O marido saiu cedo. Falou que só ia chegar umas dez da noite porque tinha muito serviço. Os meninos foram pra casa da vó e só voltavam no domingo. A casa ficou vazia.
Eu senti o coração acelerar na hora. Peguei o celular e vi que o Naldinho tava online. Mandei mensagem. Ele visualizou e não respondeu. Esperei. Mandei outra:
— Ei, seu fuleiro, responde… Ah é, não quer? Perdeu, mané…
Nada. A raiva misturou com o tesão. Eu tava tão molhada e tão irritada que entrei no bate-papo da UOL. Coloquei o nick Negona-GG e escrevi direto: quem mora perto de tal endereço e quer conhecer uma negona BBW.
Choveu mensagem. Dois moravam bem próximos. Eu fiquei com medo. Pensei se já tinha esbarrado neles na rua, se conheciam minha família, se eram amigos do meu filho ou do meu marido. Mesmo com o medo, continuei. Falei pra me adicionarem no Zap. Adicionei os dois, mudei a foto do WhatsApp e trancou as conversas.
Um se chamava Cristiano. Jovem, um pouco forte, moreno claro. O outro demorava demais a responder. Eu mandei mensagem seca pra ele:
— Só vem se tiver fogo de verdade. Pau meio mole nem precisa aparecer.
Pro Cristiano eu mandei a localização. Depois fui me arrumar. Coloquei uma calcinha fio dental bege velha, já surrada, com furinho, que sumia no meio da bunda e mal cobria a buceta. Por cima, uma camiseta velha do dia a dia. Deixei o portão aberto e escrevi:
“Olha primeiro ao redor. Se não tiver vizinho na frente, entra sem fazer barulho e tranca o cadeado. Vem sem medo.”
Fiquei esperando. Cinco minutos. Dez. Quase vinte. Fiquei na sala, depois fui pro quarto e deitei. O silêncio da casa me deixava ainda mais ansiosa. Toda vez que ouvia um barulho na rua meu coração disparava.
Quando finalmente ouvi o portão sendo fechado e o barulho do cadeado, senti um frio na barriga misturado com um tesão absurdo. Que loucura. Eu tinha chamado um estranho pra dentro da minha casa.
Corri pro quarto, deitei de barriga pra baixo e empinava a bunda, nao sabia em qual posição esperar kkkk, entao fiquei esperando. Ouvi os passos. Ele parou na porta e falou:
— Dona Odaisa… desculpa a demora. Eu cheguei rápido, mas tinha vizinho na frente. Esperei sair.
Entrou. A porta do quarto tava aberta. Ele me viu deitada, bunda empinada (Imagina aquela bunda grande preta), e soltou baixo:
— Dona… nossa senhora… que isso!!
Eu fingi que tava cochilando. Ele se aproximou devagar. Senti a respiração dele perto da minha bunda. Depois o nariz. Ele começou a cheirar, fundo, sem pressa. Falou quase sem ar:
— Nossa… que rabão da poha… bem que falou que era grande mesmo…
Continuei quieta, só empurrando um pouco a bunda pra trás, leve rebolanda (Mas pode dentro o frio na barriga era enorme). Ele enfiou o rosto com vontade no meio, dava pra sentir seu bigodinho roçando. Eu empinava mais. Aí ele falou, já com a voz diferente:
— Sei que não tá dormindo, sua negona safada.
Afastou a calcinha bege pro lado e meteu a língua. Quente, áspera, molhada. Eu gemi alto na hora. Tava sem tomar banho ainda, natural, com o cheiro da manhã.
Ele não se importou. Lambeu meu cu e minha buceta como se tivesse faminto. Eu levei as duas mãos pra trás, abri minha própria bunda o máximo que consegui e empurrei contra a cara dele.
— Isso… chupa… porra isso tudo caralho. Agora vc vai saber o que é uma mulher de verdade com vontade de fuder!!
Ele chupava com vontade o meu rabo barulho SSSLEEP, enfiava a língua cuspia, enfiava o dedinho brincando ate o talo, gemia contra a minha pele. Eu rebolava devagar, gemendo, já sem nenhuma vergonha. O quarto ainda tava claro de manhã e eu tava ali, de bunda aberta, sendo chupada por um desconhecido.
Depois de um tempo eu não aguentei mais só a língua. Falei, ofegante:
— Agora mete. Devagar primeiro no meu rabo. (Estava a dias doida por anal, cuzinho piscando por qualquer coisa rsss)
Ele se levantou. Ouvi o barulho da roupa sendo tirada. Senti a cabeça do pau quente se aproximando na entrada do meu cu. Fui empurrando pra trás devagar, sentindo ele ir entrando, abrindo. Ai ele disse, da uma melada aqui negona, meu pau ta meio seco....Eu virei rapido pra ele e comecei a mamar daquele pau moreno, cheiro de priroca saco balançando, eu pegando no saco dele e mamando com vontade igual uma bezerrinha. E olhando pra ele...Depois disse: tenta de novo vai, ele foi empurando devagar, deu pra sentir centimetro a centimetro entrando....Eu rebolando pra ir entrando, gemendo ..Aiiin, Aiiiiin, seu putinho, vai vai ohhh, ooooh....Quando chegou fundo eu gemi alto e apertei.
— Agora mexe…rebola vai!!
Ele começou a meter. No começo devagar, estocadas longas. O saco batia de leve na minha buceta. Depois foi aumentando. Eu pedia mais fundo, mais força, xingava, gemia. Ele me dava tapa na bunda, segurava minha cintura, suava em cima de mim. O barulho de pele batendo em pele enchia o quarto.
Pla… pla… pla… pla…Tirava o pau e cospia mais.....
Eu gozei a primeira vez gemendo alto, o cu apertando o pau dele. Ele não parou. Continuou. Logo depois veio a segunda gozada mais forte ainda, me tremi toda. Na terceira nao tinha ideia de quanto tempo tinha passado de 15 minutos ou mei hora kkk, eu já tava com o rabo em chamas e eu estava com tanto desejo que estava gozando rapido (Alias eu gozo mais rapido quando é anal) , meu rabo latejando, e ele ainda não tinha gozado. Eu até ri, cansada, e falei:
— Caralho, tu tem algum problema? Já gozei três vezes e tu continua duro…
Ele só meteu mais fundo e continuou me comendo. Sentia os ovos dele batendo na minha buceta...em cada socada...suado...
O quarto já cheirava forte a sexo. A janela tava aberta e eu gemia sem me importar com vizinho. Suor, saliva, o barulho molhado do meu cu sendo fudido. Eu tava completamente entregue.
Foi nesse momento que o telefone tocou.
Posso continuar .....?
Vai em frente. Seus contos da muito tesão..