Meu rabo ficou aberto, piscando no ar, vermelho, latejando, brilhando de óleo de coco. Eu olhei por cima do ombro, ofegante, e falei na voz trêmula:
— Agora é a vez de outro, caralho… troquem. Naldinho, vem cá.
O Naldinho não precisou de mais nada. Tirou o pau da minha boca com um som molhado, colocou o pau do Cristiano na frente da minha boca e enfiou até o fundo.
Nem lambi, fui logo tentando engolir e ele socando na minha boca atendo na minha gargante...Glo… glo… glo…(Me babando toda)
Enquanto eu engolia ele, o Naldinho já estava posicionando no meu cu. Eu pisquei o buraco pra ele, como se tivesse convidando vem vem.
— Mete… devagar… minha bunda é grande pra caralho.
Ele cuspiu, segurou meu rabo com as duas mãos e começou a abrir. A primeira vez ele encostou só a cabeça. Eu gemi alto, sentindo o inchaço mas minha bunda é grande ele tinha que ajeitar pra entrar mais. A segunda tentativa quase escapou. Eu falei, meu filho se inclina mais se nao assim não vai nem chegar seu pau...Ele ja meio suado, na terceira ele conseguiu. Aos poucos lentamente entrando e saindo...Aaiiinnn, mesmo com meu cu ja acabado que sensação boa sentir um pau diferente ,,,Uuuhhhmmm que delicia..
Quando sentiu ele bem fundo, eu soltei um gemido longo e empurrei a bunda pra trás com toda vontade.
— Porra… que grosso… isso…
Ele começou a meter com estocadas longas. Eu já tava com o pau do Cristiano na garganta, engasgando, babando, o nariz batendo na barriga dele toda vez que ele metia. O barulho era insano:
Glo… glo… glo… Plauft… plauft… plauft…
Eu sentia os dois paus se esfregando dentro de mim, separados só por uma parede fina. Meu cu latejava, meu rabo tremia a cada estocada, e minha buceta inchada pingava no colchão.
Depois de um tempo eu tirei o pau da boca só pra falar, a voz abafada e molhada cansada:
— Agora… os dois… me comem juntos. Sem parar. Quem me fizer gozar ganha a buceta!
O Naldinho trocou com o Cristiano. Eu fiquei de quatro, o pau do Cristiano na minha boca e o pau do Naldinho no meu cu. Comecei a rebolar devagar, depois mais forte. O barulho era só pele, saliva e pau entrando e saindo.
— Assim… não para… aaaiiin porra…
O Naldinho metia com vontade, o saco batendo molhado na minha bunda. (Eu pensava, caralho esses meninos tem nergia de sobra estão acabando comigo)
O Cristiano segurava meu cabelo e metia na minha garganta. Eu tava babando tanto que o queixo tava molhado. Meus seios balançavam pesados, as pregas do cu agarrando o pau do Naldinho toda vez que eu apertava.
A cada um minuto eu mudava de pau. Eu contava alto, gemendo:
— Um minuto… dois… aaaiiin caralho… agora é a vez do outro…
O quarto virou um caos. Barulheira, gemido, xingamento, riso e saliva. Eu tava no centro, faminta, mandona, completamente destruída e completamente no controle.
Quando senti que o Naldinho ia gozar, gritei:
— Aguenta! Quem gozar primeiro é puto… agora é a vez do Cristiano!
Ele parou e eu virei o rosto, ainda com o pau dele na boca:
— Ganha a buceta. Agora.
