O Cris estava me currando com vontade eu gemendo daquele jeito PLO, PLO, PLO ao som das estocadas...
E eu gemendo, quando ouvi o telefone tocou no meio das estocadas. Vibrou em cima da mesa. Eu olhei de canto e vi o nome: Naldinho.
O Cristiano não parou. Continuou metendo fundo no meu cu enquanto eu esticava o braço e atendia, a voz já saindo quebrada:
— A-alô…? Ah… porra…
Do outro lado a voz do Naldinho (Amigo do meu filho):
— Tia? Que barulho é esse?
Eu ri no meio do gemido. O Cristiano agarrou minha cintura com mais força e deu uma estocada fundo de propósito. O saco dele bateu molhado na minha buceta.
Plaft… plaft… plaft…
— Tô… ocupaAAAda… – eu falei, ofegante com gritinho no final. — Aaaiii, Oh… caralho…
— Tá se fudendo? – ele perguntou, a voz já diferente.
Eu não neguei. Empinei mais a bunda e falei bem suave, enquanto o pau do Cristiano entrava e saía do meu cu:
— Tô levando pau… no cu… AaAaaiiiNN Cristiano, fode mesmo sem dó seu putinho…
O Cristiano ouviu e começou a meter mais pesado. O barulho ficou mais alto, mais molhado.
— Aguenta né sua cavala rabuda, ate o talo nesse rabão.. Vou socar com toda força putona! - O Cristiano urrava puxando meu cabelo e socando..
Eu sentia as pregas do meu cu agarrando o pau dele toda vez que ele puxava pra fora. A cabeça grossa abria, as veias raspavam, e o saco batia sem parar na minha buceta inchada. Isso garoto, vem com vontade me faz mulher, sua puta...
Plaft! Plaft! Pla! Pla!
— Porra, tia… – o Naldinho falou do outro lado, já batendo punheta, eu tinha certeza.
Eu gemia alto de propósito, sem segurar:
— Isso… mete… mais fundo… AAAaaiiin caralho… que pau gostoso no meu rabo…
O Cristiano se curvou em cima de mim. O peito suado colou nas minhas costas. Ele agarrou um dos meus seios por baixo, apertou forte, sentiu o peso e o volume, e depois puxou o mamilo entre os dedos. Eu gritei.
— Aperta… isso… pega esse peitão…
Ele apertava e metia ao mesmo tempo. Meu seio grande vazava entre os dedos dele. O outro balançava a cada estocada. Eu tava babando no travesseiro, o cabelo grudado na cara, o cu latejando e pedindo mais.
De repente senti que tava começando a secar meu cuzinho. Eu gritei na hora:
— PARA! Para, caralho… tá ficando seco…
Ele tirou o pau de uma vez. Saiu com um som grosso e molhado.
Plop…
Meu cu ficou aberto, piscando no ar, vermelho, as pregas latejando. Eu respirei fundo e falei, ainda com o telefone no ouvido:
— Vai na cozinha… pega o vidro de óleo de coco virgem… e vem passar em mim. Quero ficar bem melada de novo, só cuspe nao resolve não. (Eu amo oleo de coco, meu segredo para um anal gostoso)
Ele saiu do quarto quase tropeçando, o pau duro balançando, brilhando de tanto me comer. Eu fiquei de quatro, o rabo empinado, e falei pro Naldinho:
— Continua na linha… não desliga.
— Tô aqui – ele respondeu, a respiração já pesada.
Eu passei a mão entre as pernas e senti a buceta. Tava encharcada, os lábios grossos e inchados, o clitóris latejando. Enfiei dois dedos e comecei a me tocar devagar, gemendo baixo enquanto esperava o Cristiano voltar.
— Tô com o dedo na buceta agora… Naldinho. — Toda molhada… o cu aberto… esperando óleo pra levar mais pau…
Ele xingou baixo do outro lado. Eu ri, cansada e puta, e continuei me dedando, abrindo os lábios, sentindo o quanto minha buceta tava carnuda e pesada.
O Cristiano voltou com o vidro na mão. Derramou o óleo de coco gelado bem no meio da minha bunda. Eu arrepiei quando o líquido escorreu pelo meu cu e desceu até a buceta. Ele espalhou com a mão, enfiou dois dedos no cu pra lubrificar fundo, depois passou generosamente na minha buceta e no pau dele também. Fiz questão de sentar na cama e eu mesma passar no pau dele, nos ovos....
— Pronto… – ele falou.
Eu deitei de peito pra cima, agora uma das minhas posições preferidas de frango assado, ainda com o telefone na mão, e mandei:
(Gosto de frango assada da pra entrar tudo e eu sinto o peso em cima de mim, adooooro)
— Agora mete de novo. E tu, Naldinho… escuta direitinho. Porque daqui a pouco tu também vai estar aqui.
O Cristiano enfiou o pau no meu cu devagar, quando chegou na metade so de maldade ele empurrou de uma vez, agora escorregadio de óleo.
Ploooft…
Eu gemi alto, a voz falhando:
— Isso… porra… que fundo… aaaiiin…
Ele começou a meter com vontade. O óleo fazia o barulho ficar ainda mais safado, mais molhado. O saco batia sem parar. Meus seios balançavam pesados a cada estocada. Eu gemia, xingava, pedia mais, e ao mesmo tempo falava no telefone pro Naldinho escutar cada gemido. (Coloquei no vivavoz)
O pau no meu rabo entrando e saindo e minha buceta amostra, grande, inchada...
— Minha nossa, que BUCETONA hein..Kralho! e começou a tocar nela enquando enfiava todo pau no meu cu....
(Detalhe importante meus amores, como sofro de prisao de ventre eu não faço cocô quando faço anal, ja aconteceu mas é muito raro, fica o pau beeem linpinho rss)
A negona tava faminta. E ainda era só o começo da farra!!
Continua...