Eu de frango assado, pernas bem abertas, o peso dele em cima de mim. Cada vez que ele enfiava mais e mais até o talo eu sentia o saco bater na minha bunda e os dedos dele brincando na minha buceta inchada. Ele abria os lábios grossos, apertava, esfregava o clitóris enquanto o pau sumia no meu cu.
— Minha nossa, que bucetona enorme , caralho (E realmente é bem inchada, mas bem fechadinha nada de pinguelo de fora)… – ele falava, a voz já falhando de tanto esforço.
Eu gemia alto no viva-voz, propositalmente, pro Naldinho escutar tudo:
— Isso… aperta ela… mete fundo… AAaaiiin porra… que delícia…
Do outro lado da linha só se ouvia a respiração pesada do Naldinho e o barulho de pele batendo em pele. Eu tava babando, os seios balançando pro lado com a força das estocadas, o cabelo grudado na cara de tanto suor.
De repente ouvi o portão velho rangendo lá na frente. O coração disparou misturado com o tesão.
— Ei… puto… calma um pouco… – eu falei ofegante, ainda com o pau dele dentro. — Acho que alguém chegou…
O Cristiano diminuiu o ritmo, mas não tirou. Ficou só rebolando fundo, me enchendo. Eu escutei passos e o barulho do cadeado.
Ainda de pernas abertas, o pau latejando no meu cu, eu falei alto o suficiente:
— Vai lá… abre o portão e tranca de novo. Rápido.
Ele resmungou, tirou o pau devagar (saiu com aquele som molhado e grosso – plop) e saiu do quarto cambaleando, o pau duro e brilhando de óleo balançando pra frente e pra trás. Eu fiquei exatamente na mesma posição: de frango assado, o cu aberto e piscando, a buceta carnuda e inchada toda exposta, o telefone ainda no viva-voz do meu lado.
— Naldinho… – eu falei, a voz trêmula de cansaço e tesão – já tô te esperando. Vem direto pro quarto.
Pouco depois ouvi os dois pares de passo no corredor. O Cristiano entrou primeiro. Atrás dele apareceu o Naldinho. Ele parou na porta e travou olhando pra mim.
Eu tava nua, pernas abertas, o cu vermelho e brilhante de óleo, a bucetona inchada latejando, os seios caídos pro lado, o corpo todo suado e marcado.
— Porra, tia… – foi tudo que ele conseguiu falar.
Eu nem deixei ele se recompor. Falei mandona, mesmo exausta:
— Tira essa roupa agora. E vem cá.
Ele engoliu seco e começou a tirar a camisa o calçao. Quando o pau dele apareceu – aquele mesmo grosso, torto, veiudo, cabeça vermelha – eu senti a boca encher d’água na hora. O Cristiano já tava de novo entre as minhas pernas, passando mais óleo no meu cu e no pau dele.
Eu olhei pro Naldinho e bati de leve nos lábios com o dedo:
— Vem. Quero chupar enquanto ele me fode.(Nessa hora nem pensei em mandar ele tomar um banho ou algo assim)
Ele se aproximou. Eu agarrei o pau quente, senti o peso na mão e puxei pra minha boca. Engoli até a metade de primeira.
Glo… glo… glo…(Nossa me babei toda)
Ao mesmo tempo o Cristiano enfiou de novo no meu cu, agora ainda mais escorregadio.
Ploft!
Os dois dentro de mim. Um na garganta, o outro no rabo. O barulho virou uma putaria só: o som molhado do pau saindo e entrando no meu cu misturado com o barulho de eu engasgando no pau do Naldinho.
Eu rebolava o quadril encontrando as estocadas do Cristiano e ao mesmo tempo forçava a cabeça pra frente, engolindo mais (Com a chegada do Naldinho eu fiquei mais tarada, parece que recuperei parte da energia). A saliva escorria pelo queixo, os seios meio caidos balançavam, a buceta pingava no colchão. Eu gemia com a boca cheia, a voz abafada e molhada.
Tire o pau só o suficiente pra falar, um fio de saliva ainda ligando minha língua à cabeça vermelha dele:
— Isso… os dois… mete… aaaiiin caralho… que delícia…
O Naldinho segurou meu cabelo e começou a meter na minha boca com mais vontade. Eu deixei. Engoli fundo, sentindo ele bater na garganta. Atrás, o Cristiano agarrava minhas coxas e socava sem dó. O óleo fazia tudo deslizar gostoso, o saco batendo molhado na minha bunda a cada porrada.
Plaft! Plaft! Glo glo glo… Plaft!
Eu tava no meio dos dois, sendo usada dos dois lados, e finalmente me sentia completa. A negona faminta tinha o que queria: pau na boca e pau no cu ao mesmo tempo.
Continuei gemendo, babando, rebolando e pedindo mais, sem nenhuma vergonha da janela aberta ou do volume da minha voz.
A farra a três tinha começado de verdade… e eu ainda tava só no começo da minha fome.
Que maravilha de relato