando aquela porra, dando zoom, sem responder. A buceta já tava molhada de novo. Quando respondi, brinquei:
— Eita menino, para com isso… quer nudes é? kkkk
Ele topou na hora. Começou a mandar foto do pau. Era grande, grosso, torto, cheio de veias, a cabeça vermelha parecia um morangão e grossa. Eu senti a buceta esquentar e o cu piscar só de olhar. Salvei tudo em conversa trancada.
Naquele mesmo dia meu marido chegou e eu quase pulei em cima dele. Transamos com vontade. No dia seguinte eu tava toda sorridente, lavando roupa, mas a cabeça já tava em outro lugar.
O Naldinho começou a ficar mais atrevido. Sumia de propósito, me testava. Eu tinha que mandar mensagem primeiro. Um dia ele me ligou em vídeo sem avisar. Eu atendi e já xinguei, falando que era arriscado. Mas o frio na barriga era de tesão também. Ele tava batendo punheta. Eu afastei o short (tava sem calcinha) e comecei a me tocar. Quase fomos pegos quando meu marido saiu do quarto pra beber água. Desliguei na hora, o coração na boca.
Depois disso eu fiquei neurótica.
Mesmo transando com meu marido, ainda me masturbava. O fogo não baixava. E o Naldinho sabia o que tava fazendo. Sumia, voltava, provocava, mandava foto, sumia de novo. Eu já tava viciada naquilo. No desejo, no risco, na sensação de ser desejada daquele jeito.
Foi nesse ponto que a coisa começou a sair do controle de verdade.
Sempre tem uma mãe de amigo gostosona que ficamos imaginando pegar.
Que terão deve ser ter uma experiência dessas com vc negona...muito safada.
Taquepariu,fui no seu álbum de fotos e vi que esse garoto viu pessoalmente,uma negona do rabão gostoso e que adora pau 😈🔥
Delícia de conto, continuação por favor kkkkk Mas sinceramente cuidado que desse jeito seus filhos também vão querer comer a mamãe rsrs delícia